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Dólar sobe pela 6ª vez, ganha 3,2% no período e fecha a R$ 3,233

Dólar sobe pela 6ª vez, ganha 3,2% no período e fecha a R$ 3,233

 

 

18/08/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,2317 (compra) 3,2333 (venda) +0,68% (variação)

Dólar Turismo: 3,1100 (compra) 3,3700 (venda) +1,20% (variação)

Euro Comercial: 3,6758(compra) 3,6805 (venda) +1,66% (variação)

Libra: 4,2619 (compra) 4,2665 (venda) +2,00% (variação)

Guarani: 1.630 (compra) 1.680 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -0,27% (59.166,02) nesta quinta-feira.

 

Commodities

Soja: 72,50(BA) 72,94(GO) 77,90(MG) 73,50(MS) 72,70(MT) 68,46(PR) 69,43(RS)  71,86(SC) 76,18(SP)

Milho: 59,17(BA) 40,89(GO) 46,82(MG) 35,11(MS) 29,33(MT) 36,23(PR) 43,82(RS) 43,12(SC) 40,78(SP)

Algodão: 81,95(BA) 62,65(GO) 84,36(MG) 68,00(MS) 79,17(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 66,85(PR) 50,21(RS) 58,62(SP)

Feijão: 402,50(BA) 215,75(PR) 221,70(RS) 204,17(SC) 302,87(SP)

 

Bovinos: 146,59(BA) 137,47(GO) 136,66(MG) 137,88(MS) 128,00(MT) 147,23(PR) 5,09(RS) 151,45(SC) 151,14(SP)

Aves: 2,45(MG) 2,97(PR) 2,46(SC) 3,25(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 49,370 (1,82%)

Ouro: US$ 1352,880 a onça-troy (+0,02%)

Prata: US$ 19,800 (-0,05%)

Platina: US$ 1135,000 (+0,12%)

Paládio: US$ 714,020 (+0,16%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,22%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,52% (julho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Dólar sobe ante real pela 6ª sessão por BC

e preocupações locais, apesar de exterior

-O dólar fechou em alta frente ao real pela sexta sessão seguida nesta quinta-feira, sequência mais longa de altas em seis meses, com incertezas sobre o ajuste fiscal no Brasil e a estratégia de atuação cambial do Banco Central ofuscando expectativas de que os juros não devem subir tão cedo nos Estados Unidos.

O dólar avançou 0,68 por cento, a 3,2333 reais na venda, acumulando alta de 3,23 por cento em seis pregões. A última vez em que a moeda norte-americana avançou por seis vezes seguidas foi em fevereiro deste ano.

O dólar futuro subia cerca de 1 por cento no fim desta tarde.

“Com a atuação mais pesada do BC e as especulações sobre o fiscal nos últimos dias, o real tem tido desempenho pior que as outras moedas. E hoje, o mercado desviou o foco para o (cenário) local”, disse o estrategista de um banco internacional.

O BC vem mantendo sua estratégia de vender diariamente 15 mil swaps reversos, que equivalem a compra futura de dólares, desde que aumentou a oferta na semana passada, sobre 10 mil contratos diários até então. O reforço na intervenção contribuiu para tirar o dólar das mínimas em quase um ano atingidas neste mês, próximo de 3,10 reais.

Declarações do presidente interino Michel Temer levaram alguns a apostar que o governo almejaria evitar quedas maiores do dólar, mas o presidente do BC, Ilan Goldfajn, tem defendido o respeito ao câmbio flutuante.

Investidores também continuaram à procura de pistas sobre a trajetória do ajuste fiscal brasileiro. “Os próximos passos do dólar vão ser definidos no Congresso Nacional”, resumiu o superintendente regional de câmbio da corretora SLW João Paulo de Gracia Corrêa.

De maneira geral, o mercado vem minimizando a importância dos recuos do governo em sua campanha para aprovar medidas de austeridade no Congresso Nacional, apostando que a postura tende a enrijecer quando o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff for aprovado, em julgamento que começa em 25 de agosto.  (Bruno Federowski, Reuters).

 

Bovespa recua após renovar máxima intradia

em quase 2 anos, mas Petrobras atenua perda

O principal índice da Bovespa encerrou em leve queda nesta quinta-feira, após uma sessão fraca, com as ações da Petrobras novamente atenuando o movimento de realização de lucros no pregão brasileiro.

