Dólar tem 7ª queda e fecha a R$ 3,326, após aprovação da PEC dos gastos

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13/12/2016

 

 Moedas

Dólar Comercial: 3,3255 (compra) 3,3260 (venda) -0,58% (variação)

Dólar Turismo: 3,3100 (compra) 3,5100 (venda) 0,0% (variação)

Euro Comercial: 3,5442(compra) 3,5480 (venda) -0,07% (variação)

Libra: 4,2201 (compra) 4,2237 (venda) -0,21% (variação)

Guarani: 1.650 (compra) 1.730 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 22h13)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,17% (59.280,57) nesta terça-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 72,50(BA) 72,08(GO) 71,35(MG) 69,75(MS) 65,84(MT) 70,70(PR) 69,89(RS)  73,08(SC) 72,66(SP)

Milho: 44,67(BA) 33,05(GO) 37,13(MG) 28,89(MS) 25,73(MT) 29,91(PR) 34,95(RS) 36,50(SC) 34,59(SP)

Algodão: 86,25(BA) 61,95(GO) 87,19(MG) 70,00(MS) 85,07(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,33(PR) 48,93(RS) 59,48(SP)

Feijão: 243,00(BA) 208,36(PR) 231,39(RS) 198,75(SC) 177,08(SP)

 

Bovinos: 157,72(BA) 141,00(GO) 147,73(MG) 135,38(MS) 126,93(MT) 149,79(PR) 4,78(RS) 159,26(SC) 149,41(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,01(PR) 2,41(SC) 3,05(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 22h08)

 

Petróleo (Brent): US$ 51,750 (+1,15%)

Ouro: US$ 1157,980 a onça-troy (0,00%)

Prata: US$ 16,865 (-0,-09%)

Platina: US$ 916,100 (-0,02%)

Paládio: US$ 731,900 (0,00%)

(Fonte Uol – fechado às 18h10)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,25%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,18% (Nov/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,07 (Nov/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Vista geral do Senado brasileiro durante sessão de votação da PEC 55 em Brasília, Brasil 13/12/2016 REUTERS/Adriano Machado
Vista geral do Senado brasileiro durante sessão de votação da PEC 55 em Brasília. (Foto: REUTERS/Adriano Machado).

Com placar mais apertado, Senado aprova

PEC que limita gasto público por 20 anos

O Senado aprovou nesta terça-feira em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece teto para o crescimento das despesas públicas por 20 anos, com rejeição aos destaques que buscavam alterar o texto, em votação que contou com placar mais apertado.

O texto-base da PEC foi chancelado por 53 votos favoráveis e 16 contrários, numa sessão com menor presença de senadores e que demandava mínimo de 49 votos para aprovação. Na votação em 1º turno, foram 61 votos a favor e 14 contra.

“A base continua a mesmo, continua forte… Em nenhum momento corremos o risco de não ter 49 votos. Entregamos o que tínhamos nos comprometido”, afirmou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Congresso. “A PEC dos gastos significa que governo preferiu cortar gastos em vez de aumentar impostos”, acrescentou.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou que haverá sessão solene do Congresso Nacional na quinta-feira para promulgação da PEC.

A PEC é considerada a primeira iniciativa de peso do governo Michel Temer em direção ao ajuste fiscal e vem sendo defendida pela equipe econômica como essencial para o reequilíbrio das contas públicas.

A medida fixa crescimento máximo de 7,2 por cento para as despesas primárias de cada um dos poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) em 2017. A partir de 2018, esse avanço será limitado pela inflação medida pelo IPCA em 12 meses até junho do exercício anterior.

As despesas com Educação e Saúde terão a inflação como piso mínimo de crescimento. Para que subam mais, contudo, outras despesas devem aumentar menos, de modo que o limite global obedeça ao teto.

Os senadores rejeitaram ainda nesta sessão dois destaques da liderança do PT que propunham retirar as áreas de Saúde e Educação do novo regime de limitação e instituir regras para assegurar a política de valorização real do salário mínimo. (Por Marcela Ayres, da Reuters).

 

 

BB Seguridade prevê lucro maior em 2017,

mesmo com queda da receita financeira

A BB Seguridade trabalha com cenário de elevação do lucro líquido em 2017 sobre este ano, uma vez que melhores resultados operacionais devem compensar com sobras a queda prevista nas receitas financeiras, disse nesta terça-feira o diretor de relações com investidores da companhia, Werner Suffert.

“O aumento do lucro é o nosso cenário base”, disse Suffert durante apresentação a analistas de mercado.

A companhia, que reúne as participações do Banco do Brasil em seguros e previdência, vem sofrendo os efeitos da recessão no país, com desaceleração das receitas e aumento das despesas com sinistros.

