“Caminhos para o Centro-Oeste” aponta agropecuária para conter crise econômica no país

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caminhosdocentrooeste-FotoNolli Corrêa
Encontro “Caminhos para o Centro-Oeste”, que teve a finalidade de debater as perspectivas para o desenvolvimento regional. (Foto: Nolli Corrêa).

O secretário Jaime Verruck, e o secretário-adjunto e presidente estadual do Instituto Teotônio Vilela no Mato Grosso do Sul, Ricardo Senna, participaram do encontro “Caminhos para o Centro-Oeste”, que teve a finalidade de debater as perspectivas para o desenvolvimento regional. O evento aconteceu na noite da última quinta-feira (14) no Grand Park Hotel e apresentou dois palestrantes de renome nacional: Xico Graziano, engenheiro agrônomo e doutor em Administração e Mansueto Almeida, economista.

Jaime Verruck ressaltou que Mato Grosso do Sul tem um papel de destaque no Centro-Oeste e, mesmo em meio à crise no país, o estado tem atraído investimentos significativos para a região . “É salutar a discussão sobre a diversificação da matriz econômica do estado, sobretudo para assegurar a continuidade da atração de investimentos importantes, como foi o caso do cluster florestal da Costa Leste do nosso estado que tem sido destaque não só no Brasil, mas também aos grandes traders internacionais. Os diversos setores do agronegócio do estado tem peso considerável para enfrentar qualquer crise.”

Para Xico Graziano, o encontro mostra a força do agronegócio no país. “É fácil mostrar hoje em dia em meio a essa enorme crise brasileira, talvez a maior crise econômica e política da nossa história, que o setor do agronegócio está ainda indo para frente, apesar de todas as dificuldades, o que impede que o Brasil esteja definitivamente destruído. Quando os dados da economia brasileira são analisados, tais como exportações e geração de emprego e renda, há um fator muito positivo ligado ao agronegócio e essa é uma agenda vitoriosa em MS.”

Já o Mansueto Almeida analisou o cenário econômico e considerou MS como exemplo para os demais estados da federação. “Nós estamos passando por tempos difíceis, mas o Brasil é um país que tem uma economia diversificada, onde as pessoas trabalham muito, há muitas terras férteis e indústria abrangente. Se colocarmos as finanças públicas em ordem, se o governo federal começar a fazer a concessão e os investimentos que o país precisa, vamos recuperar. Mato Grosso do Sul tem muito a ensinar ao Brasil”, concluiu.