FIRJAN E FECOMÉRCIO PEDEM REFORMAS PARA SUSTENTAR QUEDAS

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Print
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

 

 

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) avalia que a redução da taxa de juros deve ser acompanhada por medidas estruturais “que reequilibrem a situação fiscal do país e possibilitem o aumento da produtividade da economia”.  A entidade acredita que são urgentes “a aprovação da reforma da Previdência e o reequilíbrio das contas públicas estaduais”.

A entidade divulgou em nota que já era esperada a queda, pela quarta vez consecutiva, da taxa básica de juros Selic,  “à medida que as estatísticas reforçam o quadro de queda da inflação e atividade ainda no campo recessivo”. A Selic caiu no dia 22 de 13% para 12,25% ao ano, um corte de 0,75 ponto percentual.

 

FECOMÉRCIO

A Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) aponta também para a necessidade de reformas que “permitirão situação fiscal mais favorável”. Aliadas a uma inflação mais baixa, essas reformas, sustenta a entidade, abrem espaço para a continuidade da trajetória de queda dos juros.

Em nota, a Fecomércio-RJ defendeu a redução dos juros no país. “Mesmo em meio aos recentes cortes na Selic, dados do Banco Central apontam que em 2016 houve encarecimento do crédito e aumento do spread bancário [diferença entre a taxa de captação paga pelos bancos e a taxa cobrada dos clientes] – para pessoas físicas [5,3 ponto percentual] e jurídicas [1,2 p.p.]. O corte das taxas de juros, ao reduzir o custo da tomada do crédito, é fundamental para a retomada do consumo, do investimento, do emprego e atividade econômica”, conclui a nota. (Alana Gandra, da Agência Brasil).