Dólar cai 17,7% em 2016, a primeira queda anual desde 2010

Dólar cai 17,7% em 2016, a primeira queda anual desde 2010

 

 

29/12/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,2492 (compra) 3,2497 (venda) -0,94% (variação)

Dólar Turismo: 3,0900 (compra) 3,4200 (venda) -1,16% (variação)

Euro Comercial: 3,4256(compra) 3,4304 (venda) +0,33% (variação)

Libra: 3,9959 (compra) 4,0006 (venda) -0,29% (variação)

Guarani: 1.700 (compra) 1.780 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 23h45)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,75% (60.227,29) nesta quinta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 71,00(BA) 70,49(GO) 69,72(MG) 67,75(MS) 64,78(MT) 67,64(PR) 68,23(RS)  72,33(SC) 71,72(SP)

Milho: 44,42(BA) 33,28(GO) 35,29(MG) 28,89(MS) 24,76(MT) 29,64(PR) 33,87(RS) 35,78(SC) 34,89(SP)

Algodão: 86,50(BA) 63,56(GO) 90,97(MG) 70,00(MS) 83,69(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,57(PR) 48,84(RS) 59,24(SP)

Feijão: 240,00(BA) 194,91(PR) 225,26(RS) 198,75(SC) 161,20(SP)

 

Bovinos: 157,53(BA) 140,81(GO) 148,35(MG) 134,50(MS) 126,18(MT) 149,24(PR) 4,86(RS) 154,61(SC) 149,21(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,87(PR) 2,41(SC) 3,30(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 23h57)

 

Petróleo (Brent): US$ 54,800 (0,0%)

Ouro: US$ 1161,080 a onça-troy (-0,03%)

Prata: US$ 16,240 (+0,06%)

Platina: US$ 906,300(+0,09%)

Paládio: US$ 674,000 (-0,22%)

(Fonte Uol – fechado às 23h53)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,20%

CDI: +13,63%

SELIC: +13,75% (2/12)

IPCA: +0,18% (Nov/16).

IPC-Fipe: +0,15 (Nov/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,07 (Nov/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Cliente troca notas de dólar em casa de câmbio no Cairo, Egito 27/12/2016 REUTERS/Mohamed Abd El Ghany

Cliente troca notas de dólar em casa de câmbio no Cairo, Egito
27/12/2016. (REUTERS/Mohamed Abd El Ghany).

Dólar cai 17,7% ante o real em 2016, maior

recuo em 7 anos, mas incertezas rondam 2017

O impeachment da presidente Dilma Rousseff, que gerou otimismo de mudança na política econômica, e a expectativa de que a democrata Hillary Clinton ganharia a presidência dos Estados Unidos sustentaram a trajetória de queda do dólar ante o real ao longo de 2016, e levaram a moeda norte-americana a registrar a maior recuo anual ante o real em sete anos.

Mas a cena política brasileira ainda conturbada, com importantes figuras do governo –inclusive o presidente Michel Temer– citadas em delações premiadas da operação Lava Jato, e a surpreendente vitória de Donald Trump na corrida presidencial norte-americana acenderam o sinal de alerta nos mercados para 2017, com expectativa de turbulências à frente.

O dólar fechou o último pregão do ano em queda de 0,94 por cento, a 3,2497 reais na venda, acumulando no ano desvalorização de 17,69 por cento, na primeira queda anual desde 2010 (-4,4 por cento) e a maior desde 2009 (-25,3 por cento). Entre 2011 e 2015, durante o governo da ex-presidente Dilma, a moeda norte-americana saltou 137 por cento ante o real.

Só em dezembro, a moeda norte-americana perdeu 4,06 por cento ante o real, a maior queda desde o recuo de 11,05 por cento de junho.

“É difícil saber o que vai predominar. Há vários elementos que podem fugir das expectativas”, resumiu o economista-sênior do Banco Haitong, Flávio Serrano.

Recente pesquisa da Reuters já havia tomado esse pulso, ao mostrar estimativas para o dólar em 2017 com grande intervalo, de 2,98 a 3,88 reais.

O futuro governo Trump é um fator de pressão de alta para o dólar ao redor do globo, inclusive no Brasil, devido a promessas de maiores gastos e redução de impostos que podem obrigar o Federal Reserve, o banco central norte-americano, a elevar mais do que o esperado os juros nos Estados Unidos.

O Fed subiu recentemente os juros, como amplamente esperado diante da recuperação da maior economia do mundo, e previu que em 2017 deverão ocorrer outras três altas. Juros maiores nos EUA têm potencial para atrair recursos aplicados em outros mercados, como o brasileiro. (Por Claudia Violante, da Reuters).

 

Bovespa sobe quase 40% em 2016 após três

anos em queda, na maior alta desde 2009

O principal índice da Bovespa fechou o último pregão do ano em alta, após uma sessão sem viés definido e de baixa liquidez, encerrando 2016 com ganho acumulado de quase 40 por cento, no primeiro resultado positivo após três anos de perdas.

Nesta quinta-feira, o Ibovespa subiu 0,75 por cento, a 60.227 pontos. O volume financeiro no pregão somou 5 bilhões de reais, abaixo da média de dezembro, de 8 bilhões de reais.

A sessão foi marcada por ajustes de posições de fundos, sem notícias relevantes ou um viés mais claro no exterior para ditar uma direção firme nos negócios, disseram profissionais da área de renda variável.

Na semana de apenas quatro dias, o Ibovespa acumulou ganho de 3,95 por cento, mas fechou o mês de dezembro com recuo de 2,7 por cento.

O Ibovespa subiu 38,93 por cento em 2016, melhor desempenho desde 2009 e primeira alta em quatro anos. O avanço foi guiado principalmente pela mudança do comando do país, que levou à melhora das perspectivas para a economia brasileira, com Petrobras entre as principais beneficiadas na bolsa.

“Mesmo que a confiança do consumidor, os níveis de atividade e o cenário político ainda não empolguem investidores, fechamos o ano bem melhores do que começamos”, disse o chefe da mesa de operações institucionais da corretora de um banco em São Paulo.

Além disso, profissionais da área de renda variável citaram que o desempenho anual teve respaldo na alta de commodities e no rali em Wall Street, com fatores externos de forte potencial negativo não sendo tão ruins assim.

Entre os eventos que adicionaram nervosismo estão a decisão da Grã-Bretanha de sair da União Europeia (Brexit) e a eleição de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos. (Por Paula Arend Laier, da Reuters).

 

Temer assina reajuste e salário

mínimo vai para 937 reais

O presidente Michel Temer assinou nesta quinta-feira um decreto que reajusta o salário mínimo para 937 reais, informou a Casa Civil.

O decreto, a ser publicado no Diário Oficial da União de sexta-feira, estipula o novo valor para o salário mínimo para 2017. O reajuste é menor do que o aprovado pelo Congresso, de 945,80 reais, quando foi votado o Orçamento do ano que vem.

O salário mínimo é reajustado pela variação da inflação medida pelo INPC no ano anterior a sua vigência, mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. O valor menor que o previsto se deveu à inflação mais baixa que estimada anteriormente. (Reuters).