Dólar avança; Bolsa ganha 2,42% e tem maior pontuação

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11/08/2016

Moedas

Dólar Comercial: 3,1510 (compra) 3,1515(venda) +0,37% (variação)

Dólar Turismo: 3,1400 (compra) 3,3300 (venda) +1,52% (variação)

Euro Comercial: 3,5335 (compra) 3,5347(venda) +0,95% (variação)

Libra: 4,1064(compra) 4,1080 (venda) +0,84% (variação)

Guarani: 1.670 (compra) 1.710 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +2,42% (58.229,57) nesta quinta-feira.

 

Commodities

Soja: 67,50(BA) 71,30(GO) 73,79(MG) 71,69 (MS) 69,81(MT) 69,26(PR) 68,58(RS)  71,77(SC) 75,61(SP)

Milho: 59,17(BA) 42,78(GO) 47,55(MG) 36,22 (MS) 29,96(MT) 36,76(PR) 43,79 (RS) 43,50(SC) 41,31(SP)

Algodão: 86,42(BA) 62,65(GO) 86,68(MG) 68,00(MS) 82,41(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 65,26(PR) 50,48(RS) 63,99(SP)

Feijão: 435,83(BA) 218,70(PR) 210,17(RS) 206,36(SC) 351,72(SP)

 

Bovinos: 146,59(BA) 138,49(GO) 137,64(MG) 138,75(MS) 128,57(MT) 147,89(PR) 5,20(RS) 151,20(SC) 151,66(SP)

Aves: 2,45(MG) 2,91(PR) 2,46(SC) 3,20(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 44,190 (+0,91%)

Ouro: US$ 1355,580 a onça-troy (+0,11%)

Prata: US$ 20,216 (+0,06%)

Platina: US$ 1153,020(+0,17%)

Paládio: US$ 699,020 (-0,29%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,22%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,35% (junho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

BALANÇA COMERCIAL DE MS

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

Procura por crédito cai 6,8%

em julho, revela pesquisa

A busca por crédito no país diminuiu 6,8% em julho último, na comparação com julho de 2015, e 5,3% sobre junho último, diz pesquisa do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Já no acumulado dos sete primeiros meses do ano, houve alta de 1,7%.

Por meio de nota, os economistas da Serasa afirmaram que, “apesar de discretas melhoras recentes no grau de confiança dos consumidores, inflação alta (puxada por alimentos), juros em elevação e desemprego crescente continuam desestimulando os consumidores a assumir novos compromissos creditícios”.

Queda maior entre os mais pobres

A pesquisa indica que o recuo no movimento em busca por crédito foi mais expressivo na faixa de renda até R$ 500 mensais (-6,7%). Entre os que recebem, mensalmente, de R$ 500 a R$ 1.000, houve uma baixa de 5,3%.

Para os que ganham entre R$ 1.000 e R$ 2.000 mensais, a procura diminuiu 5,1%, o mesmo percentual de queda observada nos ganhos entre R$ 2.000 e R$ 5.000 por mês. No caso dos consumidores com renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, a procura caiu em 6% e, na faixa acima de R$ 10 mil, houve retração de 6,4%.

Já de janeiro a julho deste ano comparado ao mesmo período de 2015, ocorreu recuo apenas na classe mais pobre (renda de até R$ 500 mensais) com redução de 2,2%. Na faixa entre R$ 500 e R$ 1.000, houve elevação de 1,1%; R$ 1.000 e R$ 2.000 (2,6%); renda mensal entre R$ 2 mil e R$ 5 mil (3,0%); renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 10 mil (3,1%) e renda mensal acima de R$ 10 mil (2,4%).

Por região, o maior declínio em julho sobre junho último ocorreu no Sudeste (-6,1%), seguido pelas regiões do Nordeste (-5,6%); Sul (-5,0%); Centro-Oeste (-2,9%) e Norte (-2,8%). No acumulado do ano, a demanda do consumidor por crédito subiu 4,0% na região Sul, 2,5% no Sudeste e no Centro-Oeste. Foram registradas quedas de 3,9% no Norte e de 1,7%, no Nordeste.

Volume de serviços tem queda

de 0,5% entre maio e junho

Em todo o país, o volume de serviços teve uma queda de 0,5% em junho deste ano, na comparação com maio. O recuo veio depois de uma alta de 0,2% em maio. A receita nominal também teve uma redução na passagem de maio para junho (-0,3%). Os dados, da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), foram divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O volume de serviços acusou quedas de 3,4% na comparação de junho deste ano com o mesmo período do ano passado, e de 4,9% no acumulado do ano e no acumulado de 12 meses.

Na passagem de maio para junho, quatro das seis atividades de serviços registraram queda, com destaque para outros serviços (-1,5%). Os outros recuos foram observados nas categorias de atividades turísticas (-0,6%), serviços prestados às famílias (-0,5%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,4%).

Duas atividades tiveram alta em junho, na comparação com maio: informação e comunicação (0,2%) e transportes, serviços auxiliares de transportes e correio (0,1%).

 

Lucro do BB cai e fica em R$ 2,5

bilhões no segundo trimestre

O Banco do Brasil anunciou lucro líquido de R$ 2,465 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 18% em relação ao segundo trimestre de 2015, quando o lucro foi de R$ 3,008 bilhões. A remuneração aos acionistas atingiu R$ 764,5 milhões no trimestre e R$ 1,4 bilhão no semestre.

O lucro ajustado foi de R$ 1,8 bilhão, 40% maior em relação ao trimestre imediatamente anterior. A carteira destinada a pessoas físicas encerrou o segundo trimestre com saldo de R$ 187,5 bilhões, um crescimento de 6,4% na comparação com junho de 2015. O banco continua investindo nas linhas de menor risco, como crédito consignado, CDC salário, financiamento de veículos e de imóveis, alcançando 75,8% do total da carteira orgânica.

O crédito imobiliário atingiu saldo de R$ 51,6 bilhões no segundo trimestre, com crescimento de 17% em relação ao mesmo período de 2015. O financiamento às empresas cresceu 5,7% em um ano, atingindo saldo de R$ 11,9 bilhões. Já o financiamento às pessoas físicas evoluiu 20,94% no mesmo período, alcançando saldo de R$ 39,7 bilhões.

A carteira de crédito ao agronegócio apresentou crescimento de 9,6% em 12 meses. Na safra 2015/2016, o banco gastou R$ 82,4 bilhões em operações de crédito rural – crescimento de 12,4% em relação ao mesmo período da safra 2014/2015. O banco foi responsável por 62% de participação nos financiamentos destinados ao setor.

 

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