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MS tem a maior alta no custo da construção e m² passa de R$ 1 mil

MS tem a maior alta no custo da  construção e m² passa de R$ 1 mil

Henrique de Matos

Mato Grosso do Sul registrou em maio a maior alta no custo da construção civil entre os 27 Estados do país. Conforme pesquisa divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o custo para edificar o metro quadrado no Estado subiu 3,57% no mês passado, passando de R$ 981,24 para R$ 1.016,26.

O Estado ficou a frente até de São Paulo, cuja inflação foi de 3,27%. O motivo da alta expressiva é o reajuste salarial do acordo coletivo dos funcionários do setor em MS. Nos últimos doze meses, o custo subiu 10,76%, em MS. Esse acumulado só perde para o percentual percebido no Pará, cuja elevação foi de 11,19%, durante o período.

Custo para edificar o metro quadrado no Estado subiu 3,57% no mês passado, passando de R$ 981,24 para R$ 1.016,26 (Foto:Arquivo)

Custo para edificar o metro quadrado no Estado subiu 3,57% no mês passado, passando de R$ 981,24 para R$ 1.016,26 (Foto:Arquivo)

Na região Centro-Oeste, o Estado de Mato Grosso teve queda de 0,41% no preço, que está em R$ 987,35. Na região, o local mais caro para se construir é o Distrito Federal, onde o custo é de R$ 1.030,74, após aumento de 0,07% em maio.

São Paulo e Mato Grosso do Sul são os únicos Estados a registrar alta na casa de 3%. A média nacional é de apenas 0,83%. O preço para construir o metro quadrado teve queda de 0,23% no Sergipe; de 0,25% na Paraíba; 0,41% no Amazonas e de 0,06% no Acre.

BRASIL

O custo nacional da construção por metro quadrado que, em abril, fechou em R$ 989,37, subiu para R$ 997,60 em maio, sendo R$ 527,68 relativos aos materiais e R$ 469,92 à mão de obra.

A parcela dos materiais variou 0,17%, ficando 0,10 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,27%). Já a parcela da mão de obra, apresentou variação de 1,58%, subindo 0,89 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,69%). De janeiro a maio, os acumulados são de 2,25% (materiais) e de 5,03% (mão de obra), sendo que, em 12 meses, ficaram em 4,50% (materiais) e 9,22% (mão de obra).