Dólar salta 2,4% e fecha a R$ 3,468, maior valor em mais de 5 meses

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01/12/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,4670 (compra) 3,4685 (venda) +2,40% (variação)

Dólar Turismo: 3,2900 (compra) 3,6400 (venda) +1,96% (variação)

Euro Comercial: 3,8143(compra) 3,8180 (venda) +6,42% (variação)

Libra: 4,5001 (compra) 4,5055 (venda) +6,44% (variação)

Guarani: 1.620 (compra) 1.700 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -3,88% (59.506,54) nesta quinta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 72,50(BA) 70,94(GO) 72,80(MG) 69,50(MS) 66,67(MT) 69,56(PR) 70,30(RS)  72,55(SC) 73,29(SP)

Milho: 45,17(BA) 35,28(GO) 39,79(MG) 28,78(MS) 25,57(MT) 30,28(PR) 36,81(RS) 37,35(SC) 34,80(SP)

Algodão: 84,48(BA) 67,00(GO) 86,29(MG) 68,00(MS) 81,68(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 69,33(PR) 48,97(RS) 59,48(SP)

Feijão: 210,83(BA) 211,43(PR) 213,17(RS) 202,20(SC) 163,65(SP)

 

Bovinos: 159,28(BA) 141,88(GO) 147,71(MG) 139,75(MS) 127,90(MT) 150,45(PR) 4,87(RS) 157,71(SC) 150,39(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,03(PR) 2,40(SC) 3,10(SP)

(Fonte: Agrolink)

 

Petróleo (Brent): US$ 51,790 (0,00%)

Ouro: US$ 1176,900 a onça-troy (-0,11%)

Prata: US$ 16,680 (-0,21%)

Platina: US$ 922,050 (-0,18%)

Paládio: US$ 756,520 (+0,04%)

(Fonte Uol)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,19%

CDI: +13,63%

SELIC: +14,00% (30/11)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,27 (Out/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Ibovespa cai 3,9% com receios políticos

e cautela ante acordo de leniência da Odebrecht

O mercado acionário brasileiro encerrou o primeiro pregão de dezembro com a maior queda em 10 meses, em meio à cautela com o cenário político doméstico e receios com notícias sobre acordo de leniência da Odebrecht.

O Ibovespa caiu 3,88 por cento, a 59.506 pontos. A perda foi a maior desde 2 de fevereiro (-4,87 por cento).

O último mês do ano começou com volume financeiro elevado, somando 11,9 bilhões de reais, acima da média diária para o ano até a véspera, de 7,37 bilhões de reais.

As inquietações no campo político, em meio à aprovação de texto desconfigurado na Câmara dos Deputados de medidas contra corrupção, dias após a crise que culminou com mais uma baixa na equipe do presidente Michel Temer, voltaram à tona nesta sessão. Os receios foram ampliados perto da reta final do pregão por notícias de que a Odebrecht começou a assinar acordo de colaboração com os procuradores da operação Lava Jato.

O mau humor foi predominante na sessão que iniciou o dia pressionada ainda por uma nova fase da operação Zelotes, com a Polícia Federal investigando suspeitas de manipulação de julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), tendo entre os alvos o Itaú Unibanco e o BankBoston.

Destaques

ITAÚ UNIBANCO caiu 4,57 por cento tendo no radar a nova fase da operação Zelotes e após a alta da véspera, de quase 2 por cento. BRADESCO PN perdeu 5,58 por cento. (Por Flavia Bohone, da Reuters).

 

Dólar dispara 2,5% e encosta em R$3,47,

com exterior e política local

O dólar saltou 2,4 por cento nesta quinta-feira e encostou no patamar de 3,47 reais, maior nível em cinco meses e meio, influenciado pelo cenário político doméstico e por temores com os próximos passos do Federal Reserve, banco central norte-americano.

O dólar avançou 2,40 por cento, a 3,4685 reais na venda, maior nível de fechamento desde 16 de junho (3,4700 reais). Em novembro, o dólar já havia acumulado valorização de 6,18 por cento, a maior mensal desde setembro de 2015.

Na mínima desta sessão, a moeda norte-americana marcou 3,3825 reais e, na máxima, foi a 3,4804 reais. O dólar futuro subia cerca de 2,5 por cento no final desta tarde.

“O cenário político está conturbado, o que pressiona a moeda (norte-americana)”, resumiu o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello.

Ele se referia à manobra frustrada do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de tentar aprovar urgência para votar o texto desfigurado das 10 medidas anticorrupção e que foram alvos de críticas pelo Ministério Público. Renan será julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, por crime de falsidade ideológica, uso de documento falso e peculato.

A situação política mais sensível preocupa os investidores porque pode atrapalhar a votação de importantes medidas econômicas no Congresso Nacional.

Outro fator de preocupação foi o Fed, que se reunirá neste mês para definir o rumo da taxa de juros, com expectativas amplas dos agentes econômicos de que serão elevados. O mercado vai procurar pistas sobre o ciclo de aperto, sobretudo após a eleição de Donald Trump, que pode adotar uma política econômica inflacionária e pressionar o Fed por mais altas de juros.

“As incertezas domésticas somadas ao exterior acabaram gerando uma onda de ‘stops’. Quando o mercado está nervoso, qualquer coisa acaba superdimensionada”, comentou um operador de uma corretora nacional.   (Por Claudia Violante, da Reuters).

 

Sede da Odebrecht é fotografada em São Paulo, Brasil 22/03/2016 REUTERS/Paulo Whitaker/File photo
Sede da Odebrecht é fotografada em São Paulo, Brasil. (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)

Odebrecht admite “práticas impróprias” e quer

vender R$12 bi em ativos até meados de 2017

A Odebrecht admitiu nesta quinta-feira que participou de práticas empresariais impróprias e anunciou uma série de medidas destinadas a melhorar a governança e a manter a solidez financeira do grupo, um dos principais alvos do escândalo de corrupção investigado pela operação Lava Jato.

