Warning: Use of undefined constant ‘imagem - assumed '‘imagem' (this will throw an Error in a future version of PHP) in /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php on line 52 Call Stack: 0.0001 402576 1. {main}() /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:0 0.0001 404128 2. require('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:17 0.5594 35003128 3. require_once('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php:19 0.5745 35910168 4. include('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php:106 Warning: Use of undefined constant noticias’ - assumed 'noticias’' (this will throw an Error in a future version of PHP) in /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php on line 52 Call Stack: 0.0001 402576 1. {main}() /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:0 0.0001 404128 2. require('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:17 0.5594 35003128 3. require_once('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php:19 0.5745 35910168 4. include('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php:106 Warning: A non-numeric value encountered in /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php on line 52 Call Stack: 0.0001 402576 1. {main}() /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:0 0.0001 404128 2. require('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:17 0.5594 35003128 3. require_once('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php:19 0.5745 35910168 4. include('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php:106 Warning: A non-numeric value encountered in /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php on line 52 Call Stack: 0.0001 402576 1. {main}() /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:0 0.0001 404128 2. require('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/index.php:17 0.5594 35003128 3. require_once('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-blog-header.php:19 0.5745 35910168 4. include('/home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-content/themes/IndicadorEco_2_0/single.php') /home/indicadoreconomico.com.br/public/wp-includes/template-loader.php:106

MS ocupa o 6º lugar no ranking dos estados com mais queimadas

MS ocupa o 6º lugar no ranking dos estados com mais queimadas

queimadas 1

Mato Grosso do Sul é o sexto estado brasileiro com maior quantidade de queimadas no acumulado de 2020, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Até o domingo (13) houve 7.493 incêndios florestais no Estado, principalmente na região do Pantanal.

O vizinho Mato Grosso lidera o ranking como 32.230 focos de calor. Na sequência vem o Pará, com 20.697, Amazonas (13.446), Maranhão (7.934) e Tocantins (7.846).

Somente em setembro, Mato Grosso do Sul teve 953 ocorrências. O recorde para este mês foi registrado em 2005, quando houve 6.092.

Contudo, levando em consideração o acumulado, o Estado caminha para um ano recorde em queimadas, já que nos 12 meses de 2019 houve 6.802 queimada, ou seja, uma diferença de 691.

O meteorologista Natálio Abrão, da Uniderp, disse ao Correio do Estado que o Estado está diante de uma das massas de ar seca mais fortes e intensas dos últimos anos. Ela é causada por um bloqueio atmosférico que impede o avanço de frentes frias para Mato Grosso do Sul.

“Nós estamos com as temperaturas máximas elevadas e umidade relativa do ar muito baixa. E não há previsão de mudanças até a próxima sexta-feira, 19 de setembro. Em consequência, aumentam os números de incêndios intencionais e queimadas causadas pelo homem, com a vegetação seca favorecendo o solo seco. E isso deve continuar e piorar por mais duas semanas”, afirmou o meteorologista.