Dólar cai e fecha a R$ 3,266; Bolsa cai pelo 2º dia e fecha em baixa

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02/08/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,2656 (compra) 3,2661 (venda) -0,18% (variação)

Dólar Turismo: 3,2500 (compra) 3,4500 (venda) +1,47% (variação)

Euro Comercial: 3,6509(compra) 3,6550 (venda) +0,16% (variação)

Libra: 4,3406 (compra) 4,3452 (venda) +0,82% (variação)

Guarani: 1.625 (compra) 1.670 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -1,05% (56.162,38) nesta terça-feira.

 

Commodities

Soja: 70,00(BA) 71,96(GO) 74,96(MG) 71,63(MS) 70,39(MT) 71,76(PR) 70,52(RS)  73,91(SC) 74,01(SP)

Milho: 59,00(BA) 42,88(GO) 46,55(MG) 37,11(MS) 30,71(MT) 36,57(PR) 43,31(RS) 43,92(SC) 41,77(SP)

Algodão: 84,63(BA) 62,66(GO) 87,27(MG) 68,00(MS) 81,85(MT)

Arroz: 50,00(BA) 41,00(MT) 64,93(PR) 50,29(RS) 51,74(SP)

Feijão: 423,33(BA) 216,71(PR) 202,71(RS) 206,36(SC) 449,42(SP)

 

Bovinos: 146,69(BA) 139,55(GO) 139,06(MG) 139,00(MS) 128,72(MT) 148,55(PR) 5,44(RS) 151,08(SC) 153,66(SP)

Aves: 3,10(MG) 2,91(PR) 2,44(SC) 2,95(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 39,610 (0,0%)

Ouro: US$ 1362,500 a onça-troy (-0,04%)

Prata: US$ 20,645 (-0,07%)

Platina: US$ 1169,750 (+0,14%)

Paládio: US$ 715,250 (-0,04%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,25%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,35% (junho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Justiça dos Estados Unidos suspende ações contra a Petrobras

 

A Corte Federal de Apelações do Segundo Circuito (Second Circuit Court of Appeals) suspendeu a ação coletiva e as ações individuais que estão em curso na Corte Federal de Nova York (District Court) contra a Petrobras. As ações são movidas por acionistas que se sentiram prejudicados pelas denúncias de corrupção na empresa investigada pela Operação Lava Jato.

A suspensão é válida enquanto não for julgado o recurso da empresa contra a decisão dada em fevereiro pelo juiz distrital em Nova York Jed Rakoff, que autorizou investidores a processarem a Petrobras em conjunto.

Com isso, está suspenso o início do julgamento da ação coletiva e das ações individuais, que estava marcado para começar em setembro. “Nós continuaremos a defender firmemente os nossos direitos”, disse a Petrobras, em nota. (Sabrina Craide, da Agência Brasil).

 

Venda de veículos novos cai 20,29% em julho, diz Fenabrave

 

A venda de veículos novos em todo o país caiu 20,29% em julho, na comparação com julho do ano passado, segundo dados divulgados hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O percentual leva em conta automóveis leves, comerciais leves, caminhões e ônibus.

No acumulado do ano, foi registrada queda de 24,68% na comparação com o mesmo período em 2015Andy Rain/EPA/Agência Lusa

No mês passado, foram comercializados 181.416 unidades, contra 227.606 unidades em julho de 2015. Em relação a junho, houve alta de 5,59%. No acumulado, foi registrada queda de 24,68% na comparação com o mesmo período em 2015.

A comercialização de automóveis leves cresceu 5,03% em julho, na comparação com junho. Em julho, foram emplacadas 146.590 unidades, contra 139.572 unidades em junho. Na comparação com julho de 2015, foi registrada queda de 21,61%.

No período, foram comercializadas 186.995 unidades. No acumulado do ano, foi registrada redução de 24,21% em relação ao mesmo período de 2015.

Na comparação com junho, a categoria ônibus destacou-se com elevação de 62,6% no total das vendas em julho. Foram vendidas 1.948 unidades em julho, contra 1.198 unidades em junho. Na comparação com julho do ano anterior, foi registrada alta de 14,72%

Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, esclareceu que, por ser ano eleitoral, as prefeituras renovaram a frota de seus coletivos. “Nos centros maiores, há essa tendência histórica de renovação da frota de ônibus no período eleitoral”, acrescentou.

