BC reduz juros pela 3ª vez e faz maior corte em quase 5 anos

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11/01/2017

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,1910 (compra) 3,1916 (venda) -0,22% (variação)

Dólar Turismo: 3,0400 (compra) 3,3600 (venda) 0,0% (variação)

Euro Comercial: 3,3819(compra) 3,3853 (venda) +0,31% (variação)

Libra: 3,8940 (compra) 3,8983 (venda) +0,24% (variação)

Guarani: 1.740 (compra) 1.810 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 22h11)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,51% (62.446,26) nesta quarta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 69,00(BA) 66,51(GO) 67,55(MG) 65,00(MS) 60,31(MT) 67,39(PR) 66,40(RS)  72,33(SC) 69,49(SP)

Milho: 44,25(BA) 32,86(GO) 35,14(MG) 27,67(MS) 24,31(MT) 29,50(PR) 32,91(RS) 35,39(SC) 33,96(SP)

Algodão: 88,01(BA) 63,56(GO) 90,97(MG) 70,00(MS) 83,69(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,57(PR) 48,95(RS) 58,26(SP)

Feijão: 240,00(BA) 194,91(PR) 224,21(RS) 198,75(SC) 153,88(SP)

 

Bovinos: 156,78(BA) 138,05(GO) 143,39(MG) 135,63(MS) 126,72(MT) 149,24(PR) 4,87(RS) 154,61(SC) 149,34(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,87(PR) 2,41(SC) 2,80(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 22h01)

 

Petróleo (Brent): US$ 53,470 (0,00%)

Ouro: US$ 1194,780 a onça-troy (+0,08%)

Prata: US$ 16,780 (+0,06%)

Platina: US$ 973,600 (-0,03%)

Paládio: US$ 756,000 (+0,24%)

(Fonte Uol – fechado às 22h16)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,18%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,30% (Dez/16).

IPC-Fipe: +0,72 (Dez/16)

IGP-M: +0,54 (Dez/16)

INPC: +0,14 (Dez/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

2017

– Jan/2017: R$ 3,5719

 

2016

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

 

2017

– Jan/Fev-2017: R$ 24,43

 

2016

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

BC reduz além do esperado a Selic e vê inflação

abaixo da meta em 2017 em meio à recessão

O Banco Central surpreendeu ao reduzir nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13,00 por cento ao ano, intensificando o ritmo de afrouxamento monetário para além do esperado pelo mercado diante de sinais de retomada econômica mais demorada após dois anos de profunda recessão.

Também passou a ver a inflação abaixo do centro da meta neste ano, em 4,0 por cento no cenário de referência, contra 4,4 por cento antes, sugerindo espaço suficiente para mais cortes robustos na Selic. Para 2018, a estimativa também caiu a 3,4 por cento, contra 3,6 por cento anteriormente. A meta para esses dois anos é de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual.

“Diante do ambiente com expectativas de inflação ancoradas, o Comitê entende que o atual cenário, com um processo de desinflação mais disseminado e atividade econômica aquém do esperado, já torna apropriada a antecipação do ciclo de distensão da política monetária, permitindo o estabelecimento do novo ritmo de flexibilização”, afirmou o BC em comunicado, após reconhecer que chegou a avaliar a alternativa de reduzir a Selic em 0,5 ponto e sinalizar um corte maior para a próxima reunião.

“A extensão do ciclo e possíveis revisões no ritmo de flexibilização continuarão dependendo das projeções e expectativas de inflação e da evolução dos fatores de risco mencionados”, acrescentou.

Em pesquisa Reuters, a grande maioria dos analistas consultados previu redução de 0,50 ponto percentual na Selic. Poucos, incluindo o maior banco privado do Brasil, Itaú Unibanco, estimaram corte mais agressivo, de 0,75 ponto.

“A inflação corrente caiu, e a esperada também. Lá fora o juro subiu e o mundo não acabou, a economia está em recessão e as reformas estão andando. Esse corte de 0,75 veio tarde”, avaliou o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco Gonçalves, que segue vendo a Selic em 9,75 por cento ao ano já em outubro.

Em nota, o economista-chefe da Haitong, Jankiel Santos, afirmou que com a decisão desta quarta fica estabelecido um novo ritmo de corte de juros no curto prazo, com o BC repetindo a tesourada de 0,75 ponto percentual pelo menos nos próximos dois encontros do Copom.

“A continuidade deste ritmo ou a redução para um passo mais lento dependerá da evolução do cenário prospectivo, mas as chances de a taxa Selic atingir novamente o nível de um dígito ainda este ano aumentaram bastante”, escreveu ele, acrescentando que deverá revisar em breve seu cenário atual, de Selic em 10,50 por cento ao fim de 2017. (Por Marcela Ayres, da Reuters).

 

Após Copom reduzir Selic, Bradesco

anuncia cortes dos juros

O Bradesco anunciou nesta quarta-feira a redução das taxas de juros de linhas de crédito para pessoas físicas e para empresas, logo após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter cortado a Selic em 0,75 ponto percentual, para 13 por cento ao ano.

Para pessoa físicas, o Bradesco cortou a taxa mínima mensal do crédito pessoal de 2,84 para 2,78 por cento ao mês, e a máxima de 7,78 para 7,72 por cento. A taxa máxima do cheque especial passou de 13,55 para 13,49 por cento ao mês.

Na linha de capital de giro para micro e pequenas empresas, a taxa mínima do Bradesco caiu de 2,10 para 2,04 por cento ao mês, enquanto a máxima sai 4,27 para 4,19 por cento ao mês.

