CONSTRUÇÃO CIVIL EM CRISE

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O setor da Construção Civil em Mato Grosso do Sul foi um dos menos impactos com a crise e recessão econômica do País, em comparação a outros estados, conforme levantamento da Abramat (Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção).

Venda de materiais de construção em Mato Grosso do Sul em abril movimentou R$ 57 milhões, conforme último balanço realizado pela associação - (Foto: Divulgação)
Venda de materiais de construção em Mato Grosso do Sul em abril movimentou R$ 57 milhões, conforme último balanço realizado pela associação – (Foto: Divulgação)

O emprego nas construtoras em abril caiu 14,13% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em Mato Grosso do Sul, a queda foi menor, e representa apenas 3,69% da queda de oportunidades no mercado. Atualmente são 30.871 mil vagas no setor.

O volume de vendas do comércio varejista apresentou recuo de -13,5%, enquanto a baixa no Estado chegou a -12,3%, variação em relação mesmo mês do ano passado.

Enquanto há queda nas vendas, a mão de obra e o varejo continuam apresentando alta de preço. O m² da construção subiu 7,4% e passou a R$ 981,24, o maior aumento do Centro-Oeste.

A queda do setor para a Abramat significa mais um reflexo da instabilidade política, econômica e alinhado ao clima recessivo, mas ainda assim, a venda de materiais de construção em Mato Grosso do Sul em abril movimentou R$ 57 milhões, conforme último balanço realizado pela associação.

Em Campo Grande, de acordo com a tabela do Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul (Sinduscon/MS), o preço do metro quadrado em projetos de padrão baixo, em junho, é de R$ 919,86, o que representa aumento de 0,19% em relação a maio. O custo do metro quadrado na construção em casas de padrão médio chegou a R$ 1009,92, elevação de 0,31%. E as obras para construções de alto padrão aumentaram 0,48% no último mês, a mão de obra custa R$ 1.237,60.

A associação explicou que, esse conjunto de indicadores reflete o cenário brasileiro, e como as mudanças na política econômica ainda não estão consolidadas, os potenciais impactos positivos ainda têm se limitado as expectativas de empresários e consumidores. A melhora no setor só é esperada a partir de julho, mais poderá ainda haver uma base de comparação muito baixa, em relação ao segundo semestre de 2015.