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Petrobras tomba mais de 5% e puxa Bolsa, que fecha em queda

Petrobras tomba mais de 5% e puxa Bolsa, que fecha em queda

 

 

01/08/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,2695 (compra) 3,2720 (venda) +0,90% (variação)

Dólar Turismo: 3,1300 (compra) 3,4000 (venda) +0,89% (variação)

Euro Comercial: 3,6428(compra) 3,6474 (venda) +0,41% (variação)

Libra: 4,3024 (compra) 4,3073 (venda) +0,22% (variação)

Guarani: 1.620 (compra) 1.670 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -0,96% (56.755,76) nesta segunda-feira.

 

Commodities

Soja: 73,50(BA) 73,48(GO) 78,00(MG) 74,75(MS) 74,04(MT) 76,92(PR) 73,31(RS)  77,36(SC) 78,19(SP)

Milho: 59,00(BA) 42,38(GO) 45,83(MG) 38,61(MS) 30,77(MT) 36,57(PR) 43,22(RS) 43,54(SC) 42,04(SP)

Algodão: 85,64(BA) 62,66(GO) 87,23(MG) 68,00(MS) 81,87(MT)

Arroz: 50,00(BA) 41,00(MT) 64,93(PR) 50,37(RS) 54,42(SP)

Feijão: 423,33(BA) 216,71(PR) 202,71(RS) 205,91(SC) 449,42(SP)

 

Bovinos: 147,50(BA) 139,99(GO) 140,03(MG) 138,38(MS) 129,02(MT) 148,55(PR) 5,44(RS) 152,67(SC) 155,07(SP)

Aves: 3,10(MG) 2,91(PR) 2,44(SC) 2,95(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 39,780 (0,0%)

Ouro: US$ 1348,740 a onça-troy (-0,06%)

Prata: US$ 20,430 (+0,07%)

Platina: US$ 1156,600 (-0,03%)

Paládio: US$ 718,520 (+0,07%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,15%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,35% (junho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

Balança: queda de importações e commodities contribuiu para saldo recorde

O recorde no saldo da balança comercial de janeiro a julho deste ano ocorreu por uma combinação entre a queda nas importações, devido à contração da economia, e a competitividade do Brasil na exportação decommodities (produtos básicos com cotação internacional), cujos preços começam a dar sinais de estabilização após um período de derrocada

De janeiro a julho deste ano, a balança comercial ficou positiva em US$ 28,2 bilhões, melhor resultado para o período desde 2006, ainda época do boom dos preços das commodities. O diretor de Estatística e Apoio à Exportação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Herlon Brandão, disse que a conjuntura que permitiu o superávit atual é diferente da que havia então.

“O saldo comercial recorde de 2016 é fruto de uma redução da exportação de cerca de 5,6% e redução da importação de 27,6% [no acumulado do ano]. As quedas têm motivos distintos. A importação está extremamente ligada à produção nacional. Importamos principalmente insumos. Já a queda da exportação está ligada à redução [dos preços] das commodities, embora o Brasil seja muito competitivo e continue aumentado as quantidades embarcadas”, explicou Brandão.

O superávit histórico em sete meses veio após o Brasil registrar recorde no saldo comercial também para o primeiro semestre. Para o ano, a equipe econômica projeta superávit entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões. O país pode, portanto, superar o recorde histórico anual de 2006, quando houve superávit de US$ 46,4 bilhões.

Commodities

Segundo Herlon Brandão, a queda dos preços das commodities está desacelerando e, em julho, houve inversão do movimento para duas, a soja e o açúcar bruto, cujo preço subiu. “Ainda é incipiente, mas já são boas notícias”, afirmou. Por outro lado, os volumes embarcados pelo Brasil, que vinham batendo recordes, também começam a crescer menos.

“É natural que uma hora isso estabilize”, disse Brandão. De janeiro a julho, os ganhos com a exportação de soja em grão cresceram 3,8%, enquanto o volume embarcado subiu 9%. O preço ainda registra recuo no acumulado de sete meses, de 4,8%. No caso do minério de ferro, embora o volume negociado tenha subido 2,9%, o valor vendido caiu 23,8%, pela queda de 25,9% nos preços.

A conta-petróleo reduziu o déficit acumulado em relação a 2015. As importações de petróleo e derivados superaram as exportações em US$ 983 milhões de janeiro a julho, ante um déficit de US$ 3,8 bilhões no mesmo período do ano passado.

Industrializados

Os produtos industrializados também têm peso na balança em 2016, com destaque para automóveis e aviões. Os produtos básicos ainda respondem pela maior parte dos ganhos com as exportações de janeiro a julho, o equivalente a 45,3% do total.

No entanto, os bens industrializados vêm em seguida, respondendo por 38,3% do valor exportado. Além disso, enquanto o valor exportado de básicos caiu 9,1%, o de manufaturados recuou menos, 2,3%. Entre os manufaturados exportados em julho estava uma plataforma de petróleo, no valor de US$ 923 milhões. Já os produtos semimanufaturados responderam por 14,3% das vendas, que ficaram estáveis ante 2015.

Brandão atribuiu o bom desempenho da balança este ano também à alta do dólar.  Ele destacou que, mesmo com o recente recuo da moeda norte-americana, a estimativa do governo de superávit comercial para o ano não será afetada. “Por enquanto, não temos motivos para acreditar que o patamar da taxa de câmbio vá influenciar no saldo comercial. As exportações são contratadas com antecedência. Além disso, a taxa de câmbio esteve em um patamar acima do de 2015 nos primeiros sete meses do ano. O ministério acredita que média do ano [para o câmbio] será superior à do ano passado.” (Mariana Branco – Repórter da Agência Brasil).

