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MS fecha semestre com superávit de US$ 1,22 bi

MS fecha semestre com superávit de US$ 1,22 bi

Mato Grosso do Sul fechou o primeiro semestre de 2016 com superávit de US$ 1,22 bi na balança comercial do Estado. A informação está na Carta de Conjuntura do Setor Externo do mês de julho, divulgada pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade). Com relação ao resultado do mês de junho, o superávit alcançou cerca de US$ 171 milhões, embora inferior ao verificado em junho de 2015, que foi de US$ 259 milhões.

Grãos continuam sendo o grande destaque da balança comercial do Estado, representando 36% do total exportado

Grãos continuam sendo o grande destaque da balança comercial do Estado, representando 36% do total exportado

O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck apontou os destaques referentes aos dados do comércio exterior do estado no primeiro semestre. Segundo ele, a economia sul-mato-grossense tem sentido o impacto na importação de gás natural. Em junho deste ano houve uma queda de 10,64% do valor e 9,8% do volume – o que atingiu a arrecadação do ICMS do Estado. “Isso nos preocupa, pois a diminuição da importação do volume do gás natural é um sinal da redução da atividade econômica nacional. Diante do fato de que a importação ocorre toda aqui, a melhoria deste quadro depende da reativação não só da economia do estado, mas do Brasil inteiro”, avaliou.

Com relação aos principais produtos exportados no mês de junho, a soja em grão aparece como o primeiro produto na pauta de exportações, com 36% do total. Em termos de valor, houve alta de 0,7% quando comparado ao mesmo período no ano passado e 10,66% em termos de volume. Ainda com relação ao valor, o segundo produto seria a pasta química de celulose com crescimento de 4% em relação a janeiro a junho de 2015. Em termos de volume, o crescimento chegou a 10,46% comparado a janeiro a maio de 2015.

“Sobre a exportação da soja, estamos praticamente equilibrados com o resultado apresentado no ano passado. Em termos de volume exportado, não há uma diferença muito grande e a soja continua sendo um produto significativo para Mato Grosso do Sul. Já em relação à celulose, tivemos um crescimento de 4%, pois quando há uma capacidade instalada, volume tende a ser estável, já que não existe uma perspectiva de alteração a curto prazo. Entretanto, a partir de 2018, com a questão da instalação da nova fábrica da Fibria no estado, a tendência nos próximos anos é aumentar a nossa capacidade, pois não há dúvidas de que a celulose hoje é um dos principais produtos de exportação, mas certamente o principal produto de exportação de Mato Grosso do Sul”, avalia Jaime Verruck.

Outro produto de destaque na balança comercial do Estado é o milho: 1.221.795 milhões de toneladas exportadas no primeiro semestre de 2016 contra 493.045 milhões em 2015. “Houve o crescimento significativo de 122% na exportação deste insumo, o que culminou no fato de que hoje já temos uma situação de desabastecimento para a avicultura do estado, tanto que algumas empresas já pediram operação drawback. Contudo, começou a colheita do milho e teremos uma recuperação de estoque. Em função disso, a tendência é cair o preço e essa exportação não prejudicar tanto o mercado interno”, analisou o secretário.

A exportação da carne bovina (desossada) apresentou crescimento de 85% nas exportações no primeiro semestre deste ano, quando comparada em relação ao ano passado. Para o secretário da Semade, o que ainda preocupa é a exportação do minério de ferro do Estado: permanece em queda nas exportações seguindo a tendência verificada em 2015. De janeiro a junho de 2016 acumula uma queda de 39,26% se comparado ao acumulado de janeiro a junho de 2015, embora em termos de volume exportado a queda tenha sido menor – cerca de 15%.

“Nós já não vínhamos com uma boa performance desde o ano passado. Vamos ter um olhar mais atento para a economia argentina, o principal parceiro cliente, no sentido de verificar a recomposição desta situação. Este cenário nos preocupa, pois afeta uma região específica estado  – a região de Corumbá – e o baixo volume de minério exportado diminui mão-de-obra no município, o consumo de combustível e a operação em si impacta diretamente na economia local. Vamos entrar em contato com as empresas exportadoras, as demandantes, para verificar como podemos avançar nessa questão da exportação de minério”, concluiu o titular da Semade.