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Estado licita reparação da iluminação da MS-156

Estado licita reparação da iluminação da MS-156

 

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Rodovia, que é duplicada, é um corredor de grande tráfego. Muitas pessoas de Itaporã trabalham em Dourados ou vice-versa, inclusive em turno noturno. (Foto: Diário Itaporã).

Dênes de Azevedo

 

O Governo do Estado publicou no seu Diário Oficial desta quarta-feira, dia 11, aviso de licitação da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) para a contratação de empresa para manutenção preventiva e corretiva nas instalações elétricas da iluminação pública da MS-156, no trecho entre Dourados e Itaporã. A licitação acontece no dia 30 de maio, às 9h, na sede da Agesul, em Campo Grande.

A rodovia, que é duplicada é um corredor de grande tráfego. Muitas pessoas de Itaporã trabalham em Dourados ou vão à cidade diariamente para comércio, serviços, atendimento médico ou estudo. Pessoas de Dourados também trabalham ou tem negócios em Itaporã. A iluminação precária e as constantes falhas prejudicam as pessoas e as colocam em rico na travessia da Reserva Indígena.

A rodovia também é um corredor de acesso à Maracaju, cidade que também busca serviços e comércio em Dourados, a Campo Grande e à Bonito e Pantanal. Turistas do sul do país usam muito essa via de acesso aos pontos turísticos da região oeste.

A cada dia surgem mais relatos de carros atacados e apedrejados durante a travessia da Reserva no período noturno. Para-brisas são quebrados, motos cercadas. Isso faz com que as pessoas evitem a rota à noite, o que gera prejuízos à economia regional. Os ataques são causados por alguns índios, a maioria jovem, que fazem uso de drogas e se acumulam às margens da via.

A rodovia também se tornou um dos principais pontos de prática esportiva em Dourados e Itaporã. Centenas de ciclistas de grupos das duas cidades utilizam a via, de 15 quilômetros, todos os dias para lazer ou treinamento visando a participação em competições. Há meses a maioria dos ciclistas já não a utiliza mais por conta da iluminação precária. Vários ciclistas já foram atacados ou perseguidos na via e, inclusive, bicicletas já foram roubadas.