Bolsa cai 3,3% no dia e emenda 3ª queda; Petrobras tomba 9,6%

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11/11/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,3912 (compra) 3,3923 (venda) +0,92% (variação)

Dólar Turismo: 3,2200 (compra) 3,5600 (venda) +0,00% (variação)

Euro Comercial: 3,6782(compra) 3,6855 (venda) -0,18% (variação)

Libra: 4,2711 (compra) 4,2765 (venda) +0,44% (variação)

Guarani: 1.610 (compra) 1.730 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -3,30% (59.183,51) nesta sexta-feira.

 

Commodities

Obs: preços do dia 10/11

Soja: 68,25(BA) 71,20(GO) 73,26(MG) 66,13(MS) 66,30(MT) 66,66(PR) 66,76(RS)  69,18(SC) 71,24(SP)

Milho: 46,00(BA) 37,97(GO) 41,42(MG) 29,22(MS) 26,86(MT) 31,18(PR) 39,75(RS) 38,22(SC) 35,00(SP)

Algodão: 85,40(BA) 62,14(GO) 83,67(MG) 68,00(MS) 78,53(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 69,67(PR) 48,96(RS) 61,19(SP)

Feijão: 215,83(BA) 227,75(PR) 211,30(RS) 202,20(SC) 221,45(SP)

 

Bovinos: 152,34(BA) 141,05(GO) 145,90(MG) 140,25(MS) 129,81(MT) 150,67(PR) 4,84(RS) 160,71(SC) 150,43(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,92(PR) 2,42(SC) 3,10(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 40,870 (0,00%)

Ouro: US$ 1225,980 a onça-troy (0,00%)

Prata: US$ 17,344 (0,00%)

Platina: US$ 947,500 (0,00%)

Paládio: US$ 677,770 (0,00%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,16%

CDI: +13,88%

SELIC: +14,00% (20/10)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,27 (Out/16)

IGP-M: +0,16 (Out/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

ilan-goldfajn
Presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. (Foto: Divulgação).

Goldfajn diz que BC continuará a atuar

para amortecer volatilidade do mercado

O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, disse hoje (11), em Santiago, no Chile, que a autarquia continuará atuando para manter o funcionamento dos mercados de câmbio, juros e bolsa de valores no atual momento de volatilidade do mercado. Goldfajn conversou com a imprensa após participar da 20ª Conferência Anual do Banco Central do Chile.

Após a eleição de Donald Trump para presidência dos Estados Unidos, o dólar tem subido e as bolsas de valores estão em queda no Brasil. Goldfajn evitou citar as causas da volatilidade, mas destacou que há um choque global.

“Vamos continuar atuando, monitorando os mercados de forma a dar liquidez a todos os mercados. O objetivo é dar liquidez [recursos disponíveis], mantermos mercados funcionando de forma adequada neste momento onde há uma volatilidade nos mercados em função do choque global”, disse.

 

Venda de dólares

Nesta semana, o BC parou de fazer leilões de swap cambial reverso, que equivalem à compra de dólares no mercado futuro e que tinham como objetivo conter a queda da moeda norte-americana. Ontem (10), o BC anunciou a volta da rolagem (renovação) dos contratos em circulação de swap cambial tradicional, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro e que servem para segurar a alta da divisa.

Goldfajn disse também que o estoque de swap cambial foi reduzido nos últimos meses e está atualmente em US$ 24 bilhões. Para o executivo, esse volume é “confortável” para o BC atuar.

“O Banco Central pode continuar atuando. Estou me referindo aos estoques de swaps cambiais que nós podemos utilizar adiante, mas nos reservamos ao direito de atuar com qualquer instrumento disponível”, destacou.

 

Reformas

O presidente do BC voltou a defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Gastos Públicos, aprovada na Câmara dos Deputados e atualmente em tramitação no Senado, além de outras reformas em estudo pelo governo, como a da Previdência. “Temos reformas que estão sendo aprovadas no Congresso, outras reformas que estão sendo abordadas para mandar para o Congresso. As políticas estão na direção certa. Isso é muito importante em termos de fundamentos para o país atravessar momentos de volatilidade”, disse. (Kelly Oliveira, da Agência Brasil).

