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UFGD cria em Dourados mestrado em ciência e tecnologia de alimentos

 

Estão abertas até 29 de julho as inscrições para a primeira turma do Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Em Mato Grosso do Sul, apenas a UFGD oferece esse curso e as linhas de pesquisa são abrangentes: “Tecnologia de Alimentos” é voltada para tecnologia de produtos cárneos e pescado, além da elaboração de alimentos funcionais e “Ciência de Alimentos” aborda a extração, caracterização e aplicação de compostos bioativos, amido e de resíduos do processamento de hortaliças, raízes, rizomas e tubérculos em produtos destinados a aplicações alimentares e ambientais. Microbiologia e segurança alimentar também fazem parte dessas linhas de pesquisa.

Dessa forma, propondo projetos de pesquisa com esse foco, profissionais com formação na área de alimentos ou em diferentes cursos de graduação como, por exemplo, Nutrição, Gastronomia, Biotecnologia, Farmácia e Química podem concorrer às 11 vagas da seleção.

Mais do que a graduação do candidato, é o objeto de pesquisa que será determinante e para alinhar as propostas com as pesquisas que o corpo docente já desenvolve, além de analisar o currículo dos professores, a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGA), Silvia Martelli, sugere que os candidatos entrem em contato nos e-mails disponíveis no edital para que as propostas de projeto de pesquisa sejam as melhores possíveis e estejam bem sintonizadas com o Programa.

Isso porque a diversidade de possibilidades de pesquisa é uma forte característica do Mestrado e sinal disso é que os orientadores estão lotados na Embrapa, na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e em diferentes Faculdades da UFGD: Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), Engenharias (FAEN), Ciências Exatas e Tecnologia (FACET) e de Ciências Biológicas e Ambientais (FCBA). Frente a essa diversidade, os candidatos devem estar atentos ao perfil do Programa.

 

ESTRUTURA

Voltado para a inovação e baseado na parte experimental da pesquisa, o Mestrado conta com diversos laboratórios que estarão à disposição dos acadêmicos para o desenvolvimento dos estudos. A coordenadora do PPGA afirma que a infraestrutura é boa e cita os laboratórios de Microbiologia, Análise Sensorial e de Análises Químicas da UFGD e seus equipamentos, entre eles o texturômetro, muito importante para a avaliação da textura de  alimentos, como alguns dos locais que darão suporte físico para os projetos.

No entanto, ela explica que o Mestrado tem várias instituições parceiras e convênios que podem colaborar em laboratórios e equipamentos e a atuação do corpo docente com pesquisa em universidades de outros estados também facilitará o acesso ao espaço de outras instituições.

 

MERCADO DE TRABALHO

Voltado para a aplicação prática do conhecimento, o objetivo do Mestrado é contribuir com o desenvolvimento tecnológico para o desenvolvimento de novos produtos e processos na área de alimentos, e com a qualidade de vida da população.

Nessa linha, a UFGD pode colaborar para fortalecer a produção de Mato Grosso do Sul, já que a pecuária de corte é forte no estado e a maior produção agropecuária de MS está concentrada na região de Dourados, com culturas de soja, arroz, café, trigo, milho, feijão, mandioca, algodão, amendoim e cana-de-açúcar. De modo que as pesquisas do Mestrado podem ser aplicadas também na indústria da região.

Aliás, quem já trabalha nas grandes empresas dessa área, como a JBS, BRF-Brasil Foods, Guacira Alimentos e Inflex – Indústria de Embalagens Flexíveis podem ter no Mestrado a oportunidade de ampliar sua qualificação, não importando apenas o título de mestre, mas agregando formação intelectual, desenvolvendo a argumentação e o senso crítico, e principalmente, buscando soluções para os problemas e avançando em tecnologia, destaca a coordenadora Silva Maria Martelli.

 

SELEÇÃO

A seleção dos candidatos compreenderá as seguintes etapas: Prova de Suficiência em Língua Inglesa – classificatória; Análise do Currículo Lattes– classificatória; E defesa do Pré-projeto de Pesquisa – eliminatória e classificatória. A etapa presencial, das defesas, vai acontecer nos dias 24 e 25 de agosto.

Como esta é a primeira seleção, o Programa quer conhecer a demanda de candidatos e desta vez optou por deixar de fora a etapa de prova escrita, geralmente cobrada por outros mestrados e que avalia as referências bibliográficas dos inscritos. Isso pode ser uma vantagem para quem irá participar da seleção deste ano.

Outra notícia boa para os interessados é que quem não for aprovado nesta seleção terá uma nova oportunidade em breve, já que outro edital de inscrição ofertará vagas ainda no final de 2016.

Para os aprovados na primeira turma, as matrículas serão entre os dias 08 e 14 de setembro e a previsão de início das aulas é para o dia 19 de setembro.

 

DISCIPLINAS

Na hora de escolher as disciplinas que irá cursar, os aprovados tem a vantagem de cursar as que estiverem mais próximas da sua pesquisa, isso porque todas as disciplinas são optativas, isto é, não existe a necessidade de fazer disciplinas obrigatórias. Quando for escolher entre as optativas, o professor orientador estará analisando junto ao estudante quais são as matérias mais importantes para o desenvolvimento de cada projeto e são essas disciplinas que serão cursadas.

Quanto aos dias e horários das disciplinas, a coordenadora do Programa, Silvia Maria Martelli, explica que a grade ainda não está disponível porque deve ser articulada com a grade da graduação, mas antecipa que o esforço será para que sejam oferecidas de forma concentrada, ou seja, em dias consecutivos da semana. (Da Assessoria da UFGD).