As medidas entram em vigor na próxima segunda-feira, informou o banco. (Reuters).

 

Ibovespa fecha em alta de 0,5% sustentado

por Vale e Petrobras após sessão volátil

O principal índice da Bovespa fechou no campo positivo nesta quarta-feira, depois de oscilar entre altas e baixas, sustentando-se nos ganhos de papéis atrelados a commodities, principalmente Vale e Petrobras.

O Ibovespa subiu 0,51 por cento, a 62.446 pontos, após cair 0,75 por cento na mínima e subir 0,9 por cento na máxima da sessão.

O giro financeiro no pregão somou 6,78 bilhões de reais, influenciado pelo leilão de venda de ações da Multiplan, que movimentou pouco mais de 300 milhões de reais.

Até o dia 10 de janeiro, o volume médio diário neste ano estava em 5,65 bilhões de reais. Em 2016, foi de 7,4 bilhões de reais.

Desde o começo do ano, o indicador acumula alta de 3,7 por cento, tendo subido em seis dos oito pregões até agora em 2017, com a ajuda principalmente das ações de empresas que negociam commodities.

Considerando ainda que o Ibovespa já havia subido quase 39 por cento em 2016, operadores veem potencial para realizações de lucros no curto prazo. O analista Rafael Ohmachi, da Guide Investimentos, lembra ainda que a aproximação do Ano Novo chinês, no fim de janeiro, pode pesar principalmente sobre papéis de mineração e siderurgia.

Nesta quarta-feira particularmente, o pregão foi marcado por cautela, com os investidores divididos entre a primeira coletiva do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, e a expectativa sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) acerca da taxa básica de juro.

Após o fechamento do mercado, o Copom anunciou corte de 0,75 ponto percentual na Selic, para 13 por cento ao ano. (Por Gabriela Mello, da Reuters).

 

Dólar cai e vai ao patamar de R$3,19 com Trump

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017 17:06 BRST Imprimir [-] Texto [+]

Por Claudia Violante

 

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar fechou a quarta-feira em queda, indo à casa de 3,19 reais e no menor preço em dois meses, sintonizado com o comportamento da moeda norte-americana no exterior, com investidores mais aliviados depois de a entrevista do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, não surpreender.

 

O dólar recuou 0,22 por cento, a 3,1916 reais na venda, após bater mais de 1 por cento de alta e ir 3,2308 reais na máxima do dia. Foi novamente o menor nível de fechamento desde 8 de novembro passado.

 

O dólar futuro tinha queda de cerca

de 0,10 por cento no final desta tarde.

“O mercado tinha expectativa, mas não sabia de fato o que ele ia falar e, na dúvida, comprou. Mas depois da entrevista, nada justificava manter a posição”, comentou um profissional da mesa de câmbio de uma corretora nacional.

Entre outras coisas, Trump disse que agências de inteligência dos EUA podem ter vazado um dossiê com o que ele chamou de “notícias falsas” sobre como a Rússia tentou influenciar suas ações, e afirmou que as alegações são mentirosas. Também criticou o programa de saúde do presidente Barack Obama, conhecido como Obamacare.

De modo geral, os agentes econômicos temem que Trump, que assume o comando da maior economia do mundo no próximo dia 20, adote uma política econômica inflacionária e que obrigue o Federal Reserve, banco central norte-americano, a elevar ainda mais os juros nos Estados Unidos. Nesse cenário, haveria atração de recursos aplicados atualmente em outros países, como o Brasil, gerando pressão no dólar.

“Trump foi muito vago na sua entrevista. O mercado achou positivo ele não falar nada pesado, nada alarmante, mas acho preocupante justamente não sabermos nada”, destacou o economista-chefe da gestora Infinity Asset, Jason Vieira.

No exterior, o dólar passou a cair ante uma cesta de moedas e ante divisas de países emergentes, como o rand sul-africano.

O Banco Central brasileiro continuou sem atuar no mercado de câmbio desde o dia 13 de dezembro. (Da Reuters).

 

Presidente Michel Temer durante entrevista coletiva no Palácio da Alvorada, em Brasília 22/12/2016 REUTERS/Adriano Machado
Presidente Michel Temer durante entrevista coletiva no Palácio da Alvorada, em Brasília
22/12/2016. (Foto: REUTERS/Adriano Machado).

Temer comemora corte surpreendente dos juros pelo

Copom e vê condições para retomada econômica

O presidente Michel Temer comemorou a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, e disse que estão dadas as condições para a retomada da economia e da criação de empregos.

“A decisão do Banco Central, que delibera de forma independente e com base em elementos exclusivamente técnicos, respalda a convicção do Presidente Michel Temer no sentido de que estão dados os elementos para uma retomada do crescimento econômico e da criação de novos empregos ao longo do ano”, afirma do Palácio do Planalto.

“Abre-se espaço para que a taxa de juros seja gradualmente reduzida, de modo responsável, consistente e sustentável”, acrescenta a nota do Palácio do Planalto.

O corte da taxa Selic para 13,0 por cento ao ano pelo Copom surpreendeu o mercado, que esperava uma redução de 0,50 ponto percentual.

Temer vinha dizendo esperar uma queda dos juros, como na última segunda-feira, quando disse não desejar “dar palpite nessa área, que é uma área muito delicada”, mas afirmou que “certa e seguramente com a inflação caindo, naturalmente os juros irão cair”. (Por Alexandre Caverni, da Reuters).