Bolsa cai 1,33% com cenários externo e interno; dólar recua para R$ 3,13

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10/08/2016

Moedas

Dólar Comercial: 3,1455 (compra) 3,1470 (venda) +0,47% (variação)

Dólar Turismo: 2,9900 (compra) 3,3000 (venda) +0,61% (variação)

Euro Comercial: 3,5095 (compra) 3,5115 (venda) +0,34% (variação)

Libra: 4,0792(compra) 4,0823(venda) +0,16% (variação)

Guarani: 1.680 (compra) 1.720 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -1,33% (56.920) nesta quinta-feira.

 

Commodities

Soja: 68,50(BA) 71,04 (GO) 74,29(MG) 71,25 (MS) 70,01(MT) 69,37(PR) 69,60(RS)  71,77(SC) 76,06(SP)

Milho: 59,17(BA) 42,54(GO) 48,55(MG) 36,11 (MS) 30,44(MT) 36,76(PR) 43,82(RS) 43,50(SC) 40,54(SP)

Algodão: 86,42(BA) 62,65(GO) 87,78(MG) 68,00(MS) 82,61(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 65,26(PR) 50,49(RS) 55,69(SP)

Feijão: 435,83(BA) 218,70(PR) 203,50(RS) 206,36(SC) 351,72(SP)

 

Bovinos: 146,59(BA) 138,86(GO) 138,01(MG) 138,75(MS) 128,57(MT) 147,89(PR) 5,35(RS) 151,20(SC) 151,66(SP)

Aves: 3,10(MG) 2,91(PR) 2,46(SC) 3,15(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 41,900 (0,22%)

Ouro: US$ 1347,850 a onça-troy (+0,09%)

Prata: US$ 20,170 (+0,17%)

Platina: US$ 1166,350(-0,16%)

Paládio: US$ 711,500 (+0,11%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,22%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,35% (junho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

BALANÇA COMERCIAL DE MS

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

Produção de veículos cresce

4,7% em julho, diz Anfavea

Da Agência Brasil

A produção de veículos automotores aumentou 4,7% em julho com a produção de 189.900 unidades ante junho, quando saíram das fábricas 181.400 veículos, de acordo com balanço da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), divulgado hoje (4), em São Paulo.

Na comparação com julho de 2015, a produção caiu 15,3%. No acumulado do ano, quando foram fabricados 1.205.041 de veículos, houve queda de 20,4%, porque nesse mesmo período do ano passado a produção chegou a 1.514.001.

“Houve alguns problemas pontuais em empresas que tiveram quebra de produção, mas, mesmo assim, houve esse aumento que reflete a elevação de vendas. Esse número poderia ter sido melhor se algumas empresas tivessem produção mais uniforme”, disse o presidente da Anfavea, Antônio Megale.

O licenciamento em julho chegou a 181.400 unidades, o que representou uma elevação de 5,6% ante os 171.800 vendidos em junho. Na comparação com julho do ano passado – quando foram vendidos 227.600 veículos, o licenciamento caiu 20,3%. No acumulado do ano foram comercializados 1.164.094 veículos, 24,7% a menos do que no mesmo período de 2015, quando foram vendidos 1.546.057.

Exportações

“Embora esse tenha sido o melhor mês do ano, ainda não conseguimos dizer que isso já é um início de recuperação.
As exportações cresceram 5% em julho de 2016 na comparação com junho de 2915. Foram vendidas ao mercado externo 45.552 unidades contra 43.392 de junho do ano passado.

Segundo Megale, a Anfavea continua vendo as exportações como alternativa importante para a utilização da capacidade instalada das fábricas, considerada ociosa. “O resultado é bom, mas há espaço para crescimento devido aos acordos comerciais que foram acertados entre Colômbia e Peru. Esses acordos ainda não foram internacionalizados, mas temos potencial para exportar mais para eles”, explicou.

Ele destacou, ainda, o acordo com a Argentina que dá mais previsibilidade para o setor. “Vamos continuar exportando para eles que têm se apresentado como mercado crescente e o Brasil é uma participação importante nesse mercado”.

Os dados mostram ainda que houve um ajuste de -0,9% no emprego do setor, com 1.200 vagas a menos do que no mês anterior. Há 26 mil pessoas em lay-off (suspensão temporária do trabalho) e dentro do PPE (Programa de Proteção ao Emprego).

A Anfavea manteve as previsões para o final de 2016, que indicam queda de 19% nas vendas, redução de 16,4% na produção e exportações com elevação de 21,5%.

 

Pedidos de recuperação judicial

têm alta de 4,2% em julho, diz Serasa

Repórter da Agência Brasil

O Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações aponta alta de 4,2% em julho, na comparação com junho. Foram requeridos, no mês passado, 175 recuperações judiciais. Em relação a julho de 2015, houve alta de 29,6%.

As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial em julho, com 122 pedidos, seguidas pelas médias (36 pedidos) e pelas grandes empresas (17 pedidos).

No acumulado do ano, de janeiro a julho, foram feitos 1.098 pedidos, 75,1% a mais do que o registrado no mesmo período em 2015. De janeiro a julho de 2015, foram 627 ocorrências, contra 476 em 2014.

No acumulado de 2016, as micro e pequenas empresas tiveram 657 pedidos, seguidas pelas médias (282 pedidos) e pelas grandes empresas (159 pedidos).

Falências

Na análise mês a mês, houve queda 3,1% de requerimentos de falências em julho (189 pedidos) na comparação com junho (195 pedidos). Já na comparação ano a ano, a alta foi de 9,2%,, com 173 pedidos em julho de 2015, contra 189 pedidos em julho de 2016.

De janeiro a julho, foram realizados 1.058 pedidos de falência em todo o país, um aumento de 9% em relação aos 971 requerimentos do mesmo período em 2015. Desse total, 559 foram de micro e pequenas empresas, 248 de médias e 251 de grandes. Na comparação com janeiro a julho de 2014, o número de pedidos de falência subiu 13,4%.

Taxa do cheque especial aumenta

em agosto, mostra pesquisa

Agência Brasil

A taxa média do cheque especial nos bancos em agosto foi de 13,52% ao mês (a.m.), alta de 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Procon de São Paulo.

Das sete instituições financeiras que fazem parte da amostra, três elevaram a taxa do cheque especial e nenhuma do empréstimo pessoal.

A maior alta foi encontrada no Banco do Brasil, que alterou de 12,61% para 12,83% a.m., o que significa uma variação positiva de 1,74% em relação à taxa de julho de 2016.

Outra alta foi verificada no Bradesco, que alterou de 12,99% a.m. para 13,15% a.m., variação positiva de 1,23%. A Caixa Econômica Federal alterou de 12,88% a.m. para 12,93% a.m., variação positiva de 0,39%. Os demais bancos mantiveram suas taxas do cheque especial.

Na modalidade empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados em agosto foi de 6,56% a.m., igual à do mês anterior. Nenhuma instituição pesquisada alterou suas taxas. A Caixa Econômica Federal continua com a menor taxa praticada, de 5,50% a.m., e o Santander com a maior, de 8,49% a.m.

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