Inflex mantém avanço com Selo Ambiental do Senai

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Como parte das ações do PSE (Programa Senai de Ecoeficiência), que é usado como parâmetro para a possibilidade de ampliação do percentual do incentivo fiscal concedido pelo Governo do Estado, além de atestar e classificar a eficiência ambiental das empresas, a indústria de embalagens Inflex, de Dourados (MS), manteve o Selo Ambiental obtido em dezembro de 2014 na cor verde, que representa mais 5% de incentivo fiscal junto ao Estado.

Indústria de embalagens Inflex manteve o Selo Ambiental obtido em dezembro de 2014 na cor verde, que representa mais 5% de incentivo fiscal junto ao Estado
Indústria de embalagens Inflex manteve o Selo Ambiental obtido em dezembro de 2014 na cor verde, que representa mais 5% de incentivo fiscal junto ao Estado

Segundo a coordenadora do PSE, Liliane Corrêa, a confirmação da manutenção do Selo Ambiental do Senai foi dada na semana passada após auditoria realizada em dezembro de 2015. “A intenção do PSE é que as indústrias busquem cada vez mais aprimorar as ações ambientais e, consequentemente, tenham o benefício ampliado. É gratificante ver que o PSE consegue alcançar o propósito de motivar as empresas a melhorarem seus processos e tenham ampliada a faixa de incentivos”, declarou.

Para o diretor-administrativo da Inflex, César Augusto Scheide, a manutenção do Selo Verde tem um sentimento de conquista para a indústria. “Penso que agregou valor e motivou um grupo de funcionários, que está mais atento nas funções, pois sabe que agora há alguém fazendo sistematicamente o monitoramento da produção. Uma coisa é você correr atrás para organizar e outra coisa é falar estamos agora gerindo o processo e é importante que você contribua com isso”, analisou.

Ele acrescenta que a primeira avaliação do PSE mediu o trabalho realizado pela Inflex, que obteve uma nota boa, porém, na segunda auditoria, a equipe ficou preocupada, pois o monitoramento foi mais apertando com os critérios um pouco mais rígidos. “Pensamos que perderíamos pontos e que cairíamos do Selo Verde para o Selo Azul, mas, quando conseguimos manter a mesma cor, foi um sentimento de conquista. No entanto, acredito que a gente ainda tem espaço para melhorar, pois a perspectiva é boa”, afirmou.

Histórico

Até o momento, 22 indústrias estaduais já receberem a certificação inicial do selo ambiental do Senai: Emplal (Três Lagoas), Rio Prata Embalagens (Três Lagoas), Votorantim Cimentos (Corumbá), Adecoagro Angélica (Angélica), Adecoagro Vale do Ivinhema (Ivinhema), Odebrecht Agroindustrial (Costa Rica), Odebrecht Agroindustrial Eldorado (Rio Brilhante), Copasul Fiação de Algodão (Naviraí), Central Energética Vicentina (Vicentina), Alcoolvale (Aparecida do Taboado), Bunge Alimentos (Dourados), Metalfrio (Três Lagoas), Monteverde (Ponta Porã), Santa Luzia (Nova Alvorado do Sul), Energética Santa Helena (Nova Andradina), Inflex (Dourados), International Paper (Três Lagoas), Vetorial (Corumbá), Usina Sonora (Sonora), Metap Repram (Campo Grande), Semalo (Campo Grande) e Coca-Cola (Campo Grande).

Os selos ambientais do Senai servem para classificar a eficiência da gestão ambiental das indústrias estaduais de acordo com os parâmetros pré-estabelecidos, amparados pelo Decreto Estadual nº 13.606, de 25 de abril de 2013, que prorrogam até 2028 os incentivos fiscais para o setor industrial sul-mato-grossense, permitindo a ampliação, em até 5%, do percentual do benefício fiscal já concedido mediante à efetividade do plano técnico de sustentabilidade ambiental das empresas.

O Senai, em parceria com o EcoSesi Bonito, desenvolve o Programa Senai de Ecoeficiência que dá suporte aos selos ambientais destinados às indústrias do Estado, sendo desenvolvido em sete etapas: adesão, habilitação, definição de metas, implementação da metodologia do PSE, processo de auditoria, avaliação ambiental e emissão de selo ambiental.