Bovespa fecha em queda de quase 1%, com bancos, Vale e Petrobras

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24/11/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,3934(compra) 3,3939 (venda) 0,0% (variação)

Dólar Turismo: 3,3700 (compra) 3,5832 (venda) 0,0% (variação)

Euro Comercial: 3,5803(compra) 3,5931 (venda) +0,11% (variação)

Libra: 4,2244(compra) 4,2285(venda) +0,22% (variação)

Guarani: 1.630 (compra) 1.690 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -0,95% (61.395,53) nesta quinta-feira.

 

Commodities

Soja: 71,00(BA) 68,62(GO) 72,93(MG) 66,94(MS) 66,39(MT) 68,72(PR) 69,28(RS)  71,45(SC) 72,54(SP)

Milho: 45,33(BA) 35,66(GO) 40,67(MG) 28,00 (MS) 26,68(MT) 30,11(PR) 37,89(RS) 37,35(SC) 35,44(SP)

Algodão: 87,34(BA) 67,00(GO) 84,50(MG) 68,00(MS) 79,84(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 70,54(PR) 48,78(RS) 60,74(SP)

Feijão: 215,83(BA) 215,93(PR) 213,17(RS) 202,20(SC) 163,65(SP)

 

Bovinos: 154,59(BA) 141,51(GO) 145,88(MG) 139,75(MS) 127,60(MT) 150,74(PR) 4,87(RS) 157,61(SC) 150,18(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,05(PR) 2,40(SC) 3,10(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 46,700(+2,19%)

Ouro: US$ 1184,800 a onça-troy (0,0%)

Prata: US$ 16,300 (+0,00%)

Platina: US$ 917,500 (+0,00%)

Paládio: US$ 735,000 (+0,00%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,19%

CDI: +13,88%

SELIC: +14,00% (20/10)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,27 (Out/16)

IGP-M: +0,16 (Out/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

Resumo do Dia

 

Bovespa fecha em queda de quase

1%, com bancos, Vale e Petrobras

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (24) em queda de 0,95%, a 61.395,53 pontos. Na véspera, a Bovespa havia fechado quase estável, com leve alta de 0,05%.

Com isso, a Bolsa acumula baixa de 5,44% no mês. No ano, porém, a alta acumulada é de 41,63%.

A queda desta quinta-feira foi influenciada, principalmente, pelo desempenho negativo das ações da Petrobras, da mineradora Vale e dos bancos. Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou estável, cotado a R$ 3,394 na venda. Na véspera, havia subido 1,12%.

A moeda norte-americana acumula alta de 0,2% na semana. No mês, tem valorização de 6,39% e, no ano, tem queda de 14,03%.

 

Dólar fecha estável, cotado

a R$ 3,394, em dia de feriado nos EUA

O dólar comercial fechou esta quinta-feira (24) estável, cotado a R$ 3,394 na venda.

A moeda norte-americana acumula alta de 0,2% na semana. No mês, tem valorização de 6,39% e, no ano, tem queda de 14,03%.

Na véspera, o dólar havia subido 1,12%.

O dia foi de poucos negócios devido ao feriado de Ação de Graças, que manteve os mercados financeiros fechados nos Estados Unidos.

Como na véspera, o Banco Central brasileiro não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio brasileiro para esta sessão.

Após Donald Trump vencer a disputa pela Presidência dos Estados Unidos, o BC brasileiro chegou a atuar fortemente no mercado de câmbio. Nos últimos dias, porém, o clima no exterior foi de maior tranquilidade.

 

emprego
As perdas mais significativas de vagas foram registradas em São Paulo. (Foto: Divulgação).

País perdeu 74.748 vagas

formais em outubro, mostra Caged

Em outubro, 74.748 vagas formais foram fechadas no país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (24) pelo Ministério do Trabalho.

A perda de empregos ficou abaixo da registrada em outubro de 2015, quando houve fechamento de 169.131 vagas. No acumulado do ano, o Caged contabiliza 751.816 postos a menos. Nos últimos 12 meses, o país acumula 1,5 milhão de postos de trabalho suprimidos. Os setores que tiveram as maiores perdas de vagas formais foram construção civil (-33.517 postos), serviços (-30.316 postos) e agricultura (-12.508 postos).

Apenas o setor do comércio apresentou saldo positivo no mês passado, com criação de 12.946 postos de trabalho. A indústria da transformação, que havia apresentado saldo positivo em agosto e setembro, fechou 5.562 vagas em outubro.

As perdas mais significativas de vagas foram registradas em São Paulo (-21.995 postos) e no Rio de Janeiro (-20.563). As unidades da Federação que mais geraram empregos foram Alagoas (5.832), Rio Grande do Sul (2.386), Sergipe (1.932 postos) e Santa Catarina (1.267 vagas).

Divulgado desde 1992, o Caged apura o estoque de vagas formais de emprego no país calculando a diferença entre contratações e demissões. Os dados são levantados com base em declarações enviadas pelos empregadores ao Ministério do Trabalho.

 

Confiança do empresário do comércio

aumenta pela sétima vez, diz CNC

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 1,2% na passagem de outubro para novembro deste ano. Esta é a sétima alta consecutiva do indicador (neste tipo de comparação), que mede a avaliação dos empresários do comércio sobre a economia, o comércio e seus negócios. Na comparação com novembro de 2015, a alta foi de 23,5%.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o índice chegou a 98,9 pontos, em uma escala de zero a 200. Portanto, o resultado ainda encontra-se em um patamar negativo, abaixo do nível de indiferença, que é de 100 pontos.

Na passagem entre outubro e novembro, o que mais contribuiu para a alta de 1,2% foi a maior confiança do empresário no momento atual (3,2%). O empresário está mais confiante na economia (aumento de 4,6%), no setor (2,2%) e em seus próprios negócios (2,3%).

Os empresários também estão mais otimistas em relação ao futuro (0,8%). Houve melhoras nas avaliações em relação à economia (1,1%), ao setor (0,9%) e aos seus negócios (0,5%).

As intenções de investimentos também tiveram uma leve melhora (0,3%), devido a uma intenção maior de contratação de funcionários (0,4%) e numa melhor avaliação sobre a situação atual dos estoques (0,7%). No entanto, há menos intenção de se investir na empresa (-0,4%).