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Dólar fecha em alta de 0,68%, R$ 3,129, à espera dos impostos

Dólar fecha em alta de 0,68%, R$ 3,129, à espera dos impostos

 

27/03/2017

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,1283 (compra) 3,1294 (venda) +0,68% (variação)

Dólar Turismo: 3,0000 (compra) 3,2500 (venda) -0,61% (variação)

Euro Comercial: 3,3968 (compra) 3,3990 (venda) +1,23(variação)

Libra: 3,9292 (compra) 3,9312 (venda) +1,41% (variação)

Guarani: 1.700 (compra) 1.780(venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 23h00)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,71% (64.308,39) nesta segunda-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Petróleo (Brent): US$ 50,080 (0,0%)

Ouro: US$ 1255,410 a onça-troy (+0,04%)

Prata: US$ 18,090 (0,00%)

Platina: US$ 972,700 (0,00%)

Paládio: US$ 793,700 (+0,09%)

(Fonte Uol – fechado às 23h00)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,04%

CDI: +12,13%

SELIC: +12,25%

(Fonte: Uol)

 

Inflação

IPCA: +0,33% (Fev/17).

IPC-Fipe: +0,08(Fev/17)

IGP-M: +0,08(Fev/17)

INPC: +0,24 (Fev/17)

(Fonte Uol)

 
Unidades de referência de MS

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

 

2017

– Mar/2017: R$ 3,5872

– Fev/2017: R$ 3,5425

– Jan/2017: R$ 3,5719

 

2016

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

UFERMS

 

2017

– Jan/Fev-2017: R$ 24,43

– Mar/Abr-2017: R$ 24,74

 

2016

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

 

carne

Uma caixa de carne importada do Brasil agora seria rotulada como proveniente do Brasil. (Foto: Divulgação).

Operação Carne Fraca alimenta pedidos para que

EUA bloqueiem entrada de carne brasileira in natura

Um grupo de parlamentares e defensores da segurança alimentar dos Estados Unidos está pressionando o governo norte-americano a se juntar a outras nações e bloquear os embarques de carne bovina in natura do Brasil em face de um escândalo revelado pela operação Carne Fraca.

Mas as organizações agrícolas argumentam que é necessária uma ação mais forte para proteger o fornecimento alimentar, pois os consumidores dos EUA têm menos possibilidade de escolher a carne desde o fim da legislação exigindo que a carne seja rotulada para mostrar sua origem. A campanha para bloquear as importações do Brasil também devem impulsionar as vendas domésticas.

Muitos países importadores suspenderam as compras do Brasil depois que a Polícia Federal brasileira divulgou, em 17 de março, uma investigação sobre supostos pagamentos de propina envolvendo a fiscalização de produtos no Brasil.

Sem uma iniciativa similar dos Estados Unidos, “os consumidores que desejam evitar o produto brasileiro teriam que evitar todos os produtos”, disse Bill Bullard, diretor executivo do grupo de produtores de gado dos Estados Unidos, R-CALF USA.

Legisladores norte-americanos derrubaram as leis de rotulagem dos EUA, conhecidas como COOL, em 2015, para evitar mais de 1 bilhão de dólares em sanções comerciais pelo México e pelo Canadá.

No ano passado, os Estados Unidos começaram a permitir embarques de carne in natura do Brasil depois de terem proibido a importação devido a preocupações com a febre aftosa em bovinos.

Uma caixa de carne importada do Brasil agora seria rotulada como proveniente do Brasil se fosse vendida aos consumidores em seu recipiente original, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No entanto, se for reembalada ou reprocessada, não há como identificá-la como brasileira, disse a agência. (Por Tom Polansek, da Reuters).

 

Bovespa fecha em alta de 0,71%,

amparada em ganhos da Vale e da Petrobras

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão desta segunda-feira no azul, tendo as ações da Vale e da Petrobras entre as principais influências positivas, ajudando a diminuir as pressões externas que rondaram o pregão na maior parte do dia.

O Ibovespa subiu 0,71 por cento, a 64.308 pontos, após ter caído 1,29 por cento na mínima do dia.

O giro financeiro somou 6,5 bilhões de reais, abaixo da média diária do mês até sexta-feira, de 9,5 bilhões de reais.

O Ibovespa operou a maior parte do dia no vermelho, refletindo o cenário mais adverso à tomada de risco conforme investidores reavaliavam a primeira derrota política do presidente norte-americano, Donald Trump, após não conseguir avançar com um projeto de lei para revisar o sistema de saúde na sexta-feira.

Apesar da reação inicial mais positiva dos mercados perto do fechamento de sexta-feira, os questionamentos sobre a capacidade de levar adiante outras medidas, como a reforma fiscal, voltaram a ganhar força e os mercados amanheceram pressionados nesta sessão.

Em Wall Street, o índice S&P 500 reduziu as perdas e fechou em baixa de 0,1 por cento, após ter caído 0,9 por cento mais cedo. (Por Flavia Bohone, da Reuters).

 

Dólar sobe ante real com maior

aversão ao risco após derrota de Trump

O dólar terminou a segunda-feira com alta firme ante o real, com a derrota do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, relativa à tramitação no Congresso do projeto de lei para revisar o sistema de saúde, o que provocou aversão ao risco e pressionou as moedas de países emergentes.

O dólar avançou 0,68 por cento, a 3,1294 reais na venda, depois de bater na máxima do dia 3,1410 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,69 por cento.

“A derrota de Trump traz imprevisibilidade ao mercado”, disse o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello, destacando que as divisas mais ligadas às commodities são as que mais sofrem.

Após o cancelamento na sexta-feira da votação sobre reforma no sistema de saúde dos Estados Unidos, aumentaram as preocupações dos investidores de que Trump terá dificuldade para cumprir outras promessas de campanha, em particular sobre gastos e cortes de impostos.

Líderes republicanos da Câmara dos Deputados desistiram de votar a matéria por falta de votos para aprová-la, apesar da forte pressão da Casa Branca e de aliados no Congresso, fazendo com que fracassasse a primeira grande iniciativa legislativa de Trump desde que assumiu a Presidência em janeiro.

Nesta sessão, o dólar caía contra uma cesta de moedas, mas avançava ante a maioria das divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano, o rand sul-africano e a lira turca.

“A agenda carregada nesta semana também traz um pouco de cautela aos investidores”, acrescentou Faganello ao citar, por exemplo, o anúncio do contingenciamento do orçamento da União deste ano e de possível aumento de impostos na terça-feira.

Fonte da equipe econômica ouvida pela Reuters disse que o contingenciamento deve ficar em torno de 30 bilhões de reais. Outros 14 bilhões viriam de aumento de impostos e igual valor, de receitas extraordinárias. (Por Claudia Violante, da Reuters).