“O que mais importa é que reconhecemos nosso envolvimento, fomos coniventes com tais práticas e não as combatemos como deveríamos”, disse a maior empreiteira da América Latina em comunicado.

Mas o comunicado não mencionou a assinatura de um acordo de leniência com procuradores da Lava Jato, no qual o grupo aceitou pagar multa de 6,7 bilhões de reais, segundo publicou a Reuters, citando fonte ligada ao Ministério Público.

O acordo de leniência abre caminho para a assinatura de acordos de delação premiada com 77 executivos e funcionários da Odebrecht, incluindo o ex-presidente Marcelo Odebrecht, preso em Curitiba e condenado a 19 anos e 4 meses de prisão em ação da Lava Jato.

No documento, intitulado “Desculpe, a Odebrecht errou”, o grupo também anunciou um conjunto de compromissos de atuação futura, incluindo o de não tolerar corrupção e de ter pelo menos 20 por cento de membros independentes no conselho de administração.

No plano financeiro, a companhia informou que está executando um plano destinado a garantir sua solidez financeira, incluindo a venda de cerca de 12 bilhões de reais em ativos até meados de 2017. Desse total, já foi alienado o equivalente a 5 bilhões de reais.

O programa já envolveu a venda da fatia de 70 por cento na Odebrecht Ambiental, pelo equivalente a 878 milhões de dólares, em outubro; de 57 por cento da concessão rodoviária Rutas de Lima, no Peru; de 100 por cento da Concessionaria Trasvase Olmos e H2Olmos, de concessões de irrigação no Peru; e da Odebrecht Energias Alternativas.

Além disso, o grupo ainda negocia a venda de participação de 28,6 por cento na empresa de energia Santo Antônio Energia; de uma usina hidrelétrica e de um gasoduto no Peru; de participação em um bloco de petróleo em Angola; e das unidades de tratamento de águas industrias Cetrel, Ecosteel Gestão de Águas e Ecosteel Gestão de Efluentes Industriais.

Simultaneamente à reestruturação da unidade Odebrecht Agroindustrial, a Odebrecht Óleo e Gás negocia com detentores de títulos de sua subsidiária Odebrecht Offshore, afetados pela rescisão pela Petrobras, em 2015, de um unidade de perfuração para exploração de petróleo. (Por Aluísio Alves, da Reuters).

 

Administrador judicial da Oi na Holanda pede converter

suspensão de pagamento em pedido de falência

A Oi (OIBR3.SA: Cotações) informou nesta quinta-feira que os administradores judiciais que coordenam a suspensão de pagamentos de subsidiárias na Holanda protocolaram pedidos de conversão dos processos em procedimentos de falência.

Segundo a companhia, a Corte Distrital de Amsterdã determinou que uma audiência em relação aos pedidos aconteça em 12 de janeiro.

“A Oi reitera que a eventual conversão estaria restrita à jurisdição e lei holandesas e espera que disso não resultem impactos significativos na recuperação judicial, no seu caixa e nem no dia a dia da companhia no Brasil”, afirmou a empresa. (Por Aluísio Alves, da Reuter).

 

Valor do metro quadrado para venda fica estável

e para aluguel cai em novembro no Brasil, diz pesquisa

O preço do metro quadrado de imóveis para venda no Brasil ficou praticamente estável em novembro sobre outubro, enquanto o valor do aluguel caiu 0,41 por cento, segundo dados do portal imobiliário VivaReal, divulgados nesta quinta-feira.

O valor nominal médio do metro quadrado para venda no mês passado no país foi de 4.870 reais ante 4.867 em outubro. Sobre o mesmo período do ano passado, houve queda de 0,28 por cento.

O levantamento considera 30 cidades em diferentes regiões do país e mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel.

Em comparação com outubro, as cidades que apresentaram maior valorização no metro quadrado para venda foram Goiânia (+4,89 por cento), Belo Horizonte (+2,16 por cento), Florianópolis (+1,95 por cento), Fortaleza (+1,66 por cento) e Rio de Janeiro (+0,93 por cento).

Já entre as que mais desvalorizaram estão Niterói (-2,44 por cento), Natal (-1,44 por cento), Ribeirão Preto (-1,23 por cento), Curitiba (-1,14 por cento), Joinville (-1,01 por cento) e Salvador (-0,57 por cento). (Por Alberto Alerigi Jr. Da Reuters).

 

Vendas na Black Friday no Brasil sobem

8,7% ante 2015, segundo índice Cielo

O faturamento com as vendas na Black Friday teve crescimento nominal de 8,7 por cento neste ano na comparação com 2015, de acordo com análise dos dados do Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) divulgada nesta quinta-feira.

Considerando apenas as vendas online, a alta foi de 21,6 por cento na comparação anual, mostrou o índice que acompanha a evolução do varejo brasileiro com base nos pontos de vendas credenciados da Cielo.

 

Os setores que mais cresceram este ano ante igual período do ano anterior foram turismo e transporte (20,7 por cento), móveis, eletro e lojas de departamento (18,8 por cento) e supermercados e hipermercados (16,1 por cento), conforme o levantamento.

No caso do comércio eletrônico apenas, o setor de varejo alimentício especializado liderou, com crescimento de 27,8 por cento.

O ticket médio no varejo total foi de 114 reais, alta de 8,7 por cento em relação à Black Friday de 2015. No comércio eletrônico, o ticket médio foi de 400 reais, elevação 11,3 por cento. (Por Paula Arend Laier, da Reuters).