Venda de veículos novos recuam 6,42% no Estado

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Print
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

As vendas de veículos novos recuaram 6,42% em Mato Grosso do Sul, entre julho e agosto. O setor registrou quedas em todos os segmentos.

 Os números são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que reúne 50 associações de marca de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, motocicletas, tratores e máquinas agrícolas.

A retração nas saídas de automóveis e comerciais leves, responsáveis por cerca de 60% do mercado, foi de 7,24%. Após 3.096 unidades vendidas em julho, agosto registrou 2.872.

O recuo no comércio de motocicletas zero quilômetro foi de 4,40% – de 1.478 veículos em julho para 1.413 em agosto. O segmento responde por aproximadamente 30% das vendas em Mato Grosso do Sul.

Também esfriaram as saídas de ônibus (-31,58%), caminhões (-10,92%), implementos rodoviários (-4,92%) e outros (-1,46%).

Ao todo, 4.842 veículos foram vendidos em agosto no Estado, perante 5.174 unidades em julho.

Já no acumulado do ano, o resultado é superior ao de 2018. De janeiro a agosto, 38.440 veículos deixaram as concessionárias de Mato Grosso do Sul, aumento de 5,86% no comparativo com os 36.311 vendidos em igual período anterior.

No Brasil, a queda registrada pela Fenabrave entre julho e agosto foi de -0,67%.

Seminovos e usados – O comércio de veículos seminovos e usados no Estado também demonstrou queda. Após 20.164 unidades movimentadas em julho, foram vendidas 18.761 em agosto – equivalentes a recuo de 7%.

Conforme dados da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), que congrega pelo menos 48 mil garagens no País, caíram as vendas de automóveis (-6,8%), comerciais leves (-7%), comerciais pesados (-12,9%) e motos (-7,2%).

A retração nas saídas de seminovos e usados no País foi de 2%.