Bovespa fecha em alta de 0,13% no terceiro dia seguido de ganho

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27/12/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,2726 (compra) 3,2736 (venda) -0,05% (variação)

Dólar Turismo: 3,1000 (compra) 3,4300 (venda) -0,58% (variação)

Euro Comercial: 3,4198(compra) 3,4236 (venda) -0,28% (variação)

Libra: 4,0132 (compra) 4,0172 (venda) -0,51% (variação)

Guarani: 1.680 (compra) 1.760 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 21h09)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,13% (58.696,00) nesta terça-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 71,00(BA) 70,49(GO) 69,72(MG) 67,75(MS) 64,78(MT) 67,64(PR) 68,23(RS)  72,33(SC) 71,72(SP)

Milho: 44,42(BA) 33,28(GO) 35,29(MG) 28,89(MS) 24,76(MT) 29,64(PR) 33,87(RS) 35,78(SC) 34,89(SP)

Algodão: 86,50(BA) 63,56(GO) 90,97(MG) 70,00(MS) 83,69(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,57(PR) 48,84(RS) 59,24(SP)

Feijão: 240,00(BA) 194,91(PR) 225,26(RS) 198,75(SC) 161,20(SP)

 

Bovinos: 157,53(BA) 140,81(GO) 148,35(MG) 134,50(MS) 126,18(MT) 149,24(PR) 4,86(RS) 154,61(SC) 149,21(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,87(PR) 2,41(SC) 3,30(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 22h08)

 

Petróleo (Brent): US$ 54,570 (0,0%)

Ouro: US$ 1139,500 a onça-troy (+0,01%)

Prata: US$ 15,980 (+0,16%)

Platina: US$ 910,250 (+0,31%)

Paládio: US$ 672,200 (-0,27%)

(Fonte Uol – fechado às 21h16)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,22%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,18% (Nov/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,07 (Nov/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Ibovespa tem leve alta e engata

3ª sessão no azul com baixo volume

O principal índice da Bovespa encerrou a volátil sessão desta terça-feira em leve alta, marcando o terceiro dia seguido no azul, tendo Vale entre as principais influências positivas, em outro pregão de giro fraco em meio aos feriados de fim de ano.

O Ibovespa subiu 0,13 por cento, a 58.696 pontos e acumulou alta de 2,5 por cento em três pregões.

O giro financeiro da sessão foi de 3,56 bilhões de reais, após registrar o número mais baixo do ano na véspera, mas menos da metade da media diária para o mês, de 8,56 bilhões.

Enquanto a ação PNA da Vale subiu 1,23 por cento, a ON recuou 0,5 por cento. O setor de siderurgia e mineração ficou entre as maiores altas do Ibovespa, seguindo o preço do minério de ferro e do aço na China. CSN subiu 5,61 por cento. Gerdau e Usiminas PNA avançaram 3,39 e 2,5 por cento, respectivamente.

Smiles avançou 2,57 por cento, após a Gol anunciar na véspera redução de 5,2 por cento nos preços das passagens padrão vendidas à Smiles. Gol, que não faz parte do Ibovespa, subiu 7,42 por cento.

A principal pressão negativa do Ibovespa foi da queda de 0,97 por cento da ação PN do Bradesco, após alta de 0,3 por cento no melhor momento do dia. Itaú Unibanco também fechou em baixa de 0,06 por cento. (Por Flavia Bohone, da Reuters).

 

Dólar termina praticamente

estável em sessão de giro fraco

O dólar terminou com leve queda ante o real nesta terça-feira, num dia marcado novamente por baixa liquidez em meio às festas de final de ano, mesmo com a volta dos mercados financeiros norte-americanos.

O dólar recuou 0,05 por cento, a 3,2736 reais na venda. Na véspera, o dólar já havia subido 0,17 por cento.

Na mínima, a moeda marcou 3,2696 reais e, na máxima, 3,2912 reais. O dólar futuro operava com baixa de cerca de 0,10 por cento.

“O mercado ficou parado nesta sessão, morno”, comentou um operador de câmbio de uma corretora nacional.

Isso apesar da volta do investidor norte-americano. Na véspera, os mercados nos Estados Unidos estiveram fechados pelo feriado do Natal.

“(O volume) foi melhor com a volta do mercado norte-americano, mas bem abaixo da média. E isso deve se repetir no restante da semana”, afirmou o operador Cleber Alessie Machado, da corretora H.Commcor.

O dólar trabalhou sem tendência definida, a exemplo do que acontecia ante outras divisas no exterior, justamente por causa da agenda esvaziada.

O Banco Central não anunciou qualquer tipo de intervenção no mercado para esta sessão. A última atuação do BC aconteceu em 13 de dezembro. (Por Claudia Violante, da Reuters).

 

BC vê dívida bruta do Brasil subindo

a 76,9% em 2017, sobre 71,0% em 2016

O Banco Central projetou nesta terça-feira que a dívida bruta brasileira fechará 2017 a 76,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), acima do patamar de 71,0 por cento estimado para 2016. As projeções levam em conta a expectativa de déficit primário de 163,9 bilhões de reais para o setor público consolidado neste ano, e rombo de 143,1 bilhões de reais para o ano que vem, ambos fixados em lei. (Da Reuters).

 

Presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli.     23/05/2013       REUTERS/Nacho Doce
Presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli. 23/05/2013 (Foto: REUTERS/Nacho Doce).

Redução dos juros puxada por bancos públicos

já se mostrou incorreta, diz presidente do BB

O presidente-executivo do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou nesta terça-feira que o movimento de redução dos juros bancários liderado pelos bancos públicos “já se mostrou que não é correto”, acrescentando que o BB não está sofrendo pressão do governo federal para agir nesse sentido.

“Redução dos juros vai ocorrer de forma sustentável, não como foi no passado”, disse o executivo em café da manhã com jornalistas. Ele projetou que o processo deverá ocorrer na esteira da queda da taxa básica de juros, a Selic. Ao ser questionado se os juros do cartão de crédito de fato cairão pela metade após o governo anunciar medida para limitar em até 30 dias o uso do rotativo, Caffarelli afirmou que o dia a dia vai mostrar se isso realmente vai ocorrer, mas acrescentou que ele acredita que sim. Caffarelli também afirmou que o plano do BB de alcançar um índice de capital principal de 9,5 por cento em janeiro de 2019 não conta com a necessidade de venda de ativos ou aporte da União. Ele ressalvou, contudo, que o BB pode vender negócios que não considera essenciais, como a fatia detida na Neoenergia e na fabricante de silos Kepler Weber.

Segundo Caffarelli, está afastada a chance de o banco se desfazer de ativos que geram receita e tarifas, descartando a venda de participação nas áreas de cartão e de gestão de recursos de terceiros.

Reiterando em diversos momentos que o foco atual do banco é no aumento da rentabilidade em detrimento da participação de mercado, o executivo disse que o BB quer aumentar o spread para ficar em linha com concorrentes privados.

“Nosso spread é cerca de 60 por cento do que é dos nossos concorrentes”, disse.

Também presente no encontro, o vice-presidente de gestão financeira e relação com investidores do BB, José Maurício Coelho, afirmou que uma das formas de melhorar o spread é buscando melhores condições de captação.

Sem dar números, Caffarelli também disse que a carteira de crédito da instituição voltará a crescer no ano que vem, após retração neste ano. Ao comentar as perspectivas de crescimento para a economia no próximo ano, o presidente do BB previu que a retomada será mais vagarosa que o inicialmente estimado, sendo que a equipe econômica do banco agora prevê uma expansão de 0,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. (Da Reuters).