Em MS 10% das lojas de varejo fecharam às portas no ano passado

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Os setores afetados foram os mais variados, mas com maior ênfase em áreas de materiais de construção (-18,3%), informática e comunicação (-16,6%), móveis e eletrodomésticos (-15%)

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (12) pela CNC (Confederação Nacional do Comércio) mostra que 9,9% das lojas de varejo de Mato Grosso Sul fecharam às portas em 2015 devido à crise econômica que atinge o setor em todo o país. Apesar do cenário negativo, o Estado ficou apenas na décima colocação entre as unidades federais com maior número de empresas desativados no Brasil. A média nacional ficou em 13,4%.

Em Dourados, o setor varejista também sentiu os efeitos da crise e várias lojas fecharam às portas
Em Dourados, o setor varejista também sentiu os efeitos da crise e várias lojas fecharam às portas

Em todo o país, o levantamento que usa dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostra que 95,4 mil lojas fecharam as portas no ano passado. Os setores afetados foram os mais variados, mas com maior ênfase em áreas de materiais de construção (-18,3%), informática e comunicação (-16,6%), móveis e eletrodomésticos (-15%).

Em volume de vendas, 2015 foi o segundo ano consecutivo em que houve retração. A a variação no número de lojas do varejo com vínculo empregatício, foi negativo no ano passado, pela primeira dos últimos dez anos.

E não foram só as lojas de pequeno porte que não resistiram aos impactos da crise econômica. A maioria (16,5%) dos fechamentos foram de empresas de médio porte, seguido por empresas de grande porte (-14,8%), comércio varejista (-13,4%), micro empresas (-12,9%) e por último, as pequenas (-12,5%).

JUCEMS

Números da Jucems (Junta Comercial do Estado de Mato Grosso do Sul) mostraram que o número de abertura de empresas em Mato Grosso do Sul registrado em 2015 foi o pior dos últimos 9 anos. A quantidade de pessoas que tiraram o negócio do papel começou a cair em 2014.

Foram abertas 7,6 mil empresas em 2013 e 6,7 mil em 2014, o que representa queda de 12%. No ano seguinte, o número caiu para 5,9 mil, retração de 11,7%, segundo o levantamento divulgado mensalmente pelo órgão, que é responsável pelo registro de atividades ligadas a sociedades empresariais.

 

Da redação, com informações do Campo Grande News