Preço da carne varia até 105% em Dourados, aponta Procon

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carne

A segunda pesquisa feita pelo Procon de Dourado após a explosão do preço da carne em todo o país encontrou variação de até 105% entre os cortes bovinos vendidos na segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul.

Outra constatação após o levantamento de preços feito ontem (16) em 18 supermercados e açougues douradenses é que a instabilidade de preços continua. Alguns cortes, como a picanha, apresentaram pequena queda no preço médio em comparação com a pesquisa feita no dia 4 deste mês. Outros, no entanto, como a fraldinha, estão mais caros.

A picanha apresentou variação de 88,45% entre o menor e o maior preço. O quilo é vendido por R$ 32,90 em um supermercado localizado na Vila Maxwell e por R$ 62,00 em uma casa de carnes na Rua Toshinobu Katayama. O preço médio foi de R$ 48,75.

Entre os cortes bovinos, o campeão de variação é o patinho, que foi encontrado de R$ 20,89 no mesmo mercado que tem a picanha mais barata a R$ 42,99 em um hipermercado de rede nacional na Avenida Marcelino Pires. A diferença foi de 105,79%. Alcatra, contrafilé, coxão mole e maminha são outros cortes classificados como carne de primeira com variação acima de 80%.

A maior diferença apontada nesta pesquisa foi no preço do lombo suíno – 137,34%. O quilo foi encontrado por R$ 13,90 em um mercado do Jardim Flórida e por R$ 32,99 em uma casa de carnes da Rua Monte Alegre.

Entre os cortes de frango, coxa e sobrecoxa apresentaram variação de 117,56%, oscilando de R$ 6,99 em um atacadista da Marcelino Pires a R$ 14,99 na casa de carnes da Monte Alegre.

A menor variação de preços foi de 17,70% na paleta ovina, ofertada com menor preço por R$ 33,90 e maior preço por R$ 39,90.

Segundo o Procon, considerando os produtos encontrados em todos os estabelecimentos onde a pesquisa foi feita, a diferença média foi de 78,2%. O órgão orienta os consumidores a exigirem a retirada de todas as impurezas da carne, como sebos e pelancas, e observar a cor e o modo de conservação do produto.