Dólar cai 0,51% e fecha em queda pelo 2º dia seguido a R$ 3,115

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03/04/2017

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,1130 (compra) 3,1150 (venda) -0,51% (variação)

Dólar Turismo: 3,1000 (compra) 3,2800 (venda) -0,61% (variação)

Euro Comercial: 3,3219 (compra) 3,3234 (venda) -0,13 (variação)

Libra: 3,8899 (compra) 3,8916 (venda) -0,77% (variação)

Guarani: 1.730 (compra) 1.780(venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 23h00)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,35% (65.211,48) nesta segunda-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

 

WhatsApp Image 2017-04-04 at 11.02.52 (1)
Fonte: Agrolink

 

Petróleo (Brent): US$ 51,950 (0,0%)

Ouro: US$ 1255,290 a onça-troy (-0,01%)

Prata: US$ 18,300 (-0,05%)

Platina: US$ 960,000 (-0,14%)

Paládio: US$ 807,000 (+0,01%)

(Fonte Uol – fechado às 23h00)

 

WhatsApp Image 2017-04-04 at 11.02.52
Fonte: Uol

 

Indices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,02%

CDI: +12,13%

Selic: +12,25%

(Fonte: Uol)

 

Inflação

IPCA: +0,33% (Fev/17).

IPC-Fipe: +0,08(Fev/17)

IGP-M: +0,01(Mar/17)

INPC: +0,24 (Fev/17)

(Fonte Uol)

 

Unidades de referência de MS

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

 

2017

– Abr/2017: R$ 3,5894

– Mar/2017: R$ 3,5872

– Fev/2017: R$ 3,5425

– Jan/2017: R$ 3,5719

 

2016

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

UFERMS

 

2017

– Mar/Abr-2017: R$ 24,74

– Jan/Fev-2017: R$ 24,43

 

2016

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

 

Bovespa tem alta de 0,35%, em dia de agenda

esvaziada e à espera de novidades políticas

O principal índice da bolsa paulista fechou os negócios desta segunda-feira em leve alta, com investidores evitando assumir grandes posições em um pregão marcado por agenda econômica esvaziada e com poucas novidades no campo político.

O Ibovespa subiu 0,35 por cento, a 65.211 pontos. No melhor momento do dia, o índice subiu 0,62 por cento, enquanto recuou 0,32 por cento na mínima do pregão.

O giro financeiro somou 6,47 bilhões de reais, abaixo da média diária verificada no mês passado, de 8,22 bilhões de reais e também inferior à media diária do ano até sexta-feira, de 8,04 bilhões de reais.

“O que tem (no pregão) são movimentos normais de troca enquanto não aparece nenhuma notícia mais relevante”, disse o gerente de renda variável da corretora H.Commcor Ari Santos.

Em março, o Ibovespa registrou o primeiro desempenho negativo mensal do ano, com o mercado agora buscando impulso nas notícias do campo político para retomar a trajetória de crescimento mais forte vista nos dois primeiros meses do ano, cujo desempenho compensou a queda em março e levou o índice a fechar o primeiro trimestre de 2017 com alta de 7,9 por cento.

“Os ruídos políticos na base do governo e dentro mesmo do PMDB deixam o investidor incomodado, uma vez que a solidez política poderia ser um driver importante na certeza de aprovação de reformas”, escreveram mais cedo analistas da corretora Lerosa Investimentos, em nota a clientes.

Além da espera por novidades no avanço de reformas, como a da Previdência, investidores têm ainda no radar a expectativa pelo julgamento no Tribunal Superior Eleitoral da chapa Dilma-Temer, previsto para iniciar na terça-feira. (Reuters).

 

Dólar cai ante real

com cena externa

O dólar fechou a segunda-feira em baixa sobre o real, pelo segundo pregão consecutivo, seguindo o comportamento da moeda norte-americana ante divisas de países emergentes no exterior, mas sem tirar a atenção sobre o cenário político doméstico ainda sensível.

O dólar recuou 0,51 por cento, a 3,1150 reais na venda, depois de ter marcado 3,1352 reais na máxima do dia e 3,1096 reais na mínima. O dólar futuro exibia baixa de 0,27 por cento no final da tarde.

