Dólar cai 0,37%, no segundo dia seguido de queda, e fecha a R$ 3,417

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06/12/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,4159 (compra) 3,4166 (venda) -0,37% (variação)

Dólar Turismo: 3,2400 (compra) 3,5800 (venda) -0,28% (variação)

Euro Comercial: 3,6518(compra) 3,6537 (venda) -0-85% (variação)

Libra: 4,3173 (compra) 4,3196 (venda) -0,78% (variação)

Guarani: 1.620 (compra) 1.700 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 18h05)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +2,1% (61.088,25) nesta terça-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 73,75(BA) 72,61(GO) 71,90(MG) 72,35(MS) 70,25(MT) 66,76(PR) 70,45(RS)  71,17(SC) 73,95(SP)

Milho: 44,33(BA) 35,36(GO) 37,87(MG) 28,56(MS) 25,96(MT) 29,88(PR) 35,63(RS) 37,35(SC) 34,50(SP)

Algodão: 77,78(BA) 67,00(GO) 87,19(MG) 68,00(MS) 82,51(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 69,33(PR) 48,85(RS) 59,48(SP)

Feijão: 235,83(BA) 210,98(PR) 216,00(RS) 202,20(SC) 164,87(SP)

 

Bovinos: 158,41(BA) 141,88(GO) 147,10(MG) 139,75(MS) 126,93(MT) 149,91(PR) 4,87(RS) 157,71(SC) 150,28(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,03(PR) 2,40(SC) 3,10(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 17h45)

 

Petróleo (Brent): US$ 51,890 (-1,78%)

Ouro: US$ 1168,880 a onça-troy (+0,04%)

Prata: US$ 16,770 (+0,31%)

Platina: US$ 934,500 (+0,32%)

Paládio: US$ 736,750 (+0,50%)

(Fonte Uol – fechado às 18h09)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,18%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pd

 

 

 

Dólar cai 0,37%, no segundo dia

seguido de queda, e fecha a R$ 3,417

O dólar comercial fechou esta terça-feira (6) em queda de 0,37%, a R$ 3,417 na venda. É a segunda queda seguida. Com isso, a moeda norte-americana acumula baixa de 1,61% na semana. No mês, tem valorização de 0,86% e, no ano, perdas de 13,46%.

Cenário político

De manhã, investidores estavam apreensivos com o cenário político. Na véspera, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello decidiu afastar o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado.

Isso gerou temores de que a aprovação de medidas de ajuste das contas públicas no Congresso pudesse ser prejudicada.

Essa preocupação, no entanto, foi amenizada após a Mesa Diretora do Senado decidir nesta tarde não obedecer a decisão do ministro do STF e manter Renan Calheiros na presidência do Senado até que o plenário do Supremo julgue em definitivo a deliberação de Mello.

Com isso, investidores avaliavam que a pauta econômica do governo no Congresso poderia ser mantida.

 

 

Bovespa fecha em alta de 2,1%;

JBS salta 19% e Petrobras sobe mais de 3%

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta terça-feira (6) em alta de 2,1%, a 61.088,25 pontos. Na véspera, a Bovespa havia caído 0,8%. O avanço desta sessão foi influenciado, principalmente, pelo desempenho positivo das ações da Petrobras, que subiram mais de 3%, dos bancos e da mineradora Vale. Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa. Além disso, os papéis da JBS, dona das marcas Friboi e Seara, saltaram 19%.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 0,37%, a R$ 3,417 na venda. É a segunda queda seguida.  Com isso, a moeda norte-americana acumula baixa de 1,61% na semana. No mês, tem valorização de 0,86% e, no ano, perdas de 13,46%. Na véspera, a moeda norte-americana havia caído 1,24%.

 

dinheiro
Para o trabalhador, vai significar um crédito mais barato. (Foto: Divulgação).

Consignado com garantia do

FGTS terá juro máximo de 3,5% ao mês

Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu nesta terça-feira (6) que os empréstimos consignados assegurados com recursos dos trabalhadores poderão ter taxa de juros de, no máximo, 3,5% ao mês e prazo máximo de até 48 meses.

A permissão para que o trabalhador do setor privado possa oferecer até 10% do saldo de seu FGTS como garantia em um empréstimo consignado (com desconto na folha de pagamento), além de 100% da multa por demissão sem justa causa, já foi dada pelo Congresso Nacional. Segundo o Ministério do Trabalho, a autorização, com fixação de juros e prazo máximos, representa um “avanço importante para os trabalhadores”. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que essa nova linha de financiamento vai movimentar a economia brasileira.

“É uma garantia para os bancos e uma alternativa para o trabalhador que precisa de recursos”, declarou Nogueira.

Para o secretário executivo do Conselho Curador do FGTS, Bolivar Tarrago, a linha de crédito com garantia do fundo representa uma segurança e reduz a inadimplência. Ele ressaltou que, no caso de o trabalhador ser demitido, ele recebe uma parte do dinheiro depositado na conta vinculada ao FGTS e pode quitar a dívida.

“Para o trabalhador, vai significar um crédito mais barato e alongado em relação ao que tem hoje no mercado”, destacou Tarrago.

A decisão do Conselho do FGTS ainda precisa ser publicada no “Diário Oficial da União” para ser oficializada. Depois, informou o Ministério do Trabalho, a Caixa terá 90 dias para regulamentar o funcionamento das operações de crédito.