Bolsa fecha em queda de 3%; Petrobras e Vale caem mais de 5%

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29/11/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,3942 (compra) 3,3957 (venda) +0,33% (variação)

Dólar Turismo: 3,2300 (compra) 3,5700 (venda) +0,56% (variação)

Euro Comercial: 3,6745(compra) 3,6781 (venda) +2,52% (variação)

Libra: 4,3092 (compra) 4,3148 (venda) +2,66% (variação)

Guarani: 1.650 (compra) 1.700 (venda)

(Fonte: Uol)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -2,97% (60.986,52) nesta terça-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 73,00(BA) 70,53(GO) 72,80(MG) 69,63(MS) 67,47(MT) 69,60(PR) 70,37(RS)  72,55(SC) 72,90(SP)

Milho: 45,17(BA) 35,09(GO) 39,79(MG) 28,28(MS) 25,93(MT) 30,28(PR) 36,81(RS) 37,35(SC) 34,22(SP)

Algodão: 84,48(BA) 67,00(GO) 86,29(MG) 68,00(MS) 81,30(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 69,33(PR) 48,97(RS) 59,71(SP)

Feijão: 210,83(BA) 211,43(PR) 213,17(RS) 202,20(SC) 163,65(SP)

 

Bovinos: 157,78(BA) 141,48(GO) 146,49(MG) 139,75(MS) 127,60(MT) 150,45(PR) 4,87(RS) 157,71(SC) 150,39(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,03(PR) 2,40(SC) 3,10(SP)

(Fonte: Agrolink)

 

Petróleo (Brent): US$ 44,160 (0,00%)

Ouro: US$ 1190,170 a onça-troy (-0,07%)

Prata: US$ 16,650 (-0,24%)

Platina: US$ 922,200 (-0,41%)

Paládio: US$ 765,770 (+0,22%)

(Fonte Uol)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,19%

CDI: +13,88%

SELIC: +14,00% (20/10)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,27 (Out/16)

IGP-M: +0,16 (Out/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Bovespa cai quase 3% com recuo de commodities;

Vale e Petrobras têm fortes perdas

A bolsa paulista encerrou os negócios desta terça-feira em forte queda e com o seu principal índice um pouco abaixo de 61 mil pontos, pressionada pelo recuo das ações da Vale e da Petrobras, em sessão de queda nos preços de commodities metálicas e do petróleo.

O Ibovespa caiu 2,97 por cento, a 60.986 pontos, após ter subido mais de 2 por cento na véspera e se aproximado dos 63 mil pontos.

O volume financeiro do pregão somou 7,7 bilhões de reais, abaixo da média diária do mês até a véspera, de 9,2 bilhões de reais.

“As commodities foram o centro das atenções hoje”, resumiu o analista da Clear Corretora Raphael Figueredo, acrescentando que no campo político a sessão foi de espera pela votação em primeiro turno no Senado da medida que limita o crescimento dos gastos públicos, prevista para ocorrer ainda nesta terça-feira.

A expectativa geral, segundo operadores, é de aprovação da medida, mas o placar será importante para mostrar a força do governo do presidente Michel Temer para avançar com as medidas consideradas importantes para a recuperação da economia após a mais recente crise política, que levou à demissão do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima.

 

DESTAQUES

VALE PNA caiu 4,18 por cento e VALE ON perdeu 5,9 por cento, acompanhando a baixa dos preços do minério de ferro. Apesar das perdas da sessão, as ações PNA acumulam no mês alta de quase 28 por cento, enquanto os papéis ON têm ganhos de 32 por cento. Operadores também acompanharam o evento com investidores realizado em Nova York, onde a mineradora informou que está aproveitando os recentes ganhos nos preços de metais e minerais e o sucesso das medidas de cortes de gastos para repensar o ritmo do plano de venda de ativos para reduzir a dívida. (Flavia Bohone, Reuters).

 

Dólar sobe e encosta em R$3,40, de

olho no petróleo e cena política local

O dólar fechou a terça-feira em alta ante o real, longe das máximas do dia mas perto do patamar de 3,40 reais, afetado pela forte queda nos preços do petróleo e com o mercado atento à cena política local, em mais um dia sem intervenção do Banco Central.

O dólar avançou 0,33 por cento, a 3,3957 reais na venda, depois de ter batido 3,4148 reais na máxima do pregão e 3,3802 reais na mínima.

O dólar futuro operava com alta de cerca de 0,3 por cento no final desta tarde.

“O petróleo foi a principal referência nesta sessão e, depois de meses, finalmente amanhã sai uma decisão sobre a produção”, comentou o economista-chefe da corretora BGC Liquidez, Alfredo Barbutti.

Os preços do petróleo caíram fortemente com sinais de que os principais exportadores de petróleo estavam tendo dificuldades para chegar a um acordo para cortar a produção para reduzir o excesso de oferta global.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reunirá na quarta-feira em Viena, com o objetivo de implementar um acordo, previsto em setembro, para reduzir a produção em cerca de 1 milhão de barris por dia, de cerca de 33,82 milhões de bpd em outubro.

No exterior, o dólar subia ante algumas moedas de países emergentes, com destaque para o rand sul-africano.

