Dólar sobe mais de 1% e fecha a R$ 3,371, após EUA subirem juros

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Print
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

 

15/12/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,3703 (compra) 3,3713 (venda) +1,14% (variação)

Dólar Turismo: 3,2000 (compra) 3,5400 (venda) +0,57% (variação)

Euro Comercial: 3,5092(compra) 3,5105 (venda) -1,25% (variação)

Libra: 4,1796 (compra) 4,1815 (venda) -1,48% (variação)

Guarani: 1.620 (compra) 1.720 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 21h47)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,32% (58.396,16) nesta quinta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 71,50(BA) 70,02(GO) 70,85(MG) 69,38(MS) 65,19(MT) 70,65(PR) 69,62(RS)  72,50(SC) 72,05(SP)

Milho: 44,50(BA) 33,78(GO) 36,76(MG) 29,00(MS) 25,57(MT) 29,89(PR) 34,78(RS) 36,56(SC) 34,85(SP)

Algodão: 86,25(BA) 61,95(GO) 87,19(MG) 70,00(MS) 85,41(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,33(PR) 48,92(RS) 59,48(SP)

Feijão: 243,00(BA) 208,36(PR) 231,39(RS) 198,75(SC) 175,86(SP)

 

Bovinos: 157,72(BA) 141,00(GO) 148,35(MG) 135,38(MS) 126,23(MT) 149,25(PR) 4,81(RS) 159,26(SC) 149,41(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,01(PR) 2,41(SC) 3,00(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 22h08)

 

Petróleo (Brent): US$ 51,330 (0,0%)

Ouro: US$ 1129,000 a onça-troy (+0,03%)

Prata: US$ 16,065 (+0,28%)

Platina: US$ 901,300 (-0,11%)

Paládio: US$ 702,800 (-0,14%)

(Fonte Uol – fechado às 21H51)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,21%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,18% (Nov/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,07 (Nov/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Meirelles e Temer anunciam medidas econômicas em Brasília. 15/12/2016. REUTERS/Adriano Machado
Meirelles e Temer anunciam medidas econômicas em Brasília. (Foto: REUTERS/Adriano Machado).

Governo anuncia medidas para impulsionar economia,

incluindo aumento de remuneração do FGTS

O governo federal anunciou nesta quinta-feira uma série de ações para tentar estimular a combalida economia do país, incluindo o aumento da remuneração do FGTS para os trabalhadores, um programa de regularização tributária e medidas para fomentar a redução do custo do crédito, mas não cravou prazo para que entrem em vigor.

“Vai ser uma implantação rápida dentro da estrutura institucional no país”, disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, completando ainda que não há estimativa de um impacto positivo com sua aplicação pois trata-se de “conjunto enorme de medidas”.

Sobre as ações que envolvem medidas provisórias, o ministro da Fazenda disse que o governo irá trabalhar “intensamente na semana que vem” para a edição das MPs. “A ideia é que tudo saia este ano”, disse.

Meirelles defendeu a necessidade das iniciativas para o Brasil ter uma economia equilibrada e ser mais produtivo. Ele previu ainda que, com a implementação integral das medidas, juntamente com o ajuste fiscal em curso e a redução da inflação, o crescimento potencial do país passaria de uma taxa estimada hoje em pouco mais de 2 por cento para mais de 3 por cento.

No âmbito do chamado Programa de Regularização Tributária, poderão ser regularizados passivos tributários por pessoas físicas e jurídicas para dívidas vencidas até 30 de novembro deste ano. Para tanto, o governo permitirá o uso de créditos decorrentes de prejuízos fiscais e de base de cálculo negativa da CSLL, no âmbito da Receita Federal.

A Fazenda calcula uma arrecadação conservadora de 10 bilhões de reis com o programa.

Também presente na coletiva, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, defendeu que a investida é “completamente diferente” de um Refis, pois não haverá redução de multa e juros para os contribuintes.

“Expectativa nossa é que grande parte desse débito tributário não teria condições de ser resolvido se fosse simplesmente por pagamento à vista”, disse Meirelles. “Resultado seria governo não receber, não arrecadar, as empresas não regularizarem débitos, não investirem.” (Por Marcela Ayres e Lisandra Paraguassu, da Reuters).

 

Pacote do governo pode iniciar

virada de expectativas, mas há desafios

O governo federal anunciou nesta quinta-feira uma série de ações para tentar estimular a economia, incluindo um programa de regularização tributária e medidas para fomentar a redução do custo do crédito, o que gerou elogios do setor financeiro, embora economistas e industriais ponderem dificuldades.

