VEREADORA E SECRETÁRIO DE DÉLIA SÃO PRESOS

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Quatro mandados de prisão preventiva foram cumpridos, na manhã desta quarta-feira (31), pelo MPE (Ministério Público Estadual) em Dourados. Os mandados foram cumpridos em Dourados e Campo Grande e miram esquema de falsificação de documentos e fraude em licitações envolvendo agentes públicos em Dourados.

Os nomes dos presos não foram confirmados pelo MPE. Informações extraoficiais levantadas pelo Indicador Econômico dão conta que entre os presos estão a vereadora em Dourados Denize Portolann (PR), o secretário municipal de Fazenda e braço direito da prefeita Délia Razuk, João Fava Neto, o presidente da Comissão Permanente de Licitação do município Amilton Garcia e Souza, e o empresário Messias José da Silva, proprietário de empresa contratada pela prefeitura. João Fava é sogro do filho da prefeita e deputado estadual eleito Neno Razuk (PTB).

Vereadora do PR foi empossado há menos de 40 dias na Câmara de Dourados. Foto/Divulgação
Vereadora do PR foi empossado há menos de 40 dias na Câmara de Dourados. Foto/Divulgação

Também foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pelos juízes Luiz Alberto de Moura Filho e César de Souza Lima, da 1ª Vara Criminal de Dourados, também foram cumpridos.

A operação objetiva esclarecer atuação de suposta organização criminosa composta por agentes públicos, políticos e empresários pela prática de crimes de fraude em licitação, dispensa indevida de licitação, falsificação de documentos, advocacia administrativa, além de crime contra a ordem financeira e de condutas previstas na Lei Anticorrupção, praticados durante a atual gestão municipal. A operação contou com o apoio de militares do Bope, DOF (Departamento de Operações da Fronteira) e Defron (Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira).

Os mandados foram expedidos a pedido do promotor Ricardo Rotunno, da 16ª Promotoria de Justiça de Dourados, com apoio dos promotores Elcio Féliz D’Angelo, Izonildo Gonçaves de Assunção Junior, Luiz Gustavo Terçariol, e do coordenador do Gecoc (Grupo Esp3ecializado no Combate a Corrupção), Adriano Vila Lobo Rezende.

 

O nome da operação refere-se a modalidade de procedimento licitatório mais utilizados pelos investigados em sua atuação. 13 equipes, compostas por cerca de 75 policiais militares, civis e servidores, além dos 6 promotores de Dourados e Campo Grande.