FCO aprova fábrica de ceras em Dourados

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Reunião do FCO foi realizada na quarta-feira e aprovou também renovação de canavial no norte do Estado. (Foto: Nolli Corrêa/Semade).

A Megh Indústria e Comércio deve começar em breve a construção da primeira etapa de uma indústria de ceras e emulsões em Dourados. Para a primeira etapa serão empregos R$ 2,762 milhões contratados no FCO (Fundo Constitucional do Centro Oeste). A carta-consulta foi aprovada na reunião de quarta-feira (25) do FCO, realizada em Campo Grande. Quando 160 entrar em operação total a indústria vai gerar 160 empregos.

No ano passado o governo do Estado fez a doação de uma área de 10 hectares no Núcleo Industrial de Dourados para a empresa, que tem três plantas no Estado de São Paulo. “A empresa tinha o intuito de se transferir de São Paulo para Mato Grosso do Sul. Agora, a indústria concretiza o processo de mudança com a implantação da unidade em nosso Estado”, disse o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, que preside o CEIF-FCO.

Durante a reunião do CEIF-FCO Jaime informou aos membros do conselho que o Banco do Brasil, por fim, abriu a contratação dos financiamentos empresariais que já haviam sido aprovados pelo Fundo neste ano. “Devido às mudanças nas taxas de juros do FCO para o setor empresarial, o sistema do banco parou, só sendo reaberto no dia 6 de maio. Tivemos um prejuízo nesse período para algumas propostas que já havíamos aprovado. Temos aí uma demanda represada, mas esperamos que isso seja solucionado o mais breve possível”, afirmou.

 

CANAVIAL

Outro empreendimento aprovado pelo conselho do FCO foi a expansão e renovação de uma área de 9.843 hectares de canavial na região dos municípios de Chapadão do Sul, Costa Rica e Paraíso das Águas, pertencente à Iaco Agrícola S.A. O valor de financiamento aprovado pelo CEIF-FCO foi de R$ 60 milhões. A análise e posterior aprovação do empreendimento, segundo o secretário Jaime Verruck, levaram em conta “a alta relevância para a economia do Estado e por ser considerado um projeto estruturante. A previsão é de que a produtividade cresça de 3 milhões para 4,7 milhões de toneladas de cana, viabilizando a instalação de uma fábrica de açúcar modular. Além disso, a renovação dessa área de plantio também auxilia nas metas do programa Terra Boa para o setor sucroenergético”.