Dólar sobe na semana e fecha a R$ 3,473, maior valor desde junho

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02/12/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,4710 (compra) 3,4726 (venda) +0,12% (variação)

Dólar Turismo: 3,3000 (compra) 3,6500 (venda) +0,28% (variação)

Euro Comercial: 3,7093(compra) 3,7113 (venda) +0,40% (variação)

Libra: 4,4270 (compra) 4,4249 (venda) +1,46% (variação)

Guarani: 1.620 (compra) 1.700 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 18h05)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +1,36% (60.316,13) nesta sexta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 71,50(BA) 72,61(GO) 72,35(MG) 69,50(MS) 66,48(MT) 69,54(PR) 71,17(RS)  72,55(SC) 73,88(SP)

Milho: 44,17(BA) 35,67(GO) 39,49(MG) 28,78(MS) 25,85(MT) 30,28(PR) 35,63(RS) 37,35(SC) 34,20(SP)

Algodão: 84,82(BA) 67,00(GO) 86,80(MG) 68,00(MS) 81,55(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 69,33(PR) 48,85(RS) 59,48(SP)

Feijão: 235,83(BA) 211,43(PR) 216,00(RS) 202,20(SC) 164,87(SP)

 

Bovinos: 159,28(BA) 141,88(GO) 147,71(MG) 139,75(MS) 127,90(MT) 150,45(PR) 4,87(RS) 157,71(SC) 150,28(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,03(PR) 2,40(SC) 3,10(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 17h45)

 

Petróleo (Brent): US$ 51,910 (+0,23%)

Ouro: US$ 1176,000 a onça-troy (+0,01%)

Prata: US$ 16,710 (+0,03%)

Platina: US$ 934,000 (+0,31%)

Paládio: US$ 746,020 (+0,37%)

(Fonte Uol – fechado às 18h09)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,18%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Bovespa sobe 1,5% após forte queda na

véspera, de olho em dados dos EUA

O principal índice da Bovespa encerrou em alta nesta sexta-feira, em movimento de recuperação após a forte queda da véspera, ganhando fôlego após a divulgação de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e com o petróleo em alta, embora a cautela com o cenário político local tenha impedido ganhos mais expressivos.

Com base em dados preliminares, o Ibovespa subiu 1,45 por cento, a 60.370 pontos. Na semana, o índice acumulou queda de 2 por cento. O giro financeiro do pregão somava 9,13 bilhões de reais. (Reuters).

 

Dólar fecha com leve alta ante

real com cautela e após atuação do BC

O dólar terminou a sexta-feira com leve alta, após o Banco Central ter voltado a atuar no mercado câmbio e o salto de quase 2,5 por cento na véspera, mas com os investidores ainda cautelosos com a situação política doméstica.

O dólar avançou 0,12 por cento, a 3,4726 reais na venda, maior patamar desde 14 de junho (3,4800 reais). O dólar futuro tinha ligeira alta de 0,10 por cento no final da tarde.

A moeda norte-americana acumulou na semana 1,73 por cento de alta, segunda valorização seguida.

“A atuação do BC foi perfeita”, destacou o sócio da Omnix Corretora, Vanderlei Muniz, acrescentando que o cenário interno ainda preocupava e pesaria no mercado.

Na noite passada, o BC anunciou que voltaria a intervir no mercado de câmbio nesta sessão, por meio da oferta de contratos de swaps cambiais tradicionais, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro e ajudam a conter a alta da moeda norte-americana.

A autoridade monetária vendeu a oferta integral de 15 mil contratos de swaps para a rolagem do vencimento de 2 de janeiro, equivalente a 5 bilhões de dólares. Se o BC mantiver essa mesma atuação e vender integralmente os swaps, encerrará a rolagem em sete leilões.

“Ao chamar o leilão agora, o BC sinalizou que não quer mais muito preço do que já está no mercado”, destacou Muniz.

A última vez que o BC tinha atuado no mercado foi em 22 de novembro, quando concluiu a rolagem dos swaps que venceram de dezembro. (Por Claudia Violante, Reuters).

 

Conselho da BRF aprova novo

centro de distribuição no Paraná

A companhia de alimentos BRF se prepara para construir um centro de distribuição no Paraná, em investimento de 93 milhões de reais, segundo ata de reunião do conselho de administração divulgada nesta sexta-feira.

A aprovação envolve um novo centro de distribuição que será erguido na região de Londrina. Segundo dados da companhia, a BRF tem 27 centros de distribuição no Brasil.

Além do novo centro de distribuição, o conselho aprovou a venda de galpão em Fortaleza por 15 milhões de reais.

Também como parte da reunião, o conselho de administração da BRF aprovou a reintegração de Sérgio Rosa ao comitê de auditoria estatutário. Rosa havia sido afastado em setembro após desdobramentos da operação Greenfield, da Polícia Federal.(Reuters).

 

Oi sinaliza troca de dívida

por ações, dizem fontes

A Oi pode retirar a proposta de restringir por três anos que credores troquem parte da dívida por ações, em um sinal de que a operadora de telecomunicações busca ganhar apoio de detentores de bônus para sair da recuperação judicial mais rapidamente, afirmaram duas pessoas com conhecimento do assunto nesta sexta-feira.

