Demandas do setor sucroenergético no Estado são debatidas em reunião da Sulcanas

Demandas do setor sucroenergético no Estado são debatidas em reunião da Sulcanas

 

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O plantio da atual safra já começou nas regiões produtoras do Estado. (Foto: Famasul).

As principais demandas do setor sucroenergético e os desafios para a nova safra de cana-de-açúcar foram debatidos no encontro dos associados da Sulcanas (Associação dos Fornecedores de Cana-de-açúcar Sul-Mato-Grossense), realizado no dia 18, na sede do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), com a participação do presidente da instituição, Mauricio Saito.

Atualmente, a instituição conta com 31 associados, provenientes de Angélica, Caarapó, Deodápolis, Maracaju, Nova Alvorada do Sul e Novo Horizonte do Sul. A Sulcanas foi fundada em 2008 e tem como presidente, Luis Alberto Moraes Novas, diretor-tesoureiro do Sistema Famasul e presidente da Fundação MS.

“É importante os produtores rurais fornecedores estarem agregados à instituição, considerando que a Sulcanas tem um trabalho de relacionamento com as usinas, o que é fundamental para a formação de preços por intermédio do método Consecana, um conselho composto pelos representantes dos fornecedores e das indústrias”. A Sulcanas é filiada à Orplana – Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil.

Em Mato Grosso do Sul, a previsão é que os fornecedores dessa cultura colham 3,1 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2016/17, patamar que responde por aproximadamente 7% do volume colhido no Estado, de 45 milhões de toneladas.

“A recuperação do setor sucroenergético com a retomada da competitividade do etanol diante da gasolina e os ganhos de preços no mercado internacional da cana-de-açúcar”, salientou Novaes.  O plantio da atual safra já começou nas regiões produtoras do Estado e a previsão é que no mês de abril os trabalhos da colheita iniciem.