“Há nervosismo com a reunião da Opep, porque as pessoas não acreditam muito nas chances de um acordo, mas há também desconforto com a situação política (brasileira)”, comentou o diretor de operações da corretora Mirae, Pablo Spyer.

Está prevista para esta terça-feira a votação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento dos gastos públicos em primeiro turno no Senado. A votação ganhou ainda mais importância porque pode sinalizar se o governo conseguiu estancar a crise política que na semana passada respingou no presidente Michel Temer e levou à demissão de Geddel Vieira Lima da Secretaria de Governo.

O BC novamente não anunciou qualquer intervenção no mercado cambial neste pregão. Na quarta-feira, acontece a formação da Ptax de final de mês. (Claudia Violante, Reuters).

 

 

Toyota diz a Temer que investirá

mais R$ 600 milhões em Porto Feliz

 

Após investir, desde 2012, R$ 500 milhões em sua unidade localizada em Porto Feliz (SP), para a fabricação de motores para o veículo Etios, a Toyota anunciou hoje (29) que investirá outros R$ 600 milhões na mesma fábrica. Com isso, passará a fabricar na mesma unidade motores para o modelo Corolla, tanto para o mercado brasileiro como para o latino-americano.

O anúncio foi feito pelo presidente da empresa para a América Latina, Steve St. Angelo, após reunião com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. “Além de nacionalizar os motores do Corolla, esse investimento vai gerar aproximadamente 200 oportunidades de empregos diretos na Toyota”, disse St. Angelo. Segundo ele, os valores serão aplicados até o segundo semestre de 2019.

“Nossa fábrica foi inaugurada este ano para a fabricação de motores para o Etios, que é nosso compacto. Desde 2012, foram investidos R$ 500 milhões em valores da época. Na segunda etapa, serão mais R$ 600 milhões”, disse ele. (Pedro Peduzzi, da Agência Brasil).

 

 

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Presidente Michel Temer, o ministro Fernando Bezerra Filho (MME), e o presidente da da Petrobras, Pedro Parente, durante cerimônia no Planalto. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil).

Governo vai renovar regime especial

para setor de óleo e gás por 20 anos

 

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse hoje (29) que o governo pretende renovar por 20 anos a vigência do Repetro, regime tributário especial que desonera o investimento no setor de óleo e gás e que terminaria em 2019.

“Estamos ultimando as discussões com os estados, dentro do governo federal já está bastante avançado. A expectativa é que possamos anunciar em breve a renovação do programa. Os leilões vão acontecer no primeiro semestre do no ano que vem, a gente ainda tem um tempo para trabalhar isso, mas queremos anunciar o quanto antes para que toda a indústria possa estar ciente, de fato, do que vai estar valendo, das regras vigentes”, disse o ministro durante cerimônia de sanção da lei que flexibiliza a operação e novos investimentos no pré-sal.

Outro assunto que está sendo debatido pela pasta, segundo Coelho Filho, são mudanças nas regras de conteúdo local para a indústria de petróleo e gás. A expectativa do Ministério de Minas e Energia é concluir a proposta até a próxima reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para o dia 14 de dezembro.

“Nossa ideia é criar um ambiente de êxito suficiente para as nossas rodadas que queremos promover no ano que vem e, evidentemente, em um cenário de transição mas que também possa privilegiar a indústria nacional. Não estamos querendo fazer o sucesso de um em detrimento de outro”, disse o ministro. (Sabrina Craide e Paulo Victor Chagas, da Agência Brasil).

 

Editais para concessão de quatro

aeroportos devem ser lançados amanhã

O secretário executivo do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Moreira Franco, disse hoje (29) que os editais para a concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza à iniciativa privada devem ser lançados amanhã (30). A previsão do governo é que o leilão ocorra no primeiro trimestre do ano que vem.

A concessão dos aeroportos faz parte do pacote de 34 projetos lançado pelo governo em setembro. “Com isso estamos efetivamente construindo um caminho que permitirá que o país possa conviver novamente com crescimento e geração de empregos”, disse Moreira Franco, durante cerimônia de sanção da lei que flexibiliza a operação e novos investimentos no pré-sal. Ele lembrou também que hoje foram lançados editais para a concessão de terminais no porto de Santarém (PA).

Moreira Franco disse também que o governo espera sucesso no leilão da distribuidora de energia Celg-D, de Goiás, marcado para amanhã. Ontem (28), o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse que o leilão já havia recebido pelo menos uma proposta. A licitação estava marcada inicialmente para agosto, mas foi adiada porque não recebeu propostas de interessados. (Sabrina Craide e Paulo Victor Chagas, da Agência Brasil).

 

Diminui ritmo de queda na

indústria paulista, diz pesquisa da Fiesp

O desempenho da indústria de transformação do estado de São Paulo manteve-se em baixa no início do quarto trimestre de 2016, mas em comparação com setembro último, diminuiu a intensidade da retração do Indicador de Nível de Atividade (INA), que passou de um recuo de 2,3% para 0,9%. Em 12 meses, houve queda de 9,6%.

