Serviços se destaca e MS fica em 5º em empregos

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Os últimos dados divulgados pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego do Ministério do Trabalho e Emprego (CAGED-MTE), referentes a março 2016, indicam que foram gerados 187 empregos formais no Estado. A criação de novas vagas com carteira assinada deu-se nos setores de: Agropecuária (384 empregos a mais), Construção Civil (21 empregos a mais) e Serviços (784 empregos a mais). No acumulado dos últimos 12 meses, Mato Grosso do Sul apresenta uma destruição de 13.815 empregos formais. As informações estão na Carta de Conjuntura do Mercado de Trabalho, elaborada pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade).

criação de novas vagas com carteira assinada deu-se nos setores de: Agropecuária (384 empregos a mais), Construção Civil (21 empregos a mais) e Serviços (784 empregos a mais)
criação de novas vagas com carteira assinada deu-se nos setores de: Agropecuária (384 empregos a mais), Construção Civil (21 empregos a mais) e Serviços (784 empregos a mais)

“Mato Grosso do Sul, mesmo nesse momento de crise, ainda é um destaque na geração de empregos. No mês de março, o Estado ficou na quinta posição no país. Tivemos um saldo positivo de 187 empregos, com destaque para o setor de serviços, que ainda tem mantido a sua demanda. Em termos regionais, ainda registramos um bom desempenho em Três Lagoas e em Corumbá também houve uma melhor, por conta do comércio e da reabertura de uma empresa de Ferro Ligas”, avalia o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck. Ele acrescenta que “a crise nacional tem afetado todos os setores da economia”, sendo algumas áreas mais atingidas do que outras. “efetivamente a indústria e o comércio ainda precisam se recuperar e os cenários de curto prazo não sinalizam retorno, ainda que em alguns municípios haja recuperação”.

Jaime Verruck destaca ainda que a política pública da administração do governador Reinaldo Azambuja está focada na atração de investimentos e o não fechamento dos já existentes. “Temos uma expectativa de pequena melhora no mês de maio. Mas o número de vagas ao longo dos últimos 12 meses que deixaram de existir é significativo e isso nos preocupa. Essas vagas tem de ser geradas pelo setor privado. Temos de dar condições para que esses setores tenham demanda e retomem seu potencial de geração de emprego”, finaliza.

DESEMPENHO

Segundo as informações da Carta de Conjuntura da Semade, o Comércio de Mato Grosso do Sul, em Março de 2016, teve uma redução de 804 vagas, devido a destruição de vagas no Comércio Varejista foi de 639 vagas a menos e no Comércio Atacadista 168 vagas a menos. Na Indústria, houve redução de 195 postos de trabalho, em Março de 2016.

Os valores referentes à criação de novos postos de trabalho formais, de Janeiro a Março de 2015 e 2016, apresentam comportamentos diferenciados em alguns dos subsetores, referente à geração de novas vagas. Em geral, a melhoria dos resultados apontando para uma recuperação se comparado aos resultados de 2015. Os subsetores que tiveram maior capacidade de geração de empregos formais no acumulado de Janeiro a Março de 2016 foram: Agropecuária (1.048 novas vagas), Construção Civil (934 novas vagas), Comércio Atacadista (552 novas vagas) e Administração de imóveis (677 novas vagas).

Governo do Estado