 

Emprego na construção civil

recua pelo 24º mês seguido

O nível de emprego no setor da construção civil do país recuou em 1,14% no último mês de setembro sobre agosto, o que representou o corte de 30.823 trabalhadores. No acumulado do ano até setembro, foram suprimidas 225.069 vagas e, em 12 meses, 460.014. Os dados do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) referem-se à pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), feita em conjunto com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o levantamento, o setor vem reduzindo as contratações há dois anos e já eliminou, nesse período, 899.913 mil postos de trabalho. Em 2016, pelas estimativas do SindusCon-SP, as dispensas devem atingir 500 mil. Em outubro de 2014, a base de trabalhadores era de 3,57 milhões e caiu para 2,678 milhões.

As maiores quedas ocorreram nas empresas relacionadas a obras de acabamento (-1,30%) e imobiliário (1,29%). Já nos nove primeiros meses do ano, houve diminuição de 17,76% no segmento imobiliário e de 14,92%, nas empresas que lidam com a preparação de terreno. Por região, o Sudeste aparece com o recuo mais expressivo (1,36%), seguido do Nordeste (-1,16%).

Na avaliação do presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, a retomada do emprego só vai ocorrer por meio do reaquecimento da economia e, para isso, serão necessárias medidas estruturais como as reformas tributária e trabalhista, a racionalização das despesas do governo, a diminuição dos juros, a elevação da oferta de crédito e a agilização das concessões e parcerias público-privadas da União, estados e municípios. (Marli Moreira, da Agência Brasil).

 

Ibovespa fecha em queda de 3,3% com

receios por Trump; Petrobras desaba

O principal índice da Bovespa voltou a cair forte nesta sexta-feira, para baixo dos 60 mil pontos, refletindo a cautela do mercado com os desdobramentos da eleição de Donald Trump para presidir os Estados Unidos.

O Ibovespa caiu 3,3 por cento, a 59.183 pontos, piso de fechamento desde 30 de setembro (58.367 pontos). Na máxima, o índice chegou a subir 0,7 por cento, enquanto perdeu 3,7 por cento na mínima. Na semana, o índice caiu 3,9 por cento.

O giro financeiro no pregão somou 16,26 bilhões de reais, acima da média diária para o mês, de 9,95 bilhões de reais e muito superior à media diária para o ano, de 7,2 bilhões.

Segundo profissionais do mercado, até que se tenha mais clareza do rumo a ser tomado por Trump e do impacto para outros países, a volatilidade deve seguir dando o tom aos negócios.

A forte queda das ações da Petrobras também pesou no índice, em dia de queda da cotação do petróleo e após a companhia ter anunciado prejuízo no terceiro trimestre.

Com isso, muitos investidores estãs zerando posições, amparados nos fortes ganhos do mercado este ano. Até outubro, o Ibovespa acumulou alta de quase 50 por cento em 2016.

O dia também foi marcado por intensa agenda de resultados corporativos. A alta do dólar ajudou ações de exportadoras. A moeda norte-americana subiu cerca de 1 por cento, longe das máximas após forte atuação do Banco Central. (Por Flavia Bohone, Reuters).

 

Eletrobras prevê investir R$35,8 bi em 2017-2021;

busca R$5,5 bi em vendas de ativos

A estatal federal Eletrobras divulgou nesta sexta-feira um Plano de Negócios 2017-2021 que prevê investimentos de 35,8 bilhões de reais, o que representa corte de 29 por cento ante o plano anterior (2015 a 2019), em meio a uma estratégia da companhia para se reerguer após anos de prejuízos bilionários.

A estatal ainda pretende levantar cerca de 5,5 bilhões de reais com vendas de ativos até o final de 2017. Ao menos 913 milhões viriam da privatização da distribuidora goiana Celg-D, agendada para 30 de novembro, e outros 4,6 bilhões da venda de imóveis, como terrenos e prédios administrativos, e participações acionárias em usinas e linhas de energia.

Em paralelo, a companhia trabalha para viabilizar um amplo Plano de Aposentadoria Incentivada com o objetivo de reduzir despesas.

O assunto está em discussão com o Ministério do Planejamento, mas a estatal tem cerca de 5 mil funcionários elegíveis ao plano, cujas metas ainda não foram definidas.

Em teleconferência com acionistas, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr, disse que os números ainda não estão fechados, mas adiantou que gastos com esses desligamentos deverão se pagar em entre 18 e 20 meses.

“Devemos fazer um plano atrativo para que a gente tenha de fato uma grande adesão, mas só vou poder dar estimativas disso no momento em que estiver aprovado”, explicou.

 

VENDAS DE ATIVOS

O presidente da Eletrobras afirmou ainda que a estatal está “muito otimista” quanto ao leilão de privatização da Celg-D. (Reuters).