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Vazio sanitário inicia dia 15

Vazio sanitário inicia dia 15

 

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No período de 90 dias, além de não cultivarem o grão em Mato Grosso do Sul, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias. (Foto: Arquivo).

Começa 15 de junho o período de vazio sanitário da soja em Mato Grosso do Sul. A medida, estabelecida conforme lei estadual, tem o objetivo de prevenir e controlar uma das principais doenças que afetam a soja, a ferrugem asiática. No período de 90 dias, além de não cultivarem o grão em Mato Grosso do Sul, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias – conhecidas como guaxas ou tigueras – nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos.

Para Christiano Bortolotto, presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), o vazio sanitário é de fundamental importância. “Ele garante a rentabilidade do produtor, já que diminui a necessidade de utilização de outros métodos de controle de doenças na lavoura. Gastando menos no combate de doenças, há economia direta nos custos de produção do agricultor”, explica.

“Essa e outras doenças causam grandes perdas nas lavouras e enfraquecem a produção, elevando custos e gerando maior impacto ambiental. Portanto, o vazio não pode ser descumprido. O produtor precisa se manter consciente de que esse é o principal mecanismo de combate ao desenvolvimento de ferrugem asiática”, completa.

No entanto, maior nível de conscientização dos produtores – que têm se atentado às ferramentas de manejo integrado de pragas – e a intensificação do trabalho de orientação dos técnicos a cada oportunidade em que vistoriam as áreas ocupadas com a cultura de soja, têm contribuído de forma significativa para o aumento do cadastramento das áreas em relação às safras anteriores.

Isso foi demonstrado safra 2015/2016, quando foram cadastrados 2.148,6 mil hectares (88,7% da área plantada), frente aos 1.979 mil hectares (85,2%) da safra anterior, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo Filipe Portocarrero Petelinkar, chefe da Divisão de Defesa Vegetal de Mato Grosso do Sul, esses dois fatores garantiram significativa redução no número de autuações nos últimos anos.

No ciclo 2013/14, foram lavrados 209 autos de infração, sendo 178 por falta de cadastro, 28 pela presença de plantas voluntárias e outros 3 por cultivo de soja dentro do período estabelecido para o vazio. Já na safra 2014/15, foram 156 autuações, sendo 111 por falta de cadastro e 42 pela presença de plantas voluntárias de soja.

Filipe observa ainda que o cadastramento das áreas onde será cultivada a oleaginosa é obrigatório e os dados mantidos no banco de informações da Iagro servem de base para identificar o total de área plantada, prevenir os agricultores vizinhos quando houver foco da ferrugem por meio de alerta sanitário, além de facilitar as atividades da equipe.

O descumprimento das normas do vazio, de acordo com a Lei, pode implicar em autuação da Iagro e multa de até mil UFRMS, que é a Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul. A unidade teve seu valor estabelecido para o mês de junho em R$ R$ 23,63.