Soja tem previsão de render 12% a mais com clima favorável no Estado

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A safra de soja em Mato Grosso do Sul está com bom desenvolvimento, diante da intensidade de chuvas registradas nos últimos dias. Em comparação aos dados da safra anterior (2018/2019), a área plantada cresceu aproximadamente 6,18%, passando de 2,979 milhões de hectares para 3,163 milhões de ha. Para tanto, é esperado um aumento de 12,57% em relação à expectativa do volume de produção de grãos (de 8,8 milhões de toneladas na safra 2018/2019 para 9,9 milhões de toneladas na safra 2019/2020. Os dados são do primeiro Boletim da Casa Rural de acompanhamento da safra do Sistema Famasul.

O levantamento ainda aponta que a produtividade para a próxima safra no Estado está estimada em 52,19 sacas por hectare, diante de 48 sacas/ha colhidas em média no ano agrícola anterior.
De acordo com o boletim técnico na primeira semana do mês de janeiro deu-se continuidade ao acompanhamento do desenvolvimento da soja safra 2019/2020. Neste período, foram contatadas empresas de assistência técnica, produtores rurais, sindicatos rurais e empresas privadas dos principais municípios produtores de soja do Mato Grosso do Sul. As principais informações levantadas referem-se à fenologia da cultura; incidência de plantas daninhas, pragas e doenças; situação da lavoura; clima; dentre outras informações.

De acordo com assistência técnica que acompanha as lavouras no Estado, o período entre os dias 30/12/2019 a 03/01/2020 foi marcado por baixos e irregulares volumes de chuvas. Até o momento a incidência de pragas está dentro da normalidade. A previsão do tempo para a segunda semana de janeiro indica regularidade nas chuvas. Até o momento o clima mantém-se regular para o desenvolvimento da cultura.

Preços – Já os preços médios da saca de 60 Kg, em MS, encerraram o mês de dezembro cotados a R$ 80,29. Comparando a cotação média de dezembro com a cotação do mesmo período do ano passado, houve avanço nominal de 8,18%, quando a oleaginosa havia sido cotada, em média, a R$ 74,22/sc. As cotações no mercado se mantiveram estáveis mesmo com as desvalorizações da moeda americana no mês de dezembro, pois em contrapartida houve valorização nos contratos futuros na Bolsa de Chicago no final de dezembro.