Bolsa fecha em alta de 1,45% e atinge maior nível em quase 2 anos

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15/08/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,1870 (compra) 3,1885 (venda) +0,11% (variação)

Dólar Turismo: 3,1700 (compra) 3,3600 (venda) +0,30% (variação)

Euro Comercial: 3,5619(compra) 3,5665 (venda) -0,02% (variação)

Libra: 4,1046 (compra) 4,1091 (venda) -0,49% (variação)

Guarani: 1.660 (compra) 1.710 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +1,45% (59.145,98) nesta segunda-feira.

 

Commodities

Soja: 67,00(BA) 70,43(GO) 73,79(MG) 71,13(MS) 69,84(MT) 68,20(PR) 69,06(RS)  71,77(SC) 75,61(SP)

Milho: 59,17(BA) 41,77(GO) 47,05(MG) 35,33(MS) 29,59(MT) 35,85(PR) 43,77(RS) 43,50(SC) 40,62(SP)

Algodão: 84,48(BA) 62,65(GO) 85,90(MG) 68,00(MS) 81,02(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 66,85(PR) 50,48(RS) 60,57(SP)

Feijão: 435,83(BA) 215,75(PR) 210,17(RS) 206,36(SC) 312,64(SP)

 

Bovinos: 146,59(BA) 138,51(GO) 137,64(MG) 138,75(MS) 128,57(MT) 147,77(PR) 5,20(RS) 151,45(SC) 151,97(SP)

Aves: 2,45(MG) 2,97(PR) 2,46(SC) 3,25(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 47,120 (0,0%)

Ouro: US$ 1340,880 a onça-troy (-0,02%)

Prata: US$ 19,860 (+0,09%)

Platina: US$ 1116,500 (-0,20%)

Paládio: US$ 696,770 (0,0%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,13%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,52% (julho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

 Governo não incluirá previsão de receita via aumento de imposto no Orçamento de 2017, dizem fontes

 

O governo brasileiro não irá incluir aumento de impostos no projeto da Lei Orçamentária (LOA) de 2017, que tem de ser encaminhado ao Congresso até o final deste mês, mas não descarta aumentos futuros para cumprir a meta fiscal se as receitas continuarem decepcionando, disseram duas fontes governamentais à Reuters.

“Temos essa prerrogativa de alterar alguns tributos, mas essa decisão vai depender, ao longo do ano, da evolução da receita que tem performado mal”, disse uma das fonte, que pediu anonimato.

A decisão de não incluir aumentos de impostos na LOA se baseia na percepção de que as receitas vão crescer com a recuperação da economia, mas também coincide com o fim do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, previsto também para o final do mês.

Boa parte do mercado financeiro acredita que, com o encerramento do processo de impeachment e provável afastamento definitivo de Dilma, o governo do presidente interino Michel Temer terá mais força política junto ao Congresso Nacional para aprovar importantes medidas para reequilibrar as contas públicas do país.

A meta de déficit primário do governo central (Tesouro, Banco Central e INSS) para 2017 é de 139 bilhões de reais, ante previsão de déficit de 170,5 bilhões de reais para este ano.

O governo vai limitar o aumento das despesas primárias do próximo ano à inflação de 2016 e ainda conta com a venda de ativos, concessões de infraestrutura e securitização de dívida para engrossar a receita e cumprir a meta fiscal, disse uma das fontes.

As receitas de impostos federais em julho melhorou na comparação com outros meses, aumentando as esperanças dentro do governo de que vão melhorar até o fim deste ano e no próximo, com a economia saindo da recessão.

“É o primeiro sinal que finalmente aponta para estabilização da arrecadação. Se esse ciclo de arrecadação se mantiver e as medidas performarem bem, então acho que a gente pode ir mais adiante sem necessidade de tributo”, disse a fonte. (Alonso Soto, da Reuters).