Além disso, em 2017 a empresa deve ter o lucro pressionado por menores receitas financeiras, dado o ciclo de queda da taxa básica de juros, que referencia os ganhos com boa parte da carteira de títulos.

Segundo Suffert, a BB Seguridade deve seguir se beneficiando do maior interesse do público por produtos de previdência complementar, um dos carros-chefes da empresa, diante da expectativa de uma reforma da previdência pública em 2017.

“Temos percebido uma tendência crescente de pessoas preferindo poupar uma parcela da renda que costumam direcionar para consumo e isso beneficia a previdência complementar”, disse Suffert mais tarde a jornalistas.

Esse movimento tende a compensar com sobras a pressão sobre as receitas oriunda do declínio da renda das famílias e do aumento do desemprego, disse.

Como proporção do resultado, a receita financeira da BB Seguridade tende a cair dos cerca de 31 por cento atuais, aproximando-se do percentual histórico de 25 por cento, disse.

Quanto às despesas maiores com sinistros, os pedidos de indenização por parte do segurados, Suffert disse que o aumento recente em linhas como vida e auto, observadas no terceiro trimestre, não devem ser sinalizador de tendência. (Reuters).

 

Bovespa sobe 0,17% em sessão volátil;

placar de votação da PEC dos gastos gera cautela

A bolsa paulista encerrou o pregão volátil desta terça-feira com seu principal índice em território positivo, em meio à cautela com o cenário político, após o Senado aprovar em segundo turno a medida que limita o crescimento dos gastos públicos por um placar inferior ao da votação anterior.

O Ibovespa subiu 0,17 por cento, a 59.280 pontos. No melhor momento do pregão, o índice avançou 1,3 por cento, aproximando-se dos 60 mil pontos, e recuou 0,7 por cento na mínima do dia. O giro financeiro somou 7,68 bilhões de reais.

O Senado aprovou em segundo turno o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos gastos por 53 a 16. Embora a aprovação fosse esperada, alguns operadores disseram que o placar acendeu a luz amarela por ter ficado abaixo da votação em primeiro turno, que teve 61 votos favoráveis e 14 contra.

Com o cenário político ainda conturbado em meio a escândalos de corrupção envolvendo o núcleo próximo ao presidente Michel Temer, o placar da votação desta terça-feira não tranquilizou os agentes de mercados quanto ao apoio do Congresso a outras medidas econômicas, como a reforma da Previdência.

Investidores também adotaram cautela à espera do Federal Reserve, que define na quarta-feira o rumo da taxa de juros nos Estados Unidos. As atenções estarão voltadas aos comentários do banco central norte-americano, em busca de pistas sobre o futuro da política monetária.

 

DESTAQUES

– KROTON avançou 5,65 por cento, liderando os ganhos do Ibovespa, após o JP Morgan elevar a recomendação da empresa de educação para “overweight” e também repercutindo a prorrogação do prazo para renovação de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). ESTÁCIO PARTICPAÇÕES ganhou 4,39 por cento. (Flavia Bohone, da Reuters).

 

Dólar cai frente ao real pelo 7º pregão

seguido, com fluxo e PEC dos gastos

O dólar terminou em queda ante o real nesta terça-feira, pelo sétimo pregão consecutivo, com algum fluxo de entrada e após o Senado aprovar a PEC do teto dos gastos, aliviando um pouco as tensões diante do cenário político.

Os investidores também ficaram sob a expectativa do encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central norte-americano, no dia seguinte.

O dólar recuou 0,58 por cento, a 3,3260 reais na venda, depois de bater 3,3658 reais na máxima do dia e 3,3175 reais na mínima.

Nestes sete dias seguidos de retração, a moeda norte-americana perdeu 4,22 por cento ante o real, maior sequência de quedas desde o início de agosto passado, quando também marcou sete desvalorizações consecutivas.

O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,40 por cento no final da tarde.

“Aprovou, é o que interessa. Causa alguma preocupação em relação a outros temas que ainda serão votados mas, de bate pronto, a questão do aumento dos juros nos Estados Unidos é o que deve preocupar mais. Mas só amanhã”, comentou um profissional de câmbio de uma corretora local.

O Senado aprovou mais cedo em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece teto para o crescimento das despesas públicas por 20 anos, com rejeição aos destaques que buscavam alterar o texto, em votação que contou com placar mais apertado.

O texto-base da PEC foi chancelado por 53 votos favoráveis e 16 contrários, numa sessão com menor presença de senadores e que demandava mínimo de 49 votos para aprovação. Na votação em 1º turno, foram 61 votos a favor e 14 contra.