Dólar sobe 1% na primeira sessão de 2017 e fecha a R$ 3,282

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02/01/2017

Moedas

Dólar Comercial: 3,2811 (compra) 3,2818 (venda) +0,99% (variação)

Dólar Turismo: 3,1200 (compra) 3,4500 (venda) +0,88% (variação)

Euro Comercial: 3,4375(compra) 3,4414 (venda) +0,36% (variação)

Libra: 4,0318 (compra) 4,0383 (venda) +0,55% (variação)

Guarani: 1.670 (compra) 1.770 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 19h36)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -1,06% (59.588,7) nesta segunda-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 70,00(BA) 70,49(GO) 69,72(MG) 65,94(MS) 64,78(MT) 67,62(PR) 68,57(RS)  72,33(SC) 71,81(SP)

Milho: 44,42(BA) 33,28(GO) 35,04(MG) 27,94(MS) 24,76(MT) 29,64(PR) 33,87(RS) 35,78(SC) 34,85(SP)

Algodão: 86,50(BA) 63,56(GO) 90,97(MG) 70,00(MS) 83,69(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,57(PR) 48,84(RS) 59,24(SP)

Feijão: 240,00(BA) 194,91(PR) 225,26(RS) 198,75(SC) 161,20(SP)

 

Bovinos: 157,53(BA) 140,81(GO) 148,71(MG) 136,75(MS) 126,18(MT) 149,24(PR) 4,86(RS) 154,61(SC) 149,21(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,87(PR) 2,41(SC) 3,30(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 18h07)

 

Petróleo (Brent): US$ 54,920 (+0,44%)

Ouro: US$ 1152,650 a onça-troy (0,00%)

Prata: US$ 15,943 (+0,00%)

Platina: US$ 907,250(+0,00%)

Paládio: US$ 681,500 (-0,00%)

(Fonte Uol – fechado às 19h44)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,18%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,18% (Nov/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,07 (Nov/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

Dólar sobe 1% na primeira sessão de 2017 e fecha a R$ 3,282

O dólar comercial fechou a primeira sessão de 2017 em alta. A moeda norte-americana subiu 0,99% nesta segunda-feira (2), a R$ 3,282 na venda. O dólar acumulou desvalorização de 17,69% em 2016, a primeira queda anual desde 2010.

Cenário externo

O dia foi de poucos negócios, com os mercados fechados nos Estados Unidos. Nesta semana, os mercados voltam as atenções para a divulgação, na quarta-feira, da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve, em que o banco central norte-americano elevou a taxa de juros em 0,25 ponto percentual.

Juros mais altos nos EUA poderiam atrair para lá recursos atualmente investidos em outros países onde os rendimentos são maiores, como é o caso do Brasil. Os investidores também aguardam os dados de emprego nos EUA em dezembro, na sexta-feira.

Contexto brasileiro

O operador de uma corretora disse à agência de notícias Reuters que os negócios brasileiros tiveram um “respiro” no fim de 2016 com o recesso parlamentar e sem novidades, pelo menos por ora, da operação Lava Jato, o que ajudou a diminuir a tensão política em Brasília.

“As notícias que poderiam trazer alguma tensão diminuíram, ao mesmo tempo em que as medidas econômicas anunciadas pelo governo nas últimas semanas foram bem aceitas”, disse ele.

Atuações do BC

O Banco Central brasileiro não anunciou nenhuma intervenção no mercado de câmbio para esta sessão. O BC não atua no mercado desde 13 de dezembro.

 

(Com Reuters)

 

Magazine Luiza ganha 502% na Bolsa em 2016; veja as ações que mais subiram

luiza

 

As ações do Magazine Luiza (MGLU3) começaram 2016 cotadas a R$ 17,65 e terminaram o ano valendo R$ 106,17 –uma valorização de 501,53%. Este foi o maior salto percentual registrado na Bolsa de Valores brasileira no ano passado, segundo cálculos da consultoria Economatica*. De 107 ações, 85 tiveram alta no ano.

Veja a seguir as ações que mais ganharam valor, em termos percentuais, entre 31 de dezembro de 2015 e 29 de dezembro de 2016, último dia de negociações na Bolsa no ano passado:

Magazine Luiza (MGLU3): alta de 501,53% no ano (de R$ 17,65 para R$ 106,17)

Eletrobras (ELET3): 296,01% (de R$ 5,76 para R$ 22,81)

Sanepar (SAPR4): 267,65% (de R$ 2,92 para R$ 10,75)

Via Varejo (VVAR11): 229,15% (de R$ 3,27 para R$ 10,75).

