Cenário externo recua dólar para R$ 3,14, menor valor em 1 ano

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09/08/2016

Moedas

Dólar Comercial: 3,1403 (compra) 3,1411 (venda) -0,84% (variação)

Dólar Turismo: 3,0200 (compra) 3,2700 (venda) -0,91% (variação)

Euro Comercial: 3,5039 (compra) 3,5082 (venda) -0,38% (variação)

Libra: 4,1062 (compra) 4,1113(venda) -0,77% (variação)

Guarani: 1.680 (compra) 1.730 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,09% (57.689,41) nesta terça-feira.

 

Commodities

Soja: 69,00(BA) 71,77 (GO) 74,54(MG) 71,50 (MS) 70,12(MT) 69,45 (PR) 69,68(RS)  71,77(SC) 74,64(SP)

Milho: 58,83(BA) 43,11(GO) 48,43(MG) 36,22 (MS) 30,27(MT) 36,76(PR) 43,72(RS) 43,50(SC) 41,23(SP)

Algodão: 83,03(BA) 62,65(GO) 87,78(MG) 68,00(MS) 82,51(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 65,26(PR) 50,49(RS) 55,69(SP)

Feijão: 439,17(BA) 218,70(PR) 203,50(RS) 206,36(SC) 439,65(SP)

 

Bovinos: 147,38(BA) 138,86(GO) 138,01(MG) 138,88(MS) 128,57(MT) 147,89(PR) 5,35(RS) 151,20(SC) 152,34(SP)

Aves: 3,10(MG) 2,91(PR) 2,46(SC) 3,10(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 42,980 (0,0%)

Ouro: US$ 1348,980 a onça-troy (+0,01%)

Prata: US$ 20,080 (+0,18%)

Platina: US$ 1172,250(+0,02%)

Paládio: US$ 710,500 (1,17%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,22%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,35% (junho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

BALANÇA COMERCIAL DE MS

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

Em queda pelo quarto dia seguido, dólar fecha no menor nível em mais de um ano

Em queda pelo quarto dia seguido, a moeda norte-americana voltou a fechar no menor nível em mais de um ano. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (5) vendido a R$ 3,169, com queda de R$ 0,025 (-0,79%). A divisa fechou no menor nível desde 16 de julho do ano passado (R$ 3,158).

Em alguns momentos da manhã, o dólar chegou a operar em alta, mas a cotação começou a cair no início da tarde, até encerrar próxima do valor mínimo do dia. A divisa acumula queda de 2,4% apenas em agosto e recuo de 19,7% no ano.

Como nos últimos dias, o Banco Central (BC) leiloou US$ 500 milhões em contratos de swapcambial reverso, que equivalem à compra de dólares no mercado futuro. A operação, no entanto, não ajudou a conter a queda da moeda norte-americana.

O dia foi de ganhos na bolsa de valores. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o dia em 57.661 pontos, com valorização de apenas 0,12%, mas em alta pela oitava semana consecutiva. No maior nível desde 5 de maio de 2015, o indicador não subia por tantos dias seguidos desde 2009.

Além de fatores políticos internos, o mercado foi influenciado pela divulgação de dados de emprego nos Estados Unidos, com a criação de 255 mil postos de trabalho em julho. Apesar de mais otimistas que o esperado, os números indicam que os juros básicos da maior economia do planeta só serão reajustados no fim do ano. Juros mais baixos nos países desenvolvidos estimulam a entrada de capitais financeiros em países emergentes como o Brasil, que pagam juros mais altos.

 

Taxa do cheque especial aumenta

em agosto, mostra pesquisa

A taxa média do cheque especial nos bancos em agosto foi de 13,52% ao mês (a.m.), alta de 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Procon de São Paulo.

Das sete instituições financeiras que fazem parte da amostra, três elevaram a taxa do cheque especial e nenhuma do empréstimo pessoal.

A maior alta foi encontrada no Banco do Brasil, que alterou de 12,61% para 12,83% a.m., o que significa uma variação positiva de 1,74% em relação à taxa de julho de 2016.

Outra alta foi verificada no Bradesco, que alterou de 12,99% a.m. para 13,15% a.m., variação positiva de 1,23%. A Caixa Econômica Federal alterou de 12,88% a.m. para 12,93% a.m., variação positiva de 0,39%. Os demais bancos mantiveram suas taxas do cheque especial.

Na modalidade empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados em agosto foi de 6,56% a.m., igual à do mês anterior. Nenhuma instituição pesquisada alterou suas taxas. A Caixa Econômica Federal continua com a menor taxa praticada, de 5,50% a.m., e o Santander com a maior, de 8,49% a.m.

 

Comércio tem o pior desempenho para um mês de julho em 16 anos, diz Serasa

As vendas do comércio varejista caíram 1,2% em julho sobre junho e 7,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado, no pior desempenho para um mês de julho desde o ano 2000, quando teve início a pesquisa em torno do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

Dos seis segmentos pesquisados, a queda mais significativa na comparação anual foi constatada em veículos, motos e peças (-12,6%), seguida por tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-12,3%) e móveis, eletroeletrônicos e informática (-11,9%). No setor de material de construção, houve recuo de 9,4%, e em supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, ocorreu retração de 7,9%. A única elevação, de 2,9%, foi no setor de combustíveis e lubrificantes.

Já na comparação de julho sobre o mês anterior, dois desses setores apresentaram um pequeno crescimento: combustíveis e lubrificantes (1,7%) e material de construção (1,5%).

No setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, o movimento foi 0,5% menor; em móveis, eletroeletrônicos e informática teve queda de 0,1%; em veículos, motos e peças (-0,3%) e tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-1,3%).

Por meio de nota, os economistas da Serasa Experian justificam que “uma combinação de fatores críticos às vendas do comércio tem mantido a atividade varejista estagnada”. Entre os motivos apontados estão o baixo nível de confiança do consumidor; a manutenção da elevada taxa de desemprego; as condições restritivas do crediário, derivadas da inadimplência e alta do crédito; e o aumento da inflação, principalmente dos alimentos.

O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é feito com base em consultas mensais dos estabelecimentos comerciais à base de dados da Serasa Experian , incluindo na amostragem cerca de seis mil empresas.

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