 

Faturamento da indústria cresce 2% em junho, informa CNI

O faturamento da indústria cresceu 2% em junho na comparação com maio, na série livre de influências sazonais, informou hoje (1º) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A elevação ocorre após três quedas consecutivas.

Segundo a CNI, no mesmo período, as horas trabalhadas na produção subiram 0,2% e o nível de utilização da capacidade instalada teve alta de 0,3 ponto percentual, chegando a 77,4%. Os dados estão nos Indicadores Industriais de junho da confederação.

A pesquisa indica também que o mercado de trabalho continua encolhendo. Em junho, o emprego na indústria caiu 0,6% na comparação com maio, na série de dados dessazonalizados. Foi a 17ª queda consecutiva do indicador. Com a retração do emprego, a massa real de salário recuou 0,6%, e o rendimento médio real dos trabalhadores ficou estável, na comparação com maio, na série livre de influências sazonais.

Pelos dados da CNI, os resultados de junho, embora ainda não indiquem reversão do ciclo recessivo, são positivos, mostrando pequena reação da atividade industrial. Para o presidente da CNI, Robson Braga, a saída da crise e a retomada do crescimento da indústria e da economia dependem de ações e reformas que resgatem a confiança do empresariado e criem um ambiente mais propício aos investimentos, à produção e à criação de empregos.

Segundo Andrade, para o país voltar a crescer de forma sustentada, são necessários investimentos em infraestrutura, aumento da participação brasileira nos mercados internacionais, reforma da Previdência Social, modernização das relações do trabalho e melhora na qualidade dos gastos públicos.

Os dados da CNI mostram também que o primeiro semestre confirma que a indústria atravessa uma das piores crises da sua história, pois o faturamento real da indústria , no período caiu 11,5% na comparação com o primeiro semestre de 2015.

As horas trabalhadas na produção caíram 9,6%, no período, o emprego recuou 9,1%, a massa real de salários diminuiu 9,9% e o rendimento médio real dos trabalhadores encolheu 0,8%. A utilização da capacidade instalada está 1,2 ponto percentual abaixo da registrada em junho do ano passado. (Da Agência Brasil).

 

Mercado estima que queda do PIB passe de 3,27% para 3,24% este ano

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam um encolhimento um pouco menor da economia em 2016. A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 3,27% para 3,24%. Para 2017, a projeção de crescimento segue em 1,1% há duas semanas consecutivas. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo BC sobre os principais indicadores da economia. Ela é divulgada às segundas-feiras.

A projeção das instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 7,21%. Para 2017, a estimativa caiu de 5,29% para 5,20%.

As estimativas estão distantes do centro da meta de inflação de 4,5%. Para este ano, a projeção ultrapassa também o limite superior da meta: 6,5%. O teto da meta em 2017 é 6%.

É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e a inflação é a taxa básica de juros, a Selic.

 

Taxa Selic

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação.

O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

A expectativa das instituições financeiras para a taxa ao final de 2016 subiu de 13,25% para 13,50% ao ano. Para o fim de 2017, a expectativa para a taxa básica permanece em 11% ao ano, há cinco semanas consecutivas.

A projeção para a cotação do dólar foi alterada de R$ 3,34 para R$ 3,30 ao final de 2016, e mantida em R$ 3,50 no fim de 2017. (Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil).

 

Cielo tem lucro líquido de R$1,03 bi no 2º tri; empresa eleva estimativas

A Cielo viu seu lucro crescer no segundo trimestre, apoiado em leve aceleração do consumo, o que a fez elevar as projeções para o setor em 2016, embora as margens tenham continuado a trajetória de queda.

A maior operadora de meios eletrônicos de pagamento do país anunciou nesta segunda-feira que seu lucro líquido do período somou 1,03 bilhão de reais, alta de 13,5 por cento ante mesma etapa de 2015.

Reflexo principal da alta de 9,9 por cento das operações com cartões de crédito e de débito, a receita líquida operacional somou 3,07 bilhões de reais, avanço de 9,8 por cento em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, a receita com compra de recebíveis avançou 21,5 por cento, para 339,5 milhões de reais, na base pro-forma.

“As mudanças vivenciadas (no trimestre) impactaram positivamente a confiança de empresários e consumidores, de forma que passamos a observar uma ligeira melhoria do humor e movimento no varejo”, afirmou a companhia em seu relatório.

Com isso, a Cielo elevou a previsão de crescimento do da indústria brasileiro de meios de pagamento neste ano para faixa de 7 a 9 por cento ante de 5,5 a 7,5 por cento.

Mas o resultado operacional da Cielo medido pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês) foi de 1,35 bilhão de reais no período, queda de 0,5 por cento sobre um ano antes. O desempenho foi afetado entre outros fatores pela piora no resultado financeiro. E a margem Ebitda caiu 4,5 pontos percentuais, para 44 por cento.

A Cielo também revisou a estimativa de crescimento dos custos e despesas dos segmentos Cielo Brasil e Cateno, para 6 a 8 por cento, ante previsão anterior de 4 a 6 por cento. E reduziu para 400 milhões de reais, ante 450 milhões de reais, o investimento previsto para este ano na compra de terminais de captura. (Aluísio Alves, da Reuters).

 

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