PRODUTOS DE NATAL TEM QUEDA DE PREÇOS

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O diretor-presidente do Procon, Rozemar Matos, orienta para que as pessoas pesquisem e façam análise de qualidade. (Foto: Divulgação).

Pesquisa do Procon (Programa Municipal de Defesa do Consumidor) apresentou realizada nesta quinta-feira, dia 12, apresentou queda de 3,1% em relação à pesquisa feita no dia 5. A pesquisa é feita em 10 estabelecimentos comerciais na cidade de Dourados.

Alguns produtos apresentaram queda significativa de preço, como exemplo a castanha do Pará com casca, cujo maior preço verificado no dia 5 era R$ 16,39 e nesta caiu para R$ 7,90. Foram pesquisados 47 itens, envolvendo panetones, carnes (aves, suína, bovina e peixe), frutas, enlatados e bebidas.

A pesquisa encontrou 17 produtos com diferença superior a 100% do estabelecimento com menor preço para o de maior preço. Entre os produtos as maiores diferenças constatadas foram em relação ao Panetone da Casa (500 gr), que tem menor preço de R$ 3,95 e maior preço de R$ 19,49. A diferença é de 393,42% e o preço médio de R$ 8,48.

A sidra tradicional de maçã (660 ml) tem menor preço de R$ 3,99 e maior de R$ 11,13, com diferença de R$ 178,95% e preço médio de R$ 6,79. A uvas passas escura (200 gr), com menor preço de R$ 2,98 e maior preço de R$ 6,98. A diferença é de 134,23 % e o preço médio de R$ 4,36. O presunto tender (1 kg) tem o menor preço de R$ 19,90 e o maior de R$ 39,90, com preço médio ficando em R$ 29,40 e a diferença de 100,50%.

Em função da grande diferença de preço verificada o Procon recomenda ao consumidor que faça uma cuidadosa pesquisa de preço, avaliando sempre a relação ‘preço x qualidade’.

“O consumidor deve ficar atento às informações contidas nos rótulos, como peso, data de fabricação, prazo de validade e condições de conservação. Deve ser sempre considerado o custo beneficio do deslocamento no caso de estabelecimentos que estão apresentando produtos mais baratos que o da sua região. Por fim, o consumidor deve sempre exigir a nota fiscal no ato da compra”, diz Rozemar Mattos Souza, diretor do Procon.

 

Veja a pesquisa:

 

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