A limitação, que a Oi incluiu em uma proposta de reorganização em 5 de setembro, desagradou credores e ajudou a retardar a reestruturação judicial da companhia.

O presidente-executivo da Oi, Marco Schroeder, afirmou aos dois grupos de detentores de bônus da empresa nesta semana que os acionistas parecem estar menos relutantes em aceitar uma troca de dívida por ações, disseram as fontes.

Segundo essas fontes, que pediram anonimato para falar livremente sobre o assunto, Schroeder se reuniu na segunda-feira com o G5 Evercore, assessor de um grupo de detentores de bônus recentemente criado, para discutir a reestruturação.

Ele se encontrou com executivos de bancos do grupo de credores liderado pela Moelis & Co na sexta-feira, disseram as fontes.

Essa mudança de estratégia enfatiza como a crescente pressão do governo para encontrar uma solução para a Oi forçou os credores e acionistas a encontrar rapidamente um terreno comum. Schroeder tornou-se CEO da Oi depois que uma primeira rodada de negociações com o grupo liderado pela Moelis desmoronou em junho.

Oi se recusou a comentar, assim como Moelis. Esforços para obter comentários da G5 Evercore fracassaram.

O pedido de recuperação de 65,4 bilhões de reais da Oi, o maior da história no Brasil, se complicou por uma proposta de reorganização apresentada em setembro, que credores alegam favorece acionistas em seu prejuízo. (Por Guillermo Parra-Bernal e Tatiana Bautzer, da Reuters).

 

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Entre os 24 ramos pesquisados, 20 apresentaram perdas, com destaque para produtos alimentícios (-3,1 por cento) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5 por cento). (Foto: Divulgação).

Produção industrial no Brasil tem pior outubro

em 3 anos com queda de investimentos

A produção industrial voltou a cair em outubro, acima do esperado e no pior resultado para o mês em três anos, iniciando o quarto trimestre com mais um indício da fraqueza que marcou o ano todo, principalmente dos investimentos.

A produção industrial recuou 1,1 por cento em outubro sobre o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, após avanço de 0,5 por cento em setembro. Esse é o pior resultado para o mês desde 2013, quando a produção apresentou perda de 1,5 por cento.

Sobre o mesmo mês do ano anterior, a produção apresentou queda de 7,3 por cento, chegando ao 32º mês seguido no vermelho nessa base de comparação.

“A indústria está bem distante do patamar máximo, ela vem perdendo dinamismo e não sabemos onde isso vai parar. O setor industrial carece de estímulos”, destacou o economista do IBGE André Macedo.

Os resultados foram piores do que as expectativas em pesquisa da Reuters com economistas, de recuo de 0,8 por cento na variação mensal e de queda de 6,45 por cento na base anual. BRIO=ECI BRIOY=ECI

Em outubro, as perdas foram generalizadas entre as categorias analisadas. A produção de Bens de Capital, uma medida de investimento, apresentou queda de 2,2 por cento sobre setembro,chegando a quatro meses consecutivos de recuos. Bens Intermediários caíram 1,9 por cento, apagando o ganho de 0,9 por cento visto no mês anterior.

Entre os 24 ramos pesquisados, 20 apresentaram perdas, com destaque para produtos alimentícios (-3,1 por cento) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5 por cento).

A forte queda dos investimentos foi justamente um dos principais motivos para que a recessão brasileira tenha se aprofundado no terceiro trimestre, com o Produto Interno Bruto (PIB) encolhendo 0,8 por cento. (Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira, da Reuters).

 

C&A planeja manter base de lojas

no Brasil em 2017, diz executivo

A rede de varejo de vestuário C&A planeja manter sua base de lojas no Brasil em 2017, em meio à expectativa de um cenário menos negativo para o setor, afirmou à Reuters o vice-presidente de operações e marketing da companhia no país, Elio Silva.

“Não tem um plano de fechamento de lojas, mas vamos ficar acompanhando por fora”, disse o executivo.

A C&A, varejista de origem holandesa que está completando 40 anos de presença no país, tem hoje mais de 270 lojas no Brasil, tendo aberto mais de 100 unidades nos últimos 7 anos.

Neste ano, contudo, houve redução ao redor de 5 por cento da área total de lojas, com o fechamento de 12 unidades, sendo boa parte em shopping centers.

“Do mesmo jeito que abre loja, tem que olhar a performance…”, afirmou Silva, citando que esse movimento ocorreu em lojas menores, de mercados novos, em cidades de médio para pequeno porte e em empreendimentos que não estavam maduros.

Entre as grandes redes do setor, Marisa Lojas também deve encerrar 2016 com menos lojas do que o ano passado, enquanto Riachuelo, do grupo Guararapes já sinalizou que vai rever seu plano de expansão. Na outra ponta, a Lojas Renner segue firme com plano de expansão de lojas, a fim de terminar 2021 com 450 unidades.

Apesar da redução na área de lojas, a C&A deve fechar 2016 com resultado positivo nas vendas totais e comparáveis. “No cenário atual, (vamos crescer) um dígito muito bom”, disse o executivo sem precisar valor.

A empresa, de capital fechado, não divulga dados sobre o desempenho. (Por Paula Arend Laier, Reuters).