Dólar fecha quase estável, a R$ 3,172, após três quedas seguidas

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24/01/2017

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,1695 (compra) 3,1715 (venda) +0,09% (variação)

Dólar Turismo: 3,1500 (compra) 3,3400 (venda) +0,60% (variação)

Euro Comercial: 3,4025(compra) 3,4059 (venda) +0,11% (variação)

Libra: 3,9666 (compra) 3,9707 (venda) +0,33% (variação)

Guarani: 1.740 (compra) 1.800 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 18h16)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +1,90% (65.748,62) nesta segunda-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 70,50(BA) 69,64(GO) 67,55(MG) 65,63(MS) 62,59(MT) 64,58(PR) 67,50(RS)  72,33(SC) 70,77(SP)

Milho: 44,25(BA) 31,99(GO) 35,52(MG) 25,67(MS) 23,92(MT) 28,24(PR) 28,88(RS) 35,17(SC) 32,85(SP)

Algodão: 98,14(BA) 63,56(GO) 91,46(MG) 70,00(MS) 87,84(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,57(PR) 48,70(RS) 58,26(SP)

Feijão: 237,00(BA) 162,43(PR) 206,44(RS) 198,75(SC) 144,60(SP)

 

Bovinos: 152,91(BA) 136,83(GO) 142,04(MG) 134,88(MS) 126,15(MT) 149,18(PR) 4,94(RS) 154,61(SC) 149,31(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,82(PR) 2,41(SC) 2,50(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 18h13)

 

Petróleo (Brent): US$ 54,560 (-0,18%)

Ouro: US$ 1209,780 a onça-troy (-0,04%)

Prata: US$ 17,140 (0,00%)

Platina: US$ 997,300 (-0,49%)

Paládio: US$ 790,770 (+0,03%)

(Fonte Uol – fechado às 18h18)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,19%

CDI: +12,88%

SELIC: +13,00% (2/12)

IPCA: +0,30% (Dez/16).

IPC-Fipe: +0,72 (Dez/16)

IGP-M: +0,54 (Dez/16)

INPC: +0,14 (Dez/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

2017

– Jan/2017: R$ 3,5719

 

2016

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

 

2017

– Jan/Fev-2017: R$ 24,43

 

2016

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

BC simplifica regras dos recolhimentos

compulsórios para reduzir custo do crédito

O Banco Central anunciou nesta terça-feira a simplificação regras e harmonização de procedimentos operacionais relacionados aos recolhimentos compulsórios buscando com isso diminuir o custo do crédito ao longo do tempo. Em nota, o BC ressaltou que a medida não objetiva ter impacto monetário sobre o montante dos recolhimentos compulsórios mantidos no BC. (Reuters).

 

Ibovespa sobe pelo 3º dia e renova

máxima desde 2012 com suporte de Vale

O mercado acionário brasileiro terminou no azul pelo terceiro pregão consecutivo nesta terça-feira, com o principal índice da Bovespa apoiando-se nos ganhos da Vale para renovar a máxima desde março de 2012.

O Ibovespa subiu 0,14 por cento, a 65.840 por cento, no maior patamar de fechamento desde 27 de março de 2012. Na máxima do dia, o indicador chegou a subir 0,6 por cento, atingindo 66.172 pontos.

O giro financeiro somou 9,02 bilhões de reais, superando a média diária de 6,745 bilhões de reais para 2017 apurada até a véspera.

Conforme operadores, o Ibovespa tem encontrado suporte principalmente nos papéis de empresas que negociam matérias-primas. “As commodities continuam dando ritmo ao mercado”, comentou o analista Raphael Figueredo, da Clear Corretora.

Na avaliação dele, o potencial de alta da bolsa paulista ainda não se esgotou. “A bolsa está mudando de patamar e ninguém quer perder, por isso vemos essa correria, esse ritmo de euforia, de rali”, disse.

Mas movimentos pontuais de realizações de lucros não podem ser descartados, segundo o gerente da mesa de Bovespa da Hencorp Commcor Ariovaldo dos Santos.

“É natural realizar um pouco porque não há nada novo que explique as altas (do mercado) além do corte que foi feito na taxa de juro. É tudo na base da expectativa”, afirmou. (Por Gabriela Mello, da Reuters).

 

Dólar fecha praticamente estável,

de olho na cena externa

O dólar encerrou a terça-feira praticamente estável sobre o real, após recuar nos três pregões passados, de olho no comportamento da moeda norte-americana no exterior.

O dólar avançou 0,09 por cento, a 3,1715 reais na venda, após acumular queda de 1,56 por cento nas três sessões anteriores.

Na mínima do dia, a moeda norte-americana marcou 3,1592 reais e, na máxima, 3,1759 reais. O dólar futuro subia cerca de 0,20 por cento no final da tarde.

“O mercado está indefinido. Chegou num patamar em que aguarda novidades que justifiquem tomar uma posição”, argumentou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado.

No exterior, o dólar tinha leve alta ante uma cesta de moedas, mas seguia perto dos seus níveis mais baixos desde dezembro, pressionado pelas preocupações que o presidente de Estados Unidos, Donald Trump, está focando mais no protecionismo e menos nas políticas econômicas para incentivar o crescimento.

Por outro lado, o dólar exibia queda ante algumas divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano.

Internamente, o patamar de 3,15 reais acabou se tornando um suporte informal do mercado. Na véspera, o dólar chegou a ser negociado neste nível, mas acabou atraindo compras e fechou o dia longe das mínimas.

“Nesse patamar, acaba havendo defesa, entrando compras. É preciso uma notícia relevante para o dólar furar o nível de 3,15 reais”, comentou um profissional da mesa de câmbio de uma corretora doméstica. (Por Claudia Violante, da Reuters).

 

oi
Em recuperação judicial, empresa se afunda cada vez mais. (Foto: Divulgação).

Sem solução de mercado, Oi pode sofrer

intervenção sem dinheiro público, diz Kassab

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, disse nesta terça-feira que a Oi OIBR3.SA, que está em recuperação judicial, pode sofrer uma intervenção do governo federal se não encontrar uma solução de mercado, mas descartou o uso de dinheiro público.

“É uma decisão que pertence ao mercado e espero que essa solução exista. Não existindo, caberá ao governo, através da Anatel, fazer a intervenção”, disse Kassab a jornalistas. “O que estiver ao alcance do governo para apoiar essa solução será feito, desde que não seja no campo do privilégio ou com recursos públicos”, acrescentou. (Por Lisandra Paraguassu, da Reuters).