Setor sucroenergético é debatido durante a 53ª Expoagro em Dourados

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Régis Borges, diretor da Escola Pro-Fissa fala sobre o setor na Expoagro. (Foto: Divulgação).
Régis Borges, diretor da Escola Pro-Fissa fala sobre o setor na Expoagro. (Foto: Divulgação).

O setor sucroenergético processou em Mato Grosso do Sul 50,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2016/2017. O volume é 3,3% maior quando comparado à safra anterior, em que o Estado produziu 48,7 milhões de toneladas. Com o resultado, o Estado ficou em quarto lugar na produção nacional. A produção dessa safra ocupou uma área de corte de 615 mil hectares. Para debater a atuação de jovens profissionais no setor, a Biosul e o Sindicato Rural de Dourados realizaram o VI Seminário da Cadeia Produtiva da Cana-de-Açúcar de MS, durante a 53ª Expoagro, em Dourados.

Segundo Erico Paredes, gerente administrativo da Biosul, o objetivo do seminário foi apresentar as oportunidades de mercado para os jovens e alertar sobre o perfil profissional ideal para obter sucesso na carreira. “No evento, reforçamos o compromisso que o setor tem com a capacitação e a qualificação da mão de obra local e principalmente com a inserção e manutenção de novos talentos aqui no Estado”, disse Paredes. Para o gerente, o que conta no início da carreira dos jovens não é a experiência e nem o conhecimento do setor. “O mercado leva em conta que o profissional tenha iniciativa, curiosidade, saiba se comunicar e seja proativo”, ressaltou.

Durante o seminário, o diretor da Escola Pro-Fissa, Régis Borges, abordou sobre liderança, gestão, inovação e como essa geração pode conquistar seu espaço. “Hoje, muito mais do que uma boa formação e currículo técnico, as empresas avaliam a capacidade que o jovem tem para engajar, a aptidão de pensar fora da ‘caixinha’, de empreender na carreira, liderar, não apenas equipes, mas projetos. As empresas estão cada vez mais exigentes e quem souber desenvolver essas habilidades, sai na frente”, disse.