 

 

Bovespa supera 59 mil pontos pela primeira vez desde 2014 guiada por Petrobras

O principal índice da Bovespa fechou em alta nesta segunda-feira e acima dos 59 mil pontos pela primeira vez em quase dois anos, beneficiado pela cena externa favorável, com o avanço do petróleo sustentando as ações da Petrobras.

O Ibovespa subiu 1,45 por cento, a 59.145 pontos, maior nível de fechamento desde 8 de setembro de 2014.

O volume financeiro totalizou 8,73 bilhões de reais, inflado pelo vencimento dos contratos de opções sobre ações, que somou 2,6 bilhões de reais, com opções de compra das preferenciais da Petrobras entre os maiores giros do exercício.

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários renovaram máximas históricas, com ações de empresas ligadas a matérias-primas puxando o movimento, enquanto o mercado aguarda novas pistas sobre o rumo do juro norte-americano.

DESTAQUES

– PETROBRAS fechou com as preferenciais em alta de 2,58 por cento e as ordinárias avançavando 4,39 por cento, nas máximas desde junho de 2015, apoiadas no avanço dos preços do petróleo no mercado internacional, que tocaram máximas de cinco semanas. (Da Reuters).

 

Governo tem poucas ferramentas para limitar queda do dólar ante real, diz fonte da equipe econômica

O governo brasileiro não tem muito como agir para deter a desvalorização do dólar frente ao real, que vai continuar devido à elevada liquidez no mercado internacional e à menor incerteza política em casa, afirmou à Reuters uma importante fonte da equipe econômica.

“Não tem muita coisa que se possa fazer, a experiência mostra que qualquer tipo de intervenção diferente não se sustenta e acaba sendo mais prejudicial”, afirmou a fonte, que pediu para não ser identificada.

O governo continuará reduzindo seu estoque de swap cambial tradicional –equivalente à venda futura de dólares– para limitar o ritmo de desvalorização da moeda norte-americana sobre o real, que já atingiu os produtores locais, disse a fonte.

Segundo a fonte, a equipe econômica não está considerando compras de dólar no mercado à vista ou erguer barreiras aos fluxos de capitais, que no passado se provaram prejudiciais.

Até o fechamento de sexta-feira, o dólar acumulava no ano queda de pouco mais de 20 por cento sobre o real, depois de registrar em 2015 valorização de 48,5 por cento.

De modo geral, especialistas em câmbio já vêm trabalhando com esse cenário de forte entrada de dólares, expectativas que acabam também ajudando nas recentes quedas da moeda norte-americana, junto com o cenário externo mais aberto à aversão ao risco.

O fim do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, previsto para o fim deste mês, será importante para atrair investimentos de fora, dando mais confiança ao tornar definitivo o governo interino de Michel Temer.

O novo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, tem reafirmado que usará os instrumentos cambiais “com parcimônia”, sinalizando que não será tão intervencionista como o BC foi no passado. (Por Alonso Soto, da Reuters).

 

BC: Brasil tem instrumentos capazes de aumentar resistência a choques econômicos

O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, afirmou  que o sistema financeiro brasileiro tem instrumentos capazes de manter o país mais resistente aos efeitos de choques internacionais. Ele defendeu como estratégia para resgatar a confiança na economia a necessidade de fortalecer o tripé macroeconômico que são a responsabilidade fiscal, o controle da inflação e o câmbio flutuante.

Essas afirmações foram feitas durante a cerimônia de abertura do 11º Seminário sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária, que ocorre ao longo do dia no Hotel Intercontinental, na região dos Jardins, em São Paulo.

Na avaliação do presidente do BC, o país reúne as condições para cumprir as metas de inflação e a convergência para levar a taxa para 4,5%, em 2017.

Ele também destacou que o Banco Central se ocupa da educação e proteção financeira em termos tecnológicos diante das inovações, com as atenções voltadas, especialmente, para o grande contingente da população inserida no sistema financeiro a partir de meados da década passada. (Marli Moreira, da Agência Brasil).

 

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