Veja a seguir comentários do setor financeiro e de economistas:

 

LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI, PRESIDENTE DO BRADESCO E CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS (CNF)

 

“O governo fez bem em encaminhar novas medidas para despertar no país o sentimento de que podemos vencer a crise, sair da recessão e produzir empregos. O seu conjunto demonstra harmonia e pode iniciar a virada das expectativas. A redução dos spreads foi uma questão enfatizada pelo presidente Michel Temer e o ministro (da Fazenda), Henrique Meirelles. É um anseio de toda a sociedade, inclusive de nós, do setor bancário. O ponto central, bastante elogiável, é que a discussão terá um caráter técnico, embasado, com aplicação ao longo do tempo. Apoiamos as medidas e vamos participar de forma ativa para compartilhar as soluções com toda a sociedade. A mensagem fundamental do governo foi a de que este é o lote inicial de medidas de eficiência da economia. Novas soluções serão apontadas ao longo de 2017.”

 

PAULO CAFFARELLI, PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL

 

“As medidas aprimoram as relações de consumo no país e fortalecem o ambiente de negócios das empresas. O Banco do Brasil participará ativamente dos debates, junto ao governo e aos demais agentes econômicos, para regulamentar as medidas, com o objetivo de estimular a atividade econômica.”

 

Bovespa sobe 0,3% com medidas para estimular

a economia e ganhos em siderurgia e mineração

A bolsa paulista encerrou com seu principal índice em alta nesta quinta-feira, com o anúncio de medidas para estimular a economia e os ganhos em ações de siderurgia e mineração ajudando a diminuir as preocupações com os juros norte-americanos e com a política local.

O Ibovespa subiu 0,32 por cento, a 58.396 pontos. O volume financeiro foi de 7,37 bilhões de reais.

 

Perto do fechamento dos negócios, o governo federal começou a anunciar seu pacote de medidas para estimular a economia, com a previsão de desburocratização para empresas e plano de regularização de dívidas tributárias.

Segundo operadores, em meio ao conturbado cenário político instalado em Brasília e com a retração econômica mais profunda e duradoura que o previsto inicialmente, medidas de estímulo à economia trazem algum alívio. O impacto no mercado deve ser percebido na sua totalidade na sessão de sexta-feira, uma vez que o governo ainda detalhava as medidas após o fechamento do pregão.

O mercado acionário brasileiro abriu esta sessão ainda pressionado pela decisão do Federal Reserve, na véspera, de subir o juro norte-americano em 0,25 ponto percentual, e sua sinalização de três altas em 2017, ante duas apontadas anteriormente. Além disso, a chair do Fed, Janet Yellen, disse que a eleição de Donald Trump colocou uma “nuvem de incerteza” sobre a autoridade monetária e levou algumas autoridades a mudar sua visão sobre o que está por vir.

 

DESTAQUES

– VALE PNA subiu 1,79 por cento VALE ON ganhou 1,26 por cento, revertendo as perdas vistas mais cedo e depois de acumularem queda superior a 10 por cento nos últimos cinco pregões. (Flavia Bohone, da Reuters).

 

Dólar fecha com alta de 1,14% ante real

após sinalização do Fed sobre juros

O dólar terminou com forte alta ante o real nesta quinta-feira, após a decisão do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, de elevar a taxa de juros pela primeira vez em um ano e sinalizar três altas em 2017.

Com juros mais altos, os recursos aplicados em países como o Brasil acabam sendo direcionados de volta aos EUA, pressionando as demais moedas.

O dólar avançou 1,14 por cento, a 3,3713 reais na venda. Na máxima, a moeda chegou a 3,4092 reais, alta de 2,28 por cento. A última vez que o dólar havia tocado no nível de 3,40 reais no intradia havia sido no dia 12 de dezembro, quando marcou 3,4090 reais. Na mínima desta sessão, o dólar recuou a 3,3671 reais.

“O mercado não estava preparado para a indicação de três altas de juros no próximo ano e isso obrigava uma correção”, disse o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado.

O movimento de correção foi mais intenso durante a manhã. Ao longo da sessão, a moeda sofreu muita oscilação e acabou terminando longe da máxima do dia.

“A volatilidade imperou, com muito giro curto, operações de day-trade. Apesar da correção necessária do Fed, os investidores não estão querendo se posicionar e dá espaço para esse forte vaivém”, comentou o diretor de operações da Mirae Asset, Pablo Spyer.

A leitura é de que essa correção também seja suavizada à medida que o tempo for passando, até porque são muitas as variáveis que um banco central leva em conta para tomar sua decisão sobre juros.

“A indicação do Fed (sobre as próximas altas de juros) não é garantia de nada”, disse Machado. (Claudia Violante, da Reuters).