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Dólar fecha em queda e vai a R$ 3,152, menor valor em três meses

Dólar fecha em queda e vai a R$ 3,152, menor valor em três meses

 

27/01/2017

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,1500 (compra) 3,1520 (venda) -0,90% (variação)

Dólar Turismo: 3,1400 (compra) 3,3300 (venda) -0,30% (variação)

Euro Comercial: 3,3573 (compra) 3,3616 (venda) -1,11 (variação)

Libra: 3,9385 (compra) 3,9426 (venda) -1,59% (variação)

Guarani: 1.750 (compra) 1.810 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 18h33)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -0,25% (66.033,98) nesta sexta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 70,50(BA) 67,35(GO) 67,55(MG) 65,63(MS) 62,09(MT) 67,13(PR) 66,79(RS)  72,33(SC) 70,34(SP)

Milho: 44,25(BA) 30,94(GO) 35,39(MG) 25,67(MS) 23,94(MT) 27,56(PR) 28,78(RS) 35,17(SC) 32,82(SP)

Algodão: 98,14(BA) 63,99 (GO) 91,46(MG) 70,00(MS) 87,31(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 68,57(PR) 48,70(RS) 58,26(SP)

Feijão: 237,00(BA) 151,65(PR) 206,44(RS) 198,75(SC) 143,62(SP)

 

Bovinos: 152,91(BA) 136,16(GO) 142,03(MG) 134,75(MS) 126,13(MT) 149,26(PR) 4,94(RS) 154,61(SC) 149,41(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,78(PR) 2,41(SC) 2,50(SP)

(Fonte: Agrolink – fechado às 18h29)

 

Petróleo (Brent): US$ 54,860 (-1,86%)

Ouro: US$ 1191,630 a onça-troy (+0,04%)

Prata: US$ 17,160 (+0,06%)

Platina: US$ 988,000 (+0,05%)

Paládio: US$ 736,700 (-0,04%)

(Fonte Uol – fechado às 18h36)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,17%

CDI: +12,88%

SELIC: +13,00% (2/12)

IPCA: +0,30% (Dez/16).

IPC-Fipe: +0,72 (Dez/16)

IGP-M: +0,54 (Dez/16)

INPC: +0,14 (Dez/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

2017

– Jan/2017: R$ 3,5719

 

2016

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

 

2017

– Jan/Fev-2017: R$ 24,43

 

2016

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

construcao

ICST do Brasil subiu 2,5 pontos em janeiro e atingiu 74,5 pontos. (Foto: Divulgação).

Confiança da construção no Brasil tem em janeiro

maior nível desde meados de 2015, diz FGV

A confiança da construção brasileira iniciou o ano em alta e atingindo o maior nível desde meados de 2015, com melhora tanto das expectativas quanto da avaliação da situação atual, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) do Brasil subiu 2,5 pontos em janeiro e atingiu 74,5 pontos, maior patamar desde junho de 2015, quando chegou a 76,2 pontos.

“A melhora das expectativas combinada a uma percepção menos negativa sobre a situação atual contribuiu para que a confiança da construção registrasse em janeiro a maior alta mensal da série”, destacou em nota a coordenadora de projetos da construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo.

O Índice de Expectativas (IE-ICST) aumentou 3,4 pontos, para 84 pontos, favorecido pela demanda nos próximos três meses. Já O Índice da Situação Atual (ISA-CST) subiu 1,5 ponto, para 65,3 pontos, com destaque para o indicador que mede a situação atual dos negócios.

Apesar da melhora em janeiro, a coordenadora da FGV/Ibre destacou que ainda não é possível visualizar uma virada no setor já que ainda não há uma melhora de fato dos negócios.

“…não é possível apontar o fim do ciclo recessivo no setor, pois o aumento da confiança continua amparado muito mais nas expectativas”, completou ela.

Em nota separada, a FGV informou ainda que o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC-M) subiu 0,29 por cento em janeiro, após alta de 0,36 por cento no mês anterior. (Por Thaís Freitas, da Reuters)

 

Ibovespa cai 0,24% com realização de

lucros, mas acumula alta de 2,3% na semana

Após quatro sessões de alta, o principal índice da Bovespa fechou esta sexta-feira em leve baixa, em meio à realização de lucros e com a Petrobras entre as influências negativas diante de recuo no preço do petróleo e maior aversão global a risco.

O Ibovespa caiu 0,24 por cento, a 66.033 pontos. Na mínima, o indicador chegou a recuar 0,47 por cento. O giro financeiro da sessão somou 6,4 bilhões de reais.

Na semana, o Ibovespa acumulou ganho de 2,3 por cento. Em 2017, a alta é de 9,6 por cento.

Segundo profissionais do mercado, com investidores menos propensos a assumir riscos, então alguns aproveitaram para embolsar parte dos lucros obtidos nos últimos dias.

“O mercado externo não ajudou, com o petróleo em baixa, feriado na China, bolsas em queda na Europa e nos EUA, então vimos um pouco de realização de lucros”, disse Luiz Roberto Monteiro, da corretora Renascença.

Ele atribuiu boa parte dos ganhos registrados até agora em 2017 à entrada de capital estrangeiro. “O investidor local está um pouco mais retraído, é o gringo que está colocando dinheiro”.

Segundo a BM&FBovespa, a entrada líquida de capital externo somou 4,8 bilhões de reais no ano até dia 24. (Reuters).

 

Dólar cai e volta a R$3,15, menor patamar

em 3 meses, com dados mais fracos nos EUA

O dólar caiu quase 1 por cento e fechou no menor nível em três meses nesta sexta-feira, de volta ao patamar de 3,15 reais, após dados mais fracos sobre a economia norte-americana suavizarem um pouco as apostas de que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, pode elevar os juros mais do que o esperado.

