Bolsa sobe 0,82% e atinge maior nível em mais de 2 meses

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17/01/2017

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,2117 (compra) 3,2124 (venda) -0,81% (variação)

Dólar Turismo: 3,1900 (compra) 3,3900 (venda) -0,20% (variação)

Euro Comercial: 3,4390(compra) 3,4401 (venda) +0,06% (variação)

Libra: 3,9820 (compra) 3,9832 (venda) +0,20% (variação)

Guarani: 1.700 (compra) 1.790 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 20h20)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,82% (64.354,34) nesta terça-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 68,50(BA) 67,85(GO) 67,55(MG) 65,56(MS) 61,47(MT) 64,71(PR) 67,16(RS)  72,33(SC) 70,09(SP)

Milho: 44,25(BA) 31,69(GO) 35,27(MG) 25,44(MS) 24,51(MT) 28,32(PR) 31,01(RS) 35,33(SC) 32,47(SP)

Algodão: 88,01(BA) 63,56(GO) 91,46(MG) 70,00(MS) 86,83(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,57(PR) 48,95(RS) 58,26(SP)

Feijão: 237,00(BA) 162,43(PR) 223,42(RS) 198,75(SC) 156,32(SP)

 

Bovinos: 153,78(BA) 137,24(GO) 142,40(MG) 135,00(MS) 126,72(MT) 149,18(PR) 4,87(RS) 154,61(SC) 149,55(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,82(PR) 2,41(SC) 2,65(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 20h07)

 

Petróleo (Brent): US$ 54,040 (+0,33%)

Ouro: US$ 1217,110 a onça-troy (-0,02%)

Prata: US$ 17,210 (-0,17%)

Platina: US$ 978,500 (-0,05%)

Paládio: US$ 753,020 (+0,07%)

(Fonte Uol – fechado às 20h23)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,19%

CDI: +12,88%

SELIC: +13,00% (2/12)

IPCA: +0,30% (Dez/16).

IPC-Fipe: +0,72 (Dez/16)

IGP-M: +0,54 (Dez/16)

INPC: +0,14 (Dez/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

2017

– Jan/2017: R$ 3,5719

 

2016

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

 

2017

– Jan/Fev-2017: R$ 24,43

 

2016

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Bovespa fecha no maior nível em 11 semanas

com avanço de bancos; Vale é destaque negativo

O principal índice da Bovespa fechou no nível mais alto em mais de dois meses nesta terça-feira, conforme os ganhos dos bancos ofuscaram a influência negativa exercida pela Vale desde a abertura.

O Ibovespa avançou 0,82 por cento, a 64.354 pontos, maior patamar de fechamento desde 31 de outubro de 2016. O giro financeiro somava 7,07 bilhões de reais, acima da média diária de 6,45 bilhões de reais em 2017 calculada até a véspera.

O índice iniciou a terça-feira em baixa, pressionado pelo setor de mineração e siderurgia, mas anulou as perdas e passou a operar no azul depois que papéis do setor bancário ganharam força.

“Os bancos hoje fizeram preço porque têm mais relevância para o índice”, destacou Wagner Salaverry, sócio e diretor de gestão dos portfólios da Quantitas.

A firmeza das cotações do petróleo também contribuiu para o viés altista da Bovespa, de acordo com participantes do mercado. Operadores citaram ainda como fator de suporte a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reforçou apostas em um novo corte de 0,75 ponto percentual na taxa Selic em fevereiro.

A perspectiva de juros mais baixos beneficia diversos setores, incluindo o de construção, que terminou entre os destaques de alta nesta terça-feira. “O setor tinha apanhado muito, estava mal precificado e esse cenário de juros mais baixos justifica ganhos”, comentou Salaverry. (Por Gabriela Mello, Reuters).

 

Dólar cai 0,8% e se aproxima do patamar

de R$3,20 com volta do BC ao mercado

O dólar fechou a terça-feira com queda de quase 1 por cento, aproximando-se do patamar de 3,20 reais, influenciado pela volta do Banco Central ao mercado cambial e também pelo firme recuo da moeda norte-americana no exterior.

O dólar recuou 0,81 por cento, a 3,2124 reais na venda, depois de ter acumulado ganho de 1,98 por cento nos dois pregões anteriores. A queda nesta sessão foi a maior desde o recuo de 1,35 por cento registrado em 4 de janeiro.

Na mínima do dia, o dólar foi a 3,1924 reais. O dólar futuro cedia cerca de 1 por cento no final desta tarde.

“O Banco Central agiu para preservar a segurança do mercado e dar mais tranquilidade aos agentes diante dos fatos externos”, destacou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva. O último leilão de swap tradicional havia sido em 12 de dezembro passado.

O BC anunciou na noite passada a volta nesta sessão com os leilões de swaps tradicionais –equivalentes à venda futura de dólares–, decisão tomada após avaliar as condições de mercado.

E a autoridade vendeu a oferta integral de até 12 mil contratos para rolagem dos vencimentos de fevereiro, que somam o equivalente a 6,431 bilhões de dólares.

Se mantiver o mesmo ritmo de swaps ofertados nos próximos dias e vendê-los na íntegra, o BC rolará o volume total em 11 leilões. A última vez que o BC entrou no mercado de câmbio foi dia 13 de dezembro, com leilões de venda de dólares com compromisso de recompra.

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse mais cedo que a autoridade monetária poderá sempre fornecer hedge a empresas se os mercados não estiverem funcionando bem e se houver problemas de liquidez, acrescentando ainda que o BC pode usar suas ferramentas cambiais dentro do regime de câmbio flutuante, que considera a primeira linha de defesa da economia contra choques externos. (Por Claudia Violante, Reuters).

 

 

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. 07/07/2016 REUTERS/Ueslei Marcelino
Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. 07/07/2016 REUTERS/Ueslei Marcelino

Estamos confortáveis com nível de taxa

de câmbio no Brasil, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta terça-feira que há conforto em relação ao patamar atual do dólar no mesmo dia em que o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio, ajudando a moeda norte-americana a recuar para perto de 3,20 reais.

“O fato concreto é que nós temos uma taxa de câmbio flutuante e estamos bastante confortáveis com o nível de taxa de câmbio que prevalece no Brasil”, disse o ministro após almoço com investidores no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

Falando a jornalistas, Meirelles afirmou que há tendência de fortalecimento do dólar no cenário global, mas que, em contrapartida, também há tendência de apreciação do real em função da queda do prêmio de risco do país.

O dólar operava em queda firme ante o real nesta terça-feira, influenciado pela volta do BC ao mercado cambial após uma ausência de mais de um mês e também sob o efeito do recuo da moeda norte-americana no exterior.

Na segunda-feira, o BC anunciou seu retorno nesta sessão com os leilões de swaps tradicionais – equivalentes à venda futura de dólares–, decisão tomada após avaliar as condições de mercado. E a autoridade vendeu a oferta integral de até 12 mil contratos para rolagem dos vencimentos de fevereiro, que somam o equivalente a 6,431 bilhões de dólares.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, também endereçou a questão cambial em Davos ao destacar que o BC pode usar suas ferramentas cambiais para evitar volatilidade excessiva ou falta de liquidez, e que poderá sempre fornecer hedge a empresas devido ao grande volume de reservas internacionais que possui. (Por Marcela Ayres, da Reuters).