Bradespar (BRAP4): 199,92% (de R$ 4,95 para R$ 14,85)

Metalúrgica Gerdau (GOAU4): 192,05% (de R$ 1,64 para R$ 4,80)

CSN (CSNA3): 171,25% (de R$ 4 para R$ 10,85)

Usiminas (USIM5): 169,03% (de R$ 1,52 para R$ 4,10)

Eletrobras (ELET6): 147,99% (de R$ 10,44 para R$ 25,89)

Ser Educacional (SEER3): 146,87% (de R$ 7,56 para R$ 18,67)

 

Vale e Petrobras

Os papéis preferenciais da mineradora Vale (VALE5), com prioridade na distribuição de dividendos, ficaram em 14º lugar, com alta de 129,21%. Eles valiam R$ 10,18 no fim de 2015 e chegaram a R$ 23,34 no fim de 2016.

As ações ordinárias (VALE3), com direito a voto em assembleia, tiveram alta de 98,24% (passaram de R$ 12,95 para R$ 25,68) e ficaram em 17º lugar na lista das maiores valorizações no ano.  As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) ficaram em 15º lugar, com alta de 121,94% (de R$ 6,70 para R$ 14,87). As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) subiram 97,67% (de R$ 8,57 para R$ 16,94) e terminaram o ano em 18º na lista.

 

Em busca de custos menores, empresas brasileiras abrem fábricas no Paraguai

 

Enquanto o desemprego no Brasil se aproxima de 12% em meio a dois anos seguidos de encolhimento da economia, há indústrias brasileiras abrindo novas fábricas e criando milhares de novos empregos diretos. Esses investimentos, no entanto, são realizados no Paraguai, país que quer aproveitar a proximidade com o Brasil para ser uma plataforma de produção barata e livre de burocracia para o abastecimento do mercado de consumo brasileiro.

A estratégia de atrair investimentos e empregos ao abrir mão da cobrança de impostos tem dado resultado. A lei da maquila, que garante o pagamento de apenas 1% de tributo às companhias que abrirem fábricas no Paraguai e exportarem 100% da produção, existe desde 1997. Outras vantagens incluem gastos menores com mão de obra e energia elétrica. O salto quantitativo desse programa, porém, se deu nos últimos três anos – justamente quando a economia brasileira começou a andar para trás.

Embora o total de empregos gerado pelas “maquiladoras” ainda seja pequeno em comparação ao tamanho da economia brasileira, o ritmo de migração de investimentos do Brasil para o Paraguai está em aceleração. Das 124 indústrias incluídas no programa de maquilas, 78 abriram as portas desde 2014. Dos 11,3 mil empregos gerados pelo programa, 6,7 mil são fruto dos investimentos dos últimos três anos. E existem mais projetos de expansão que devem gerar milhares de vagas em 2017.

 

Interesse

O Foro Brasil-Paraguai, sediado em Assunção e dedicado exclusivamente a apresentar as oportunidades do país a brasileiros, recebe dezenas de consultas por semana. A entidade calcula que dois terços dos investimentos no Paraguai nos últimos anos sejam de empresas de capital brasileiro. Mas o País também tem um forte peso no terço restante: as montadoras estrangeiras começaram a produzir peças em solo paraguaio para abastecer as montadoras instaladas no Brasil.

A transformação do Paraguai em uma “China da América do Sul” é um projeto do presidente Horacio Cartes, no poder há três anos. A prioridade de Cartes – que também é um dos empresários paraguaios mais ricos – é gerar empregos para a mão de obra paraguaia. Mais de 70% da população de 6,8 milhões de habitantes tem menos de 30 anos e boa parte ainda atua na informalidade.

A estratégia é elogiada pelo setor produtivo. Cartes, porém, enfrenta críticas por ter abandonado programas sociais, em especial no interior. Durante a passagem da reportagem por Assunção houve um protesto contra o atual presidente – com direito a cartazes “Fora Cartes”. Uma recente pesquisa põe o índice de popularidade do presidente em 23%, um dos mais baixos da América Latina. Além disso, o socialista Fernando Lugo, deposto em 2012, é um nome que ganha força para as eleições de 2018.