Dólar cai pelo 3º dia e fecha a R$ 3,332, de olho em dívida dos EUA

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Print
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

21/12/2016

Moedas

Dólar Comercial: 3,3305 (compra) 3,3320 (venda) -0,35% (variação)

Dólar Turismo: 3,1600 (compra) 3,4900 (venda) – 0,85% (variação)

Euro Comercial: 3,4672(compra) 3,4693 (venda) -0,51% (variação)

Libra: 4,1089 (compra) 4,1115 (venda) -0,92% (variação)

Guarani: 1.640 (compra) 1.720 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 19h08)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em + 0,11% (57.646,52 pts) nesta quarta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 70,50(BA) 70,49(GO) 69,72(MG) 68,38(MS) 65,01(MT) 69,33(PR) 69,26(RS)  72,33(SC) 72,53(SP)

Milho: 44,42(BA) 33,85(GO) 35,35(MG) 28,89(MS) 25,38(MT) 29,68(PR) 34,55(RS) 35,83(SC) 35,38(SP)

Algodão: 86,50(BA) 61,95(GO) 90,97(MG) 70,00(MS) 83,69(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,33(PR) 48,85(RS) 59,48(SP)

Feijão: 240,00(BA) 198,04(PR) 231,39(RS) 198,75(SC) 169,35(SP)

 

Bovinos: 158,28(BA) 140,93(GO) 148,96(MG) 135,13(MS) 126,18(MT) 149,25(PR) 4,81(RS) 157,71(SC) 149,21(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,01(PR) 2,41(SC) 3,00(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 19h22)

 

Petróleo (Brent): US$ 52,720 (-3,48%)

Ouro: US$ 1130,750 a onça-troy (0,00%)

Prata: US$ 15,960 (0,00%)

Platina: US$ 921,000 (0,00%)

Paládio: US$ 661,020 (0,00%)

(Fonte Uol – fechado às 19h28)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,18%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,18% (Nov/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,07 (Nov/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Dólar cai pelo 3º dia e fecha a R$ 3,332,

de olho em dívida dos Estados

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (21) em queda de 0,35%, cotado a R$ 3,332 na venda. É a terceira baixa seguida da moeda norte-americana, que havia caído 0,83% na véspera.

Com isso, o dólar acumula baixa de 1,63% no mês e de 15,6% no ano. A semana tem sido de poucos negócios.

Investidores estavam de olho no quadro político e econômico brasileiro. Na véspera, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de renegociação da dívida dos Estados sem as contrapartidas exigidas pelo governo.

Nesta quarta-feira, o presidente Michel Temer minimizou a derrota e reafirmou que os Estados que pedirem à União recuperação fiscal terão de apresentar contrapartidas.

Pela manhã, a divulgação de dados sobre a inflação no país animaram o mercado. A prévia da inflação de dezembro veio melhor que o esperado por analistas e favorece que o Banco Central corte os juros com mais força em janeiro.

O Banco Central novamente não fez nenhuma intervenção no câmbio. O último dia em que atuou no mercado foi em 13 de dezembro.

No exterior, investidores continuavam na expectativas de novos aumentos na taxa de juros no Estados Unidos, após a presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), Janet Yellen, falar com otimismo sobre o mercado de trabalho norte-americano.

 

ministro
O governo federal não está de mãos atadas”, diz Meirelles. (Foto: Divulgação).

Reforma da Previdência é prioridade para

governo no próximo ano, diz Meirelles

Após a aprovação do teto para os gastos públicos, as mudanças na Previdência Social passam a ser prioridade do governo em 2017, disse hoje (21) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Em café da manhã com jornalistas, ele declarou que este será o principal item da agenda do governo no próximo ano.

“A priorização é fundamental em qualquer atividade, inclusive na atividade legislativa, não há dúvida. A prioridade número 1, certamente, é a reforma da Previdência”, disse Meirelles. Ele também destacou as medidas microeconômicas que pretendem aumentar a produtividade do país, as mudanças tecnológicas que facilitam a vida dos cidadãos e das empresas, como a simplificação do pagamento de impostos e de obrigações trabalhistas.

“O governo federal não está de mãos atadas. Tem adotado ações positivas para o crescimento. Este governo não adotará práticas artificialistas, que levaram a grandes fracassos no passado. Não há ideias iluminadas para que a economia comece a crescer rapidamente. A economia tem sua dinâmica”, enfatizou.

Para o ministro, este ano mostrou que o Brasil está enfrentando questões fundamentais e empenhado em resolver os problemas fiscais. Sobre o projeto que cria condições especiais de renegociação para os estados mais afetados pela crise econômica, Meirelles minimizou a derrota na votação de ontem (20) e disse que as contrapartidas derrubadas pelos deputados serão mantidas nas negociações individuais com os estados que pedirem socorro.

“Adotamos uma postura firme de que o ajuste fiscal é condição essencial. Os estados terão de apresentar as condições a serem aprovados pelo governo. Se não cumprirem, serão excluídos [do programa]. O projeto mantém o essencial porque os estados terão de fazer os ajustes para serem aprovados pelo Ministério da Fazenda e homologados pelo presidente Michel Temer”, declarou.

O ministro não quis antecipar se o presidente Temer irá sancionar ou vetar o texto aprovado na Câmara dos Deputados. Segundo Meirelles, todas as possibilidades estão sendo estudadas. “Nossa posição é de responsabilidade. Não se precipitar e não tomar reações não bem pensadas. Não temos nossa decisão aqui na manhã do primeiro dia [seguinte à derrota na Câmara]”, afirmou.

 

Bovespa fecha em leve alta em sessão

volátil; Braskem é destaque positivo

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão desta quarta-feira no azul, em sessão marcada por volatilidade em meio à liquidez reduzida devido à proximidade do fim do ano e tendo as ações Braskem entre os destaques positivos.

O Ibovespa subiu 0,11 por cento, a 57.646 pontos. No melhor momento do dia, o índice subiu 0,8 por cento, atingindo os 58 mil pontos e recuou 0,6 por cento na mínima da sessão.

O giro financeiro foi de 5,45 bilhões de reais, abaixo da média diária para o mês até a véspera, de 9,73 bilhões de reais e também inferior da média diária para o ano, de 7,5 bilhões de reais.

As insistentes preocupações com o cenário político adicionaram volatilidade, com investidores ainda atentos à possibilidade de novas delações no âmbito da operação Lava Jato e seus potenciais impactos para a governabilidade.

Além disso, sinais de atritos entre Executivo e Legislativo também despertaram atenção, após a Câmara dos Deputados aprovar na véspera o projeto da dívida dos Estados, contrariando o Ministério da Fazenda ao retirar parte das contrapartidas que promoveriam ajustes fiscais nas contas estaduais.

No âmbito econômico, o destaque da sessão foi a prévia da inflação oficial do país em dezembro, que foi a mais baixa para o mês desde 1998. No ano, a alta acumulada é de 6,58 por cento, a menor desde 2014. Os dados do IPCA-15 abrem espaço para o Banco Central acelerar o ritmo de corte de juros no país. (Da Reuters).