Considerando todo o setor, que inclui motocicletas e implemento rodoviário, houve alta de 3,09% em julho em relação a junho. No comparativo com julho do ano anterior, foi registrada queda de 22,06%. A limitação do crédito à população de baixa renda, principal consumidora de motocicletas, têm prejudicado o setor.

 

PROJEÇÕES

Alarico informou que a previsão de continuidade do desemprego e de dificuldade de recuperação da economia são limitadores, mas não devem atrapalhar o setor.

Pelas projeções, as vendas em todos os segmentos de veículos, incluindo motocicletas, devem ter uma redução de 16,14% no fechamento deste ano. Considerando só os automóveis e comerciais, a previsão é de um recuo de 18%.

O presidente da Fenabrave têm visão positiva em relação ao futuro da economia. “Temos a crença de que o pior já passou. Antes, chegamos no fundo do poço. Terminou essa hemorragia. Esse sangramento está estacado”, concluiu. (Fernanda Cruz, da Agência Brasil).

 

 

Produção de petróleo e gás natural bate recorde em junho, anuncia ANP

 

A produção total de petróleo e gás natural no Brasil em junho alcançou um recorde, totalizando 3,210 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), ultrapassando a marca anterior de agosto de 2015, quando foram produzidos 3,171 milhões de boe/d. A informação foi divulgada nesta terça-feira (2) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a agência, a produção de petróleo foi de aproximadamente 2,558 milhões de barris por dia (bbl/d), representando um aumento de 2,9% em relação ao mês anterior e de 6,8% sobre o mesmo mês de 2015.

A produção de petróleo superou o recorde alcançado em agosto de 2015, quando foram produzidos 2,547 milhões de bbl/d. A de gás natural totalizou 103,5 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), superando o recorde anterior de 100,4 milhões de m3/d, obtido em dezembro de 2015, o que representa um aumento de 3,7% frente a maio de 2016 e de 8,4% na comparação com junho de 2015.

 

Pré-sal

No pré-sal, a produção de 59 poços alcançou cerca de um milhão de barris de petróleo por dia e 38,1 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, totalizando um aumento de 8,2% em relação ao mês anterior.

A produção de petróleo no pré-sal superou os 928,9 milhões de bbl/d de maio de 2016, enquanto a de gás natural ultrapassou os 35 milhões de metros cúbicos produzidos em março de 2016.

Em junho de 2016, 296 concessões, operadas por 24 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 78 são concessões marítimas e 218 terrestres. Outras informações podem ser obtidas na página da ANP na internet. (Vladimir Platonow, da Agência Brasil).

 

 

Consumo de energia elétrica cresce 0,1% em junho no país

 

O consumo de eletricidade no país ficou praticamente estável em junho deste ano, na comparação com junho do ano passado, ao crescer apenas 0,1%. Segundo a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foram consumidos 37,17 mil gigawatts por hora (GWh) no país. O consumo geral de energia acumula perdas de 1,7% no ano e 2,4% no acumulado de 12 meses.

O maior aumento no consumo em junho foi observado na classe residencial. Os lares brasileiros consumiram 10,55 mil GWh em junho, 4,6% a mais que o mesmo período do ano passado. Este é o quarto mês consecutivo de alta no consumo, apesar da queda das vendas de eletrodomésticos no país. Na região sul do, o consumo foi elevado em 9,7% devido ao maior uso de equipamentos aquecedores.

O consumo da classe industrial recuou 3,3%, para 13,65 mil GWh. Segundo a EPE, a queda do consumo de energia pelas indústrias ainda reflete um momento de transição econômica, porque, apesar dos indicadores apontarem uma possível recuperação da economia, o cenário ainda apresenta uma “conjuntura adversa”.

O consumo comercial também recuou (-2,9%) e chegou a 6,84 mil GWh em junho. O resultado reflete a baixa atividade do setor, que vem mostrando sucessivas quedas, de acordo com a EPE. (Vitor Abdala, da Agência Brasil).

 

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