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Dólar fecha em alta de 0,29%, a R$ 3,113, por conta da Previdência

Dólar fecha em alta de 0,29%, a R$ 3,113, por conta da Previdência

 

18/04/2017

 

 Moedas

Dólar Comercial: 3,1126 (compra) 3,1134 (venda) +0,29% (variação)

Dólar Turismo: 2,9500 (compra) 3,2600 (venda) +0,31% (variação)

Euro Comercial: 3,3332 (compra) 3,3356 (venda) +1,09 (variação)

Libra: 3,9897 (compra) 3,9935 (venda) +2,51% (variação)

Guarani: 1.650 (compra) 1.770 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco – fechado às 20h00)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em -0,27% (64.158,84) nesta terça-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

 

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Fonte: Uol

 

Petróleo (Brent): US$ 51,860 (0,00%)

Ouro: US$ 1288,800 a onça-troy (+0,01%)

Prata: US$ 18,300 (+0,07%)

Platina: US$ 979,950 (+0,01%)

Paládio: US$ 776,150 (0,0%)

(Fonte Uol – fechado às 20h00)

 

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Fonte: Agrolink

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 937,00 (2017)

Global 40: +112,32

TR: +0,04%

CDI: +11,13%

SELIC: +11,25%

IPCA: +0,25% (Mar/17)

IPC-Fipe: +0,14 (Mar/17)

IGP-M: +0,01 (Mar/17)

INPC: +0,24 (Fev/17)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

2017

– Jan/2017: R$ 3,5719

– Fev/2017: R$ 3,5719

– Mar/2017: R$ 3,5872

– Abr/2017: R$ 3,5894

 

2016

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

 

2017

– Jan/Fev-2017: R$ 24,43

– Mar/Abr-2017: R$ 24,74

 

2016

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Dólar sobe ante o real,

com movimento de correção

O dólar fechou em alta frente ao real nesta terça-feira, com movimento de correção após ter ido à casa de 3,08 reais na mínima do dia e atrair importadores, e com temores dos investidores de que a reforma da Previdência possa sofrer ainda mais alterações e perder eficácia no ajuste fiscal do país.

O dólar avançou 0,29 por cento, a 3,1134 reais na venda, após chegar a 3,0882 reais na mínima da sessão. Na véspera, a moeda norte-americana já havia despencado mais de 1 por cento.

O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,50 por cento no final da tarde.

“O dólar abaixo de 3,09 reais atraiu compradores”, afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

Durante boa parte do pregão, a moeda norte-americana trabalhou em baixa ante o real influenciada pelo cenário externo e com expectativas positivas sobre a aprovação da reforma da Previdência, sobretudo após o governo ter fechado acordo com a base aliada para diversas mudanças na proposta original.

No entanto, uma forte manifestação de policiais em frente ao Congresso Nacional durante a tarde contra a reforma da Previdência, considerada essencial para colocar as contas públicas do país em ordem, acendeu a luz amarela nos mercados.

“(A manifestação) contra a reforma também influenciou na alta do dólar, já que coloca pressão nos congressistas”, comentou o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello, destacando que isso pode significar novas mudanças no texto.

O texto final da reforma da Previdência foi praticamente fechado nesta terça-feira, dependendo de pequenos detalhes que serão acertados pelo governo com a base aliada, e prevê idade mínima para aposentadoria menor para mulheres e trabalhadores diferenciados e menos tempo de contribuição para receber a aposentadoria integral a que cada um tem direito.

O parecer do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), relator do tema, será lido na manhã seguinte na comissão especial.

O Banco Central vendeu nesta sessão todo o lote de até 16 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Com isso, já rolou 1,6 bilhão de dólares do total de 6,389 bilhões de dólares que vencem em maio. (Por Claudia Violante, da Reuters).

 

Ibovespa cede 0,27% com pressão de Vale;

melhora em recomendações domina ponta positiva

O principal índice do bolsa paulista teve leve baixa nesta terça-feira, puxado por Vale diante de novas baixas no preço do minério de ferro na China, enquanto a ponta positiva do índice foi guiada por melhoras em recomendações de ações.

O Ibovespa caiu 0,27 por cento, a 64.158 pontos. O volume financeiro do pregão foi de 7,4 bilhões de reais.

Com o mercado monitorando notícias da reforma da Previdência, as ações mostraram fraqueza na maior parte do dia. A leitura do relatório final da proposta de reforma foi adiada para quarta-feira, embora o presidente da comissão especial da Previdência, deputado Carlos Marun, tenha dito que a aprovação da matéria não seria prejudicada pelo atraso.

O texto acertado nesta terça prevê redução em idade mínima para aposentadoria de mulheres e trabalhadores diferenciados e menos tempo de contribuição para receber a aposentadoria integral a que cada um tem direito.

A ata da última reunião do Banco Central ajudou a aliviar as pressões. Segundo o documento, o BC avaliou que a conjuntura econômica já permitia corte maior na Selic, mas optou pelo corte de 1 ponto percentual em função do cenário de incertezas e riscos.

Já o exterior acirrou o tom negativo, com Wall Street fechando em baixa sob pressão de perdas em ações do Goldman Sachs e da Johnson & Johnson, após resultados trimestrais. (Por Flavia Bohone, Reuters).

 

milho-reproducao-internetPlantio de transgênicos de soja, milho e

algodão avança para 93,4% do total do Brasil

A área semeada com soja, milho e algodão transgênicos no Brasil na temporada 2016/17 atingiu 93,4 por cento da área total plantada no país com esses três produtos, informou nesta terça-feira a consultoria Céleres.

Segundo o levantamento, a área plantada total com os três produtos atingiu 52,5 milhões de hectares, sendo que mais de 49 milhões de hectares foram de produtos transgênicos.

“É importante ressaltar que esta taxa de adoção não deverá sofrer mudanças significativas para os próximos anos, visto que em algumas culturas como a soja e o milho a adoção já atinge seu limite”, afirmou a Céleres.

Para o total de soja, a área com cultivares transgênicas atingiu 32,7 milhões de hectares, alta de 3,9 por cento ante a safra 2015/16, com 96,5 por cento do total semeado.

A Céleres afirmou que 59,8 por cento da soja transgênica plantada teve a tecnologia RI/TH (tolerante a insetos e herbicidas) e 36,7 por cento a tolerância a herbicida.

 

O milho de inverno geneticamente modificado atingiu 91,8 por cento da área total semeada, ou 10,4 milhões de hectares, aumento de 15,4 por cento ante a temporada passada.

Os eventos RI/TH também foram dominantes na segunda safra de milho, alcançando 7,1 milhões de hectares e taxa de adoção de 62,4 por cento. As outras tecnologias (RI e TH) atingiram 24,8 por cento e 4,6 por cento da área semeada com milho inverno, respectivamente.

No caso do milho verão, a área total com biotecnologia foi de 5,3 milhões de hectares, aumento de 16,2 por cento em relação a 2015/16. A tecnologia com genes combinados representou 66,5 por cento do total semeado, seguida pelo milho RI (13,5 por cento do total) e dos eventos tolerantes a herbicidas (2,5 por cento do total).

Dessa forma, o milho transgênico no Brasil completou a safra 2016/17 com 88,4 por cento de taxa de adoção. Deste total, 63,9 por cento foram cultivados com eventos RI/TH, 20,7 por cento com milho resistente a insetos e 3,8 por cento com a tecnologia tolerante a herbicida. (Reuters).