O Ibovespa caiu 0,27 por cento, a 59.166 pontos. No melhor momento do dia, tocou 59.417 pontos, renovando máxima intradia desde setembro de 2014. O volume financeiro somou 6,42 bilhões de reais.

De acordo com o chefe da mesa institucional da corretora de um banco estrangeiro em São Paulo, a bolsa está sem catalisadores, esperando o desfecho do processo de impeachment, bem como a evolução de reformas para retomar o crescimento.

A equipe da Guide Investimentos também atrelou a debilidade na Bovespa ao adiamento da votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Desvinculação de Receitas da União (DRU) na noite da véspera.

O instrumento fiscal, que perdeu a vigência no fim de 2015, é considerado prioritário pelo governo do presidente interino Michel Temer, que tenta recriar o mecanismo para ajudar o governo a cumprir sua meta fiscal. (Paula Arend Laier, Reuters).

 

Tempo adverso e bianualidade negativa vão

derrubar safra de café em 2017, diz Cooxupé

As geadas de julho e o tempo seco que atinge os cafezais de Minas Gerais reduzirão de forma acentuada a safra do ano que vem do Estado, cujas lavouras produzirão menos também pelo fato de 2017 ser o período de baixa do ciclo bianual do arábica, afirmaram nesta quinta-feira dirigentes da Cooxupé, a maior cooperativa de cafeicultores do Brasil.

Dessa forma, Minas Gerais, que responde por cerca de metade da produção nacional de café, deverá colher 17 milhões a 18 milhões de sacas de 60 kg em 2017, ante 23 milhões a 26 milhões neste ano, disse a jornalistas o superintendente comercial da Cooxupé, Lúcio Dias, após a cooperativa receber visita do ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

A colheita de arábica está praticamente encerrada. Entre os cooperados da Cooxupé, os trabalhos já avançaram para mais de 80 por cento da área estimada para este ano.

Considerando a expectativa de queda na produção de Minas, a safra brasileira da variedade arábica, que responde pela grande maioria da produção, seria de 37 milhões a 38 milhões de sacas, ante 42 milhões a 45 milhões em 2016.

“Isso pode impactar nas vendas do ano que vem. Agora, o tamanho da queda de safra vai depender de quanto tempo ainda vai levar para chover”, disse o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino da Costa, ao comentar que não chove bem na região desde meados de julho.

Quanto mais tempo leva para a umidade chegar, maiores os riscos de uma produção menor, comentou ele.

No entanto, há expectativa de chuvas razoáveis para o próximo final de semana, o que poderia provocar as primeiras floradas para a próxima safra.

Dias, da área comercial, ressaltou que o Brasil tem tido exportações e consumo interno elevados, que não têm permitido que o país acumule excedentes. (Por Roberto Samora, da Reuters).

 

Seca deve manter preço spot da energia

alto e reduzir perdas de distribuidoras

A profunda seca vista no Nordeste neste ano deve manter elevados os preços spot da eletricidade, o que contribuirá para reduzir perdas financeiras de distribuidoras de energia, que devido à retração da demanda têm vendido sobras no mercado de curto prazo por valores abaixo do custo.

Uma queda menor que a prevista inicialmente no consumo já havia levado comercializadores de energia a prever um salto em setembro nos preços spot, ou Preços de Liquidação das Diferenças (PLDs), e a situação hídrica preocupante do Nordeste deve ajudar a manter essa elevação, ao reduzir a oferta de energia de hidrelétricas da região.

A situação beneficiará as distribuidoras porque elas só podem negociar os excedentes contratuais no mercado spot, mesmo que a operação gere prejuízo.

Os contratos de compra de energia das distribuidoras têm um custo médio na casa dos 185 reais por megawatt-hora, ante um PLD atual de cerca de 117 reais. Entre abril e maio, a diferença chegou a ser ainda maior, com o PLD médio entre 30 e 50 reais por megawatt-hora.

Mas em setembro as projeções das comercializadoras de energia Comerc e Iguaçu Energia apontam para um PLD acima dos 200 reais por megawatt-hora.

“Isso é extremamente saudável para o caixa das distribuidoras”, afirmou o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos, à Reuters. “Mesmo com a sobra, se o PLD ficar perto de 200 reais, elas (distribuidoras) ficam sem prejuízo.”. (Por Luciano Costa, Reuters).

 

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