Os dados são do Levantamento de Conjuntura da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), divulgado por meio do INA, que mede as variações de vendas, salários, produção e capacidade instalada de 450 empresas.

A pesquisa mostra que o desaquecimento no mercado continua influenciando na produção. As vendas reais caíram 1,9% e as horas trabalhadas -1%. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) cresceu 0,2 ponto percentual.

 

Por setor

Embora na média o resultado do INA tenha sido de baixa, algumas empresas revelaram melhora de desempenho, caso do segmento farmacêutico com alta de 0,6%, tendo obtido aumento de 1,7% nas vendas reais e queda de 2,5% nas horas trabalhadas. No setor da indústria química, a atividade foi 1,2% acima da registrada em setembro com uma demanda do mercado em alta de 2,1% e recuo de 0,2% nas horas trabalhadas.

Entre os segmentos com piora, destaque para minerais não metálicos com retração de 2,1% . Houve redução de 3% nas vendas reais e de 3,5% nas horas trabalhadas.

Com base no resultado de outubro, o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp estima que o setor vai terminar o ano com uma redução de 9% sobre 2015. Por meio de nota, o gerente do Depencon, Guilherme Moreira, classificou de “muito ruim” a condição da indústria paulista. Segundo ele, com esse resultado “esfria a expectativa de uma recuperação no final do ano”.

O executivo afirmou ainda que “há muita incerteza” sobre a possibilidade de retomada do crescimento. Mesmo assim, o Depecon está projetando um avanço de 1,2% para 2017. (Marli Moreira, da Agência Brasil).

 

Índice do aluguel cai em novembro

e taxa acumulada é de 7,12%

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou um recuo de 0,03%, em novembro ante uma alta de 0,16%, em outubro. A variação também foi menor que a registrada em novembro do ano passado (1,52%). Com o resultado, no acumulado do ano, a taxa alcançou 6,60% e, em 12 meses, 7,12%, que é o percentual utilizado na renovação em contratos de aluguel.

Calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), o IGP-M indica a média de preços de bens do atacado, varejo e da construção civil no período entre os últimos dias 21 de outubro e 20 de novembro. Apesar de ter recuado, o índice de novembro reflete mais o comportamento de preços em um dos três componentes, o Índice de Preços ao Produtor Amplo, com queda de 0,16% ante uma alta de 0,15%.

 

Preços caem

Neste componente, o destaque foi o grupo dos alimentos processados. Eles ficaram 0,08% mais baratos depois de um aumento de 1,58% na apuração anterior. As matérias-primas brutas, que incluem as variações das commodities (produtos com cotação internacional), aceleraram com alta de 0,90% ante 0,36%. As elevações mais significativas foram do minério de ferro (de 2,16% para 9,04%); do café em grão (de 2,28% para 8,30%) e da cana-de-açúcar (de 1,48% para 2,80%). Em sentido oposto, estão o leite in natura (de -5,52% para -8,78%), o milho em grão (de -1,80% para -3,92%) e os bovinos (de 2,20% para 0,16%)

Em relação ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ocorreu variação de 0,26%, taxa superior ao valor de outubro (0,17%) com acréscimos registrados em cinco dos oito grupos pesquisados e destaque para educação, leitura e recreação (de -0,24% para 0,32%).

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) manteve-se estável em 0,17%. No período, o índice sobre materiais, equipamentos e serviços teve queda de 0,05%, enquanto a mão de obra subiu de 0,30% para 0,36%. (Marli Moreira, da Agência Brasil).

 

Senado aprova texto-base

da PEC dos gastos em 1º turno

O Senado aprovou na noite desta terça-feira o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento dos gastos públicos por 20 anos, com 61 votos a favor e apenas 14 contrários, dentro da margem elástica que o governo projetava.

Considerada crucial pelo governo do presidente Michel Temer para reverter a trajetória de deterioração das contas públicas, a PEC foi chancelada em dois turnos na Câmara dos Deputados e precisa passar por trâmite semelhante no Senado, com o aval de pelo menos 49 dos 81 senadores.

Os senadores ainda precisam analisar destaques à proposta para concluir a análise em primeiro turno.

A votação em segundo turno na Casa deve ocorrer entre os dias 12 e 13 de dezembro e a promulgação, no dia 15, véspera do recesso parlamentar.

Apesar da tranquilidade da vitória do governo, o dia foi tenso no Senado, com as violentas manifestações do lado de fora do Congresso. Já no início da tarde, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), proibiu a entrada de representantes de manifestantes nas galerias do Senado, e foi cobrado pela oposição.

No entanto, três manifestantes romperam o cerco, ocuparam a parte reservada à imprensa para protestar contra a PEC e foram retirados à força pela segurança. O fato foi usado por Renan para justificar a proibição.

“Eu me dirigi ao plenário pensando em abrir as galerias. Mas a Glaucia (Morelli, uma das manifestantes) abriu um precedente terrível e tentou influenciar a votação, o que não pode acontecer”, justificou Renan.

Apesar do debate ter se encerrado na última quinta-feira, mais de 30 senadores se inscreveram para encaminhar a votação – a grande maioria da oposição e contrários à PEC. (Por Lisandra Paraguassu, Reuters).