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MS apresenta crescimento no setor de serviços

MS apresenta crescimento no setor de serviços

 

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Quase todos os tipos de serviços tiveram retração em fevereiro. (Foto: Revista Exame).

Da Redação

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)  mostra que, ao contrário do que acontece em todo o país, a demanda do setor de serviços segue em crescimento em Mato Grosso do Sul. Conforme o levantamento, o setor registrou em fevereiro alta de 1% no volume e de 7% na receita, se comparado com o mesmo período do ano passado.

O desempenho de MS pode ser considerado ainda mais positivo se levar em conta que no país houve uma queda média de 4% no volume de serviços prestados. No Amapá e Amazonas a retração chega a 18%. Maranhão e Sergipe estão em segundo lugar entre os piores resultados, com queda de 9%. Em seguida, está a Paraíba, com redução de 8,2%.

Dos 27 Estados, apenas nove registraram alta. O melhor desempenho é do Acre, cujo volume cresceu 16,5%, enquanto Mato Grosso e Distrito Federal, obtiveram aumento de 8,2%. A maioria das unidades federativas registrou queda entre 5% e 0,4%.

BRASIL

No Brasil, o volume de serviços caiu, mas a receita teve alta 1,9%, em fevereiro, se comparada ao mesmo mês de 2015. No Acre, a receita subiu 24%, o melhor resultado em relação aos outros Estados. Boa parte dos que tiveram queda na demanda, conseguiram manter a receita ou elevar o percentual, pois a demanda menor eleva os preços.

O melhor desempenho é do setor de transporte aéreo, cuja alta foi de 14%. Na sequência, estão o transporte aquaviário, com 11% e atividades turísticas, com 1,3%. Quase todos os tipos de serviços tiveram retração em fevereiro. O pior resultado é do segmento de serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias, com queda de 10%.

Em seguida, serviços de tecnologia da informação caíram 7,5% e de transporte terrestre, baixaram 6,8%. Também tiveram retração os serviços de informação e comunicação, com -5%; telecomunicações, com -3,9% e os prestados às famílias, com -1,4%.

(Com informações do IBGE).