“Há um nervosismo com o político local, mas nada de muito concreto ainda. Então, há espaço para o dólar olhar outras coisas”, comentou o profissional de uma corretora nacional.

O comportamento do dólar no exterior influenciou o desempenho por aqui, em baixa ante a algumas moedas de países emergentes, como o peso chileno.

No cenário político interno, o mercado aguardava o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começar a julgar uma das ações que pedem a cassação da chapa eleita em 2014 para a Presidência da República formada por Dilma Rousseff e Michel Temer, julgamento que em seu resultado mais crítico pode provocar o segundo afastamento do chefe do Poder Executivo em quase um ano.

Será julgada nesta terça-feira a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), proposta em 2014 pelo PSDB, sob a alegação de que a chapa vencedora teria cometido abuso do poder político e econômico.

O temor era de que o governo Temer fique ainda mais refém de negociações políticas para aprovar no Congresso Nacional a votação de importantes reformas, sobretudo a da Previdência, considerada essencial para colocar as contas públicas do país em ordem.

O Banco Central não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio nesta sessão. Em março, fez apenas rolagem parcial do vencimento de abril de swap cambial tradicional –equivalente à venda futura de dólares. Em maio, vencem o equivalente a 6,389 bilhões de dólares em swaps e o mercado se questionava como o BC vai proceder. (Por Claudia Violante, da Reuters).

 

Carros novos estacionados no pátio da montadora alemã Volkswagen em Taubaté, perto de São Paulo 30/03/2015 REUTERS/Roosevelt Cassio
Carros novos estacionados no pátio da montadora alemã Volkswagen em Taubaté, perto de São Paulo. (Foto: REUTERS/Roosevelt Cassio).

Venda de veículos no Brasil em

março sobe 5,5% sobre um ano antes

As vendas de veículos novos no Brasil em março subiram 5,5 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 189.143 carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, informou nesta segunda-feira a associação que representa os concessionários, Fenabrave.

Com isso, no acumulado do primeiro trimestre, as vendas de veículos novos no país somaram 472.004 unidades, 1,9 por cento menos do que nos três primeiros meses de 2015.

Segundo a entidade, apesar do resultado negativo, o desempenho do primeiro trimestre indica sinais de recuperação do setor, como o crescimento da média de vendas por dia útil.

“Na comparação em dias úteis, a variação em março foi positiva em 8,53 por cento, sinalização positiva. Apesar das incertezas políticas e econômicas do país, acreditamos que a curva de queda no acumulado deve arrefecer para que possamos ter um crescimento moderado até o fim deste ano”, disse em comunicado o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.

Considerando apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, categoria que inclui utilitários esportivos, picapes e vans de entrega, os licenciamentos do março tiveram alta de 6,1 por cento sobre um ano antes. No trimestre, houve queda de 1,12 por cento sobre um ano antes, a 459.806 unidades, recuo contido pelas vendas de comerciais leves, que subiram 7,2 por cento.

As vendas de caminhões novos no Brasil somaram 4.124 unidades em março, queda de 14,5 por cento sobre o mesmo mês de 2016. No trimestre, as vendas de caminhões seguiram em queda, de 25,5 por cento na comparação com um ano antes, a 9.675 veículos.

Já os licenciamentos de ônibus novos caíram 2,5 por cento em março sobre um ano antes, para 1.169 unidades. De janeiro a março, a categoria registrou queda de 24,6 por cento nas vendas na comparação anual, para 2.523 unidades.

No ranking de montadoras de automóveis e comerciais leves, a liderança em março por marca ficou com a General Motors, com vendas 31.010 veículos ante 26.986 no mesmo mês do ano passado. A montadora foi seguida pela Fiat, com 23.734 emplacamentos no mês passado após 25.586 um ano antes.

Incluindo as vendas de 7.621 modelos Jeep, marca que integra o mesmo grupo da Fiat, a FCA, o grupo ítalo-norte-americano teve vendas de 38.631 veículos em março após 29.994 unidades no mesmo mês de 2016. (Reuters).