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Índice ABCR de atividade aumenta 1,0% em janeiro em MS

Índice ABCR de atividade aumenta 1,0% em janeiro em MS

 

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Ao comparar janeiro/2017 sobre janeiro/2016, o índice total aumentou 0,3%., com o fluxo de veículos leves crescendo 1,0%, enquanto o fluxo de pesados registrou retração de 2,3%.

O índice ABCR de atividade de janeiro/2017 apresentou alta de 1,0% na comparação com dezembro/2016, considerando dados livres dos efeitos sazonais. A informação foi divulgada em Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (10/02). O Índice ABCR mede o fluxo de veículos nas estradas concedidas à iniciativa privada e é produzido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias em conjunto com a Tendências Consultoria Integrada.

“Com o resultado de janeiro de 2017, o indicador apresentou o terceiro registro consecutivo de expansão. Apesar dos últimos resultados positivos, o índice total acumula queda de 3,1% nos últimos 12 meses”, afirma Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria. “Em 2017, esperamos que o índice total apresente tendência favorável, embora ainda esteja suscetível a oscilações diante da debilidade da demanda doméstica”, completa.

Ainda sobre a comparação janeiro/2017 sobre dezembro/2016, o fluxo de veículos leves aumentou 1,6% em janeiro/2017. Por sua vez, o fluxo de pesados caiu 2,3%. “Apesar do resultado positivo do fluxo de veículos leves, as comparações mais longas continuam no terreno negativo, como indica a queda acumulada de 2,3% nos últimos 12 meses”, ressalta Bacciotti. “Já o fluxo de veículos pesados registrou retração e interrompeu a série de resultados positivos. Com isso, o indicador acumula variação negativa de 5,4% nos últimos 12 meses, resultado que converge com o processo de perda de dinamismo da produção industrial (IBGE)”, complementa.

Ao comparar janeiro/2017 sobre janeiro/2016, o índice total aumentou 0,3%. O fluxo de veículos leves cresceu 1,0%, enquanto o fluxo de pesados registrou retração de 2,3%. Já nos últimos doze meses, o fluxo de veículos nas rodovias pedagiadas recuou 3,1%. Considerando essa mesma base de comparação, o fluxo de veículos leves e pesados registraram queda de 2,3% e 5,4%, respectivamente.