Intenção de consumo do campo-grandense tem leve queda em novembro

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A pesquisa apontou também que os consumidores estão mais seguros em relação à situação atual do emprego (41,7%) e que a maioria tem uma perspectiva profissional positiva para os próximos seis meses (57,8%). (Foto: Divulgação).
A pesquisa apontou também que os consumidores estão mais seguros em relação à situação atual do emprego (41,7%) e que a maioria tem uma perspectiva profissional positiva para os próximos seis meses (57,8%). (Foto: Divulgação).

Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta uma leve queda na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) campo-grandenses em novembro, com 96,2 pontos, em comparação aos 96,9 pontos registrados no mês de outubro, uma redução de 0,7%. Já em comparação a novembro de 2017 (78,8 pontos) o aumento é de mais de 15 pontos.

Para quem ganha mais de dez salários mínimos o índice é positivo, mais de 20 pontos acima do índice geral (118,4 pontos). Já para quem ganha menos de dez salários, a confiança é menor, com diferença de mais de quatro pontos (91,9).

Dos sete indicadores apurados, apenas três apresentaram índices positivos, perspectiva profissional (4,1%), compra a prazo (acesso ao crédito), com 1,7%, e emprego atual (1,5%). O momento para duráveis registrou o pior índice (-5,1%), seguido pelo nível de consumo atual (- 4,3%) e perspectiva de consumo (- 3,7%). Por último, a renda atual (- 2,5%).

A pesquisa apontou também que os consumidores estão mais seguros em relação à situação atual do emprego (41,7%) e que a maioria tem uma perspectiva profissional positiva para os próximos seis meses (57,8%). Já em relação a avaliação da renda atual, 45,4% afirmam que está igual ao ano passado.

“Estamos nos aproximando dos preparativos para as festas de fim de ano, Natal e Ano Novo, e as confraternizações do período, o que deve ajudar a melhorar o índice no próximo mês. A pesquisa mostra que a perspectiva de consumo deve se manter igual ao ano passado, o que é positivo”, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa da Fecomércio-MS (IPF-MS), Edison Araújo.