O viés de baixa da moeda norte-americana veio desde cedo, num movimento de ajuste após duas sessões de alguma elevação e diante de expectativas de ingresso de fluxo de recursos por conta de recentes captações de empresas.

O dólar recuou 0,90 por cento, a 3,1520 reais na venda, menor patamar desde os 3,1423 reais de 26 de outubro de 2016. Nas duas sessões anteriores, havia acumulado alta de 0,37 por cento.

A moeda norte-americana marcou também sua sexta semana consecutiva de queda, com perda acumulada de 7 por cento. O dólar futuro operava com baixa de cerca de 0,90 por cento no final desta tarde.

A economia norte-americana avançou 1,9 por cento no quarto trimestre de 2016, abaixo dos 2,2 por cento apurado em pesquisa Reuters e bem menor do que a alta de 3,5 por cento do terceiro trimestre. O desempenho foi prejudicado pelas exportações de soja, mas os gastos estáveis do consumidor e o aumento do investimento empresarial sugerem que a economia continuará a crescer.

Com o dado mais fraco, a pressão na inflação tende a diminuir, reduzindo apostas de que o Fed possa elevar os juros ainda mais. Este cenário de mais juros começou a ser desenhado com a vitória de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos, com temores de que sua política econômica seja inflacionária, o que poderia levar o Fed a elevar mais os juros locais, atraindo para a maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outras praças, como a brasileira.

No exterior, o dólar voltou a exibir leve alta, depois de ter caído, ante uma cesta de moedas logo após os dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano. Sobre outras moedas de países emergentes, o dólar cedeu neste pregão, como frente ao peso mexicano.

Internamente, a possibilidade de ingressos de recursos seguiu no horizonte dos investidores, com a janela de captações aberta às empresas brasileiras, contribuindo para a manutenção do viés de baixa da moeda norte-americana. (Por Claudia Violante, Reuters).

 

Canadá quer resolver caso de financiamento

à Bombardier sem envolver OMC

O recém-nomeado ministro do Comércio do Canadá, Francois-Philippe Champagne, afirmou nesta sexta-feira que disse ao Brasil que está aberto a resolver uma disputa sobre financiamento para a fabricante de aeronaves Bombardier sem recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC).

Champagne disse a jornalistas que discutiu a questão da Bombardier com seu colega brasileiro durante um jantar no recente Fórum Econômico Mundial, em Davos.

Em dezembro, o Brasil disse que iniciaria um processo contra o Canadá na OMC sobre o que chama de apoio injusto de 2,5 bilhões de dólares da província de Quebec para a Bombardier.

Brasil tem argumentado que o investimento de Quebec, juntamente com os planos do governo canadense para injetar 1 bilhão de dólares no programa do jato CSeries da Bombardier, permitem descontos agressivos que afetam a rival brasileira Embraer, além da Boeing e da Airbus.

Bombardier e Embraer tem disputado há décadas o mercado de jatos regionais. Os fabricantes de aviões trocaram acusações de subsídios injustos no final de 1990 que foram discutidos na OMC. (Reuters).

 

Arrecadação soma R$1,29 tri em 2016,

pior desempenho desde 2010, diz Receita

A arrecadação do governo federal fechou 2016 a 1,29 trilhão de reais, com queda real de 2,97 por cento e no pior resultado desde 2010, apesar das receitas extraodinárias obtidas no ano passado com a regularização de ativos no exterior, que renderam 46,8 bilhões de reais aos cofres públicos.

Apenas em dezembro, informou a Receita Federal nesta sexta-feira, a arrecadação teve baixa de 1,19 por cento sobre novembro, a 127,607 bilhões de reais. O desempenho para o mês foi o mais fraco desde 2009.

Após contração de 3,8 por cento no Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, o ano passado foi marcado por outro forte recuo na atividade, com economistas ouvidos pela pesquisa Focus do Banco Central projetando tombo de 3,5 por cento.

O cenário de recessão impactou diretamente a arrecadação de importantes tributos, com destaque para Cofins/Pis-Pasep, com queda de 6,89 por cento sobre 2015, equivalente a 19,5 bilhões de reais, diante da queda no volume de vendas e de serviços.

Também foram expressivas as retrações vistas no Imposto de Importação/IPI-Vinculado (-16,1 bilhões de reais no ano) e na receita previdenciária (-14,1 bilhões de reais), esta última fundamentalmente afetada pela redução da massa salarial no país.

No ano, as desonerações tributárias caíram 14,6 bilhões de reais sobre 2015, mas fecharam o ano no patamar ainda expressivo de 90,7 bilhões de reais.

Considerando somente dezembro, a arrecadação teve baixa de 1,19 por cento sobre novembro, já descontada a inflação, a 127,607 bilhões de reais. O desempenho para o mês foi o mais fraco desde 2009. (Reuters).

 

Conta de luz terá bandeira verde em

fevereiro, sem cobrança extra, diz Aneel

As contas de luz no Brasil em fevereiro terão bandeira tarifária verde, o que significa que não haverá cobrança extra aos consumidores, informou nesta sexta-feira a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a agência, condições hidrológicas favoráveis, que têm ajudado a produção das hidrelétricas no país, possibilitaram a bandeira verde, que sinaliza que não há riscos na oferta de energia.

Quando a oferta é menor, podem entrar em vigor as bandeiras amarela e vermelha, que elevam o custo das contas para incentivar um consumo mais eficiente, segundo a Aneel. (Reuters).