Dólar cai no 4º dia e fecha a R$ 3,167, com eleições nos EUA

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08/11/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,1669 (compra) 3,1674 (venda) -1,16% (variação)

Dólar Turismo: 3,0000 (compra) 3,3300 (venda) -0,89% (variação)

Euro Comercial: 3,4892(compra) 3,4944 (venda) -1,19% (variação)

Libra: 3,9210 (compra) 3,9256 (venda) -1,18% (variação)

Guarani: 1.720 (compra) 1.780 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,17% (64.157,68) nesta terça-feira.

 

Commodities

Soja: 68,00(BA) 71,32(GO) 73,76(MG) 66,25(MS) 66,53(MT) 66,75(PR) 66,75(RS)  69,18(SC) 71,74(SP)

Milho: 45,83(BA) 38,37(GO) 42,04(MG) 29,89(MS) 27,23(MT) 31,21(PR) 40,04(RS) 38,45(SC) 35,22(SP)

Algodão: 85,40(BA) 62,14(GO) 83,67(MG) 68,00(MS) 78,52(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 69,67(PR) 49,12(RS) 61,19(SP)

Feijão: 215,83(BA) 227,75(PR) 215,45(RS) 202,20(SC) 221,45(SP)

 

Bovinos: 152,34(BA) 141,05(GO) 145,90(MG) 140,25(MS) 130,23(MT) 150,67(PR) 4,92(RS) 160,71(SC) 150,43(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,92(PR) 2,42(SC) 3,10(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 42,730 (0,00%)

Ouro: US$ 1272,000 a onça-troy (+0,16%)

Prata: US$ 18,375 (+0,11%)

Platina: US$ 1006,750 (+0,45%)

Paládio: US$ 666,550 (+0,11%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,19%

CDI: +13,88%

SELIC: +14,00% (20/10)

IPCA: +0,08% (Set/16).

IPC-Fipe: +0,27

IGP-M: +0,16

INPC: +0,08

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Petrobras anuncia redução de 3,1%

no preço da gasolina nas refinarias

A Petrobras anunciou nesta terça-feira que decidiu reduzir em 3,1 por cento o preço da gasolina nas refinarias e o preço do diesel em 10,4 por cento, a partir da meia-noite desta terça-feira.

Em comunicado, a estatal disse que a decisão aconteceu por conta da queda recente dos preços do petróleo nos mercados internacionais e pela redução da participação da empresa nas vendas no mercado interno.

“Essas variáveis justificaram uma correção maior nos preços do diesel que na gasolina”, disse a estatal.

No comunicado, a Petrobras repete que a metodologia definida pela empresa “prevê a revisão dos preços cobrados nas refinarias pelo menos uma vez por mês após análise do comitê formado pelo presidente da companhia, o diretor de Refino e Gás Natural e o diretor Financeiro e de Relação com Investidores”.

A decisão será detalhada na manhã de quarta-feira em entrevista coletiva do diretor de Refino e Gás Natural da Petrobras, Jorge Celestino, informou a companhia. (Por Eduardo Simões, da Reuters).

 

Ibovespa tem leve alta no fim de sessão

volátil, à espera de eleição nos EUA

O principal índice da Bovespa fechou esta terça-feira em leve alta no fim de outra sessão volátil, com investidores adotando cautela no dia da eleição presidencial nos Estados Unidos.

O Ibovespa teve variação positiva de 0,17 por cento, a 64.157 pontos, após ter subido mais de 1 por cento na máxima da sessão e caído pouco mais de 1 por cento na mínima.

O giro financeiro do pregão foi de 7,27 bilhões de reais, abaixo da média diária do mês até a véspera, de 8,6 bilhões.

O foco na eleição norte-americana tem dado o tom dos negócios. O receio pela vitória de Donald Trump levou o Ibovespa a acumular queda de 5,1 por cento nos três primeiros pregões de novembro e a subir quase 4 por cento na véspera, com a melhora nas perspectivas para eleição da democrata Hillary Clinton.

“Se a Hillary ganhar o mercado pode até realizar, porque já teve a alta forte ontem e hoje subiu um pouquinho também”, disse o gerente da corretora H.Commcor Ari Santos, para quem a ansiedade com a eleição dos EUA se sobrepôs ao noticiário local.

 

DESTAQUES

– VALE PNA subiu 1,8 por cento e VALE ON avançou 3,63 por cento, noutro dia de alta do preço do minério de ferro para entrega imediata no porto chinês de Tianjin. (Por Flavia Bohone, da Reuters).

 

Dólar cai mais de 1% ante o real com

expectativa de vitória de Hillary

O dólar caiu mais de 1 por cento nesta terça-feira, quarta sessão consecutiva de perdas e a caminho de 3,15 reais, influenciado pelo avanço das expectativas de vitória da candidata democrata Hillary Clinton nas eleições presidenciais norte-americanas.

O dólar recuou 1,16 por cento, a 3,1674 reais na venda, depois de marcar na mínima da sessão 3,1627 reais, menor patamar intradia desde 28 de outubro (3,1580 reais). Nestes quatro dias de baixa, a moeda norte-americana perdeu 2,28 por cento de seu valor.

O dólar futuro cedia cerca de 1 por cento no final desta tarde.

“Sites e pesquisas privadas começaram a mostrar avanço de Hillary sobre Trump e isso bastou para fazer os investidores se animarem”, comentou o gestor de um banco doméstico.

As bolsas e plataformas de apostas online mostravam nesta tarde que a probabilidade de vitória de Hillary era muito maior do que a do republicano Donald Trump, considerado mais imprevisível e radical pelos mercados financeiros. Muitos deram à candidata democrata mais de 75 por cento de chance de conquistar a Casa Branca.

O resultado das eleições será conhecido na madrugada de quarta-feira.

Pesquisa do Projeto Estados da Nação, da Reuter/Ipsos, divulgada maios cedo calculou que Hillary tinha cerca de 90 por cento de chances de derrotar Trump. A ex-secretária de Estado tinha vantagem de 45 por cento, ante 42 por cento de Trump no voto popular, e estava a caminho de obter 303 votos no Colégio Eleitoral, chegando aos 270 necessários para a vitória.

Os mercados financeiros no exterior também mostravam mais otimismo, com as bolsas norte-americanas ampliando as altas e o dólar caindo diante outras moedas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno.

Até o meio desta tarde, o mercado de câmbio no Brasil havia operado em modo cautela, à espera do resultado das eleições. No dia seguinte, já conhecido o resultado das eleições, o dólar pode engatar alguma valorização frente ao real, segundo os profissionais. “Com o fato em si, o mercado deve corrigir parte dessa queda recente”, comentou o profissional de uma corretora doméstica.

O Banco Central brasileiro vendeu nesta manhã o lote integral de 5 mil contratos de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de dólares. (Por Claudia Violante, da Reuters).

 

Bandeira amarela na conta de luz

não preocupa governo, diz ministro

O acionamento em novembro da bandeira tarifária amarela nas contas de luz, que eleva os custos para o consumidor, pode eventualmente ser revertido em dezembro com o início da temporada de chuvas, mas o tema não está entre as preocupações do governo, disse a jornalistas nesta terça-feira o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.

As bandeiras mudam de cor de acordo com a oferta de energia do sistema, e podem variar da verde, que não gera adicional nas tarifas, até amarela e vermelha, que elevam as contas de luz quando é preciso acionar usinas mais caras para atender à demanda dos consumidores.

No final de outubro a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse que novembro terá bandeira amarela devido à situação menos favorável dos reservatórios das hidrelétricas do país.

“O segredo de todo esse momento que estamos vivendo e do que estamos tentando implementar no setor é não nos afobarmos… quando a bandeira amarela vier é porque de fato ela era necessária, e pela melhora da oferta de energia ela vai voltar para verde. Não tem solução mágica”, disse o ministro, após evento do setor de distribuição de energia em Curitiba, no Paraná.

Coelho Filho disse que se vierem chuvas, como se espera a partir de novembro, a bandeira pode voltar a ficar verde ainda neste ano, mas ressaltou que as projeções sobre a evolução do clima não são as mais favoráveis no momento.

“Nossa expectativa… é que agora no final do ano, com o início do período úmido em algumas regiões do país, a gente possa voltar rapidamente para a tarifa verde… mas infelizmente tudo indica que ainda vamos ter essa oscilação nos próximos meses”.

Em uma clara crítica à gestão feita no setor pela ex-presidente Dilma Rousseff, que lançou um plano para reduzir as tarifas de energia em 2012 e depois viu os custos da eletricidade subirem fortemente nos anos seguintes, o ministro afirmou que não haverá intervenção do governo sobre as tarifas.

“Não adianta estarmos inventando soluções que possam resolver no mês seguinte… isso volta com muito mais força lá na frente. Soluções como essa o consumidor brasileiro já viu que não dá certo e não quer mais”